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Quiosque da Joana

handmade life

Quiosque da Joana

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18
Jun17

e o que podemos fazer. Ajudar...

Joana Marques

Pedrógão Grande.

Depois de uma tragédia desta natureza.

Só há um caminho a seguir.

Enfrentar.

E neste momento, para uma imensa maioria de portugueses, o caminho a seguir é ajudar.

Por pouco que seja. É alguma coisa.

Os bombeiros, de todos o país, estão a receber: água, leite, sumos, cereais e produtos de longa duração.

Mesmo que não sejam canalizados para esta tragédia em particular, poderão ser usados noutra ocasião.

Eu, estando fora do país, já o fiz.

Não propriamente eu, em pessoa, mas alguém próximo de mim.

bombeiros.jpg

Uma palavra de agradecimento aos bombeiros.

E a todos os que no terreno lutam. E ajudam.

Um abraço apertado a todos os que estão a viver, este momento.

 

Por esta semana é tudo.

Não há mais palavras.

 

16
Jun17

Americanos. Surpreendentes, ou não!

Joana Marques

Sete por cento dos americanos acredita que o leite com chocolate vem de vacas castanhas!

Quem o diz é um artigo do Washington Post.

Uma pesquisa feita pelo Institudo Americano Innovation Center of US Dairy.

Cerca de 16, 4 milhões de pessoas, mais do que a população portuguesa não sabe que o leite com chocolate é composto de leite, cacau e açúcar.

 

Há mais! No início dos anos 90, 1 em cada 5 americanos não sabia que um hambúrguer é feito de carne...

...e se calhar têm alguma razão!

Num estudo realizado numa escola americana, alunos entre os 12 e os 14 anos, 3 em cada 10 não sabia que o queijo provém do leite. E foi uma surpresa saber que a cebola e a alface afinal são plantas.

 

Atualmente a fruta preferida dos americanos...... é o sumo de laranja e a batata frita!

Dá que pensar....

Surpreendente? Nem por isso....

 

vaquinharosa.jpg

Desta, podemos esperar um leite de morango!

 

coelhoverde.png

E deste, leite de kiwi....

Mentira! É um coelho...todos os americanos sabem que não dá leite.

Põe ovos de chocolate...na Páscoa!

 

16
Jun17

conheçam. David Oliveira...

Joana Marques

David Oliveira é um escultor português. Nasceu em Lisboa. 1980.

Durante muito tempo não teve qualquer relação com a arte.

Durante muito tempo não encontro qualquer utilidade na arte. E achava que ia ser veterinário.

Deixou a vida fluir e acabou em Belas Artes. E encontrou um sentido na arte. E na sua arte.

 

Seguidor das ideias do autor Alain de Botton. Considera a arte como uma terapia.

Com papel idêntico ao que teve a religião durante muitos séculos.

Fez a licenciatura em escultura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Em 2008.

Voltou para fazer um mestrado em Desenho e Anatomia.

 

As suas esculturas são feitas em arame. São tão delicadas que parecem desenhos.

Para ele este material é o ideal para transmitir emoções. E as suas ideias.

São os seres vivos que ele gosta mais de representar. Para os representar de forma fiel tem de os estudar a fundo. Compreender!

 

davidoliveira.jpg

 (imagem retirada daqui)

 

escultura.jpg

 (imagem retirada daqui)

 

davidoliveira2.jpg

  (imagem retirada daqui)

 

Podem conhecer melhor o trabalho deste artísta: no seu blog, página pessoalfacebook e instagram.

Tão bom o trabalho do David!

Quando somos bons...somos melhores que os melhores!

15
Jun17

Santa Padroeira dos sem glúten....

Joana Marques

No fim de Março decidi deixar de comer glúten.

Só para experimentar. Sentia-me exausta. Tinha andado a ler uns livros.Tinha aprendido algumas coisas.

Comecei no início de Abril. E foi por esta altura que descobri o regime Paleo.

Por ignorância minha e distração à mistura nunca tinha ouvido falar de tal regime.

Descobri-o através dos livros que li.

E ainda mais importante descobri-o e continuo a descobrir através deste grupo de facebook.

Ainda estou a entranhar alguns conceitos.

Ainda acho certas coisas estranhas. Tento-me informar. Ler muito. E a maior parte das vezes percebo o porquê de certas respostas e comentários.

 

Vou andando devagar. A descobrir. A desbravar caminho. Sem pressa.

A verdade é que me sinto melhor. Muito mais energia. Essa é a grande mudança. 

Quem me conhece pode estranhar a afirmação anterior. É verdade que sempre tive energia para dar e vender. Mas agora é diferente. E não consigo explicar muito bem....

 

Estou mais optimista e positiva. Outra afirmação que pode causar estranheza a quem me conhece.

Tenho um pensamento mais límpido. Estou mais concentrada.

 

Não penso tanto em comida. Já não como aquelas refeições todas que comia.

Porque andava sempre esfomeada e a cair para o lado se não comesse imediatamente.

Tal como os fumadores, que precisam de fumar de x em x tempo. Eu precisava de comer. E parava tudo porque tinha de comer. Era escrava da comida. E tinha peso a menos...ainda tenho!

Neste momento não. Como quando tenho fome. Não tem de ser imediatamente. Isto é uma diferença abismal na minha vida.

 

A verdade é que me habituei muito bem a este estilo de vida.

Senti a diferença logo no início. E isso parecendo que não, é um incentivo.

Mas um dia, uma sexta-feira, cheguei mais tarde, vinha cheia de fome e quase prevariquei.

Já tinham passado umas 3 semanas de ter começado e apeteceu-me comer algo...nem sei bem o quê.

 

Percebi que me faltava o pão.

Muitas vezes quando chegava a casa tarde e cheia de fome comia uma sanduíche e pronto.

Só que num regime sem glúten não tinha pão. Podia comprar pão sem glúten mas cortei todos os processados.

Aliás, antes de aderir ao Paleo o meu objetivo foi cortar glúten e processados.

 

Tentei fazer pão sem glúten. Fazia pão há vários anos. Normal, com farinha de trigo. Achei que era a mesma coisa.

Não é. Nada me saiu bem.

Até que descobri uma receita no grupo de facebook Paleo Descomplicado.

O pão da Márcia Patrício.

 

Só à terceira é que saiu bem. Por culpa minha que decidi inventar!

O mais extraordinário é que dá muito menos trabalho do que o com glúten.

Entretanto tenho experimentado novas misturas. E tem corrido bem.

Faço em bolinhas e congelo.

Contrariamente ao que se passava na minha outra vida, não sinto necessidade de comer pão muitas vezes.

Uma a duas vezes por semana.

 

Depois de ter escrito o post sobre a partilha.

Lembrei-me da Márcia. Santa Padroeira dos sem glúten!

Obrigada, Márcia!

Podem ver a receita da Márcia aqui. A do pão e muitas outras. Inspirem-se!

 

14
Jun17

pessoas, pessoas. E as pessoas...

Joana Marques

Na vida, na vida de cada um de nós vão aparecendo amiúde pessoas diferentes.

Algumas testam-nos.

Outras usam-nos. Ou tentam.

Algumas gostam de nós.

Outras ensinam-nos.

 

Poucas farão a diferença. 

As que fazem a diferença são as que despertam o melhor de nós. 

São como o café que bebemos de manhã.

Fortalecem-nos e fazem-nos ter vontade de sermos melhores pessoas. De aprender mais. De ir em frente.

Com um piscar de olhos tiram-nos o tapete. E isto não tem de ser necessariamente mau.

Têm a capacidade de nos fazer ver a vida e ter vontade de a viver. 

Estas pessoas são raras. E quando as encontramos. Tudo vale a pena.

 

13
Jun17

a partilha....

Joana Marques

Tenho uma amiga que conheci nos tempos em que eu era hospedeira.

Chama-se Marie.

É islandesa mas neste momentos mora nos Estados Unidos.

É professora universitária. No campo da robótica.

Casou com um Japonês.

Também ele professor universitário. No campo da robótica.

Têm um filho.

Adolescente.

Para mal dos pecados deles é mesmo um puto de carne e osso.

Não é um robot. Tem sentimentos e tudo.

O puto é tão diferente dos pais que os deixa de boca aberta com as coisas que diz.

Já caí no erro de almoçar com o casal.

É deprimente.

A conversa dos dois vai dar sempre ao trabalho.

E eu percebo muito pouco de robótica.

Sendo sincera...não percebo nada.

Quando uma pessoa está à rasca e quer à força toda integrar-se na conversa, fala do tempo, certo?

Certo! Até na Noruega funciona.

Errado! Com este casal ou falas de robótica ou falas de robótica.

 

Com ele nunca almocei sozinha.

Com a Marie já. E é diferente. A conversa já vai para outros campos, em que eu também posso dizer qualquer coisa.

Mesmo que estejamos em desacordo. Aprendo sempre alguma coisa.

Tem uma cultura. Um ponto de vista. E opiniões que me fazem pensar. E crescer.

 

Um dia num desses almoços explicou-me que estava a trabalhar e a fazer investigação tendo como objeto de estudo: "a cadeira de rodas".

Disse-me ela que tinha descoberto uma forma de fazer virar a cadeira de rodas com mais segurança.

Ao que eu perguntei:

- E o que vais fazer? Já regista-te a patente? Vais começar a produzir cadeiras? 

Já estava a imaginar uma fábrica a produzir cadeiras de rodas em série e a Marie a mudar-se com o seu japonês e o seu filho de carne em osso, para uma ilha deserta.

Mai Tai's, sol e mar, o resto dos dias deles....pensei eu que sou gestora de profissão.

 

Olhou para mim e disse-me.

- Não. Vou publicar a minha descoberta. E esperar que alguém pegue na ideia e a melhore. Se eu registar a patente durante um tempo ninguém pode mexer nisto e a descoberta fica estagnada. E queremos é que mais alguém trabalhe nisto e desenvolva o conceito.

 

Achei isto de um altruísmo sem explicação.

Digno de alguém brilhante. Não só de cabeça mas também de coração.

A partilha é dos atos mais nobres de um ser humano.

Dá a possibilidade de outros poderem pegar no que deixámos e assim tentar fazer melhor.

Se estivermos sempre a começar do zero, o mundo não avança. E não tenhamos ilusões, haverá sempre alguém melhor do que nós. E ainda bem. Só assim nos superamos.

Não querendo comparar-me com a Marie, nem com o trabalho espetacular que faz, posso de alguma forma partilhar o pouco que sei. E quem dá o que pode a mais não é obrigado.

 

Por essa razão criei o grupo handmade life.

 

Se eu tiver uma receita boa, qual é o mal de a partilhar. Porque raio vou guarda-la para mim?

Se eu descobrir uma loja mesmo, mesmo boa porque não partilharei?

Se encontrar uma página no facebook que tem peças únicas, não faz sentido guarda-la para mim, ou faz?

E sim eu tenho um blog, mas qualquer pessoa pode partilhar um post do seu blog, por exemplo.

Se tiver mais visualizações com isso, melhor. É mesmo para divulgar que a página serve. 

Podemos aprender todos uns com os outros.

E desta forma melhorar a nossa vida...mesmo que seja devagarinho...

 

12
Jun17

acordar bem. Dica #7

Joana Marques

Estão a dormir pacificamente.

E são acordados pelo canídeo do costume.

Levantam a cabeça. E não querem acreditar. Oh! Não! Acordar já...

E quando se vão deitar outra vez. O cão puxa a almofada.

E batem com a cabeça na mesinha de cabeceira. Atrás da almofada vai tudo. Rádio. Candeeiro. Livros. Tudo e mais um par de botas.

Levantam-se. E onde é que vão? Isso! À casa de banho. E o que fazem??

Brilhante! Acendem a luz....e depois???

 

O cão está no quarto correm até lá e tiram-no.

O candeeiro partiu e ele pode aleijar-se.

Vão buscar a vassoura para varrer os estragos.

Ó maneira fofa de começar o dia!

Acham que ainda têm sono??? Não têm....

 

Espero que as dicas façam a diferença na vossa vida.

Ponham em prática logo que possam...e depois voltem cá para me dizerem que a vossa vida melhorou drasticamente!

 

É claro que para conseguirem pôr isto tudo em prática precisam dele!

Como eu costumo dizer:

vasco23.jpg

 

12
Jun17

acordar bem. Dica #6

Joana Marques

Estão a dormir pacificamente. E sentem algo húmido na cara.

Será que estão a sonhar com um tsunami??

Com mil Slimani's, um campeonato de andebol, ora zumba na caneca, ora na caneca zumba, É MESMO UM TSUNAMI!

Não é.

 

É só o cão a dizer que gosta de vocês.

O cão fica sossegadinho.

Vocês acham que podem dormir mais 5 minutos.

 

Ficam com a certeza que não estava a acontecer nenhum tsunami.

E ficam aliviados.

A sensação de alivio passa num instante!

No segundo seguinte percebem que afinal é um furacão.

Porque o cão estrategicamente colocado põe o focinho debaixo do lençol e escava um túnel.

Parece que estamos no epicentro de um ciclone.

Roupa de cama por todo o lado.

Meu amigos...e tudo o vento levou...

Em menos de nada estão destapados e o cão encontra os vossos pés.

Têm cócegas? Estão tramados.

E um dia novo começa.

A rir que nem uns perdidos. Enregelados é certo...mas a rir...

 fiquem atentos à dica número 7!

12
Jun17

acordar bem. Dica #5

Joana Marques

Estão a dormir pacificamente. E acordam. Sobressaltados. Duas patas, patudas estão sobre o vosso corpo.

 

Começam a tentar perceber o que está ali.

E de repente.

Aquelas patas patudas entram em ação.

Aquelas patas patudas estão em cima da vossa cama.

Aquelas patas patudas que eram duas, já são quatro e estão em cima da vossa barriga e costelas.

E estão a ganhar impulso.

Porque algo estranho se passa lá fora.

E as patas patudas dirigem-se à janela.

Já é de manhã. Mas vão pensar que ainda é de noite. Pelo tamanho das estrelas que conseguem ver...

Ai as costelas. Que dor....

 

Olha! Afinal era um pássaro......só um pássaro...

Levantam-se. E vão à casa de banho. Acendem a luz...

Suspeitam que tenham umas duas ou três costelas partidas.

Apalpam a zona. As flutuantes estão lá. As outras devem ter entregue a alma ao criador.

E sono?? Eu prometi-vos um acordar eficaz, não foi?

Acham que ainda podem ter sono. Nem que assaltem a caixa do xanax da avozinha...

fiquem atentos à dica número 6!

 

12
Jun17

acordar bem. Dica #4

Joana Marques

Estão a dormir pacificamente.

E ouvem ganir.....lá muito ao longe!

Deixam-se estar.

O ser que está a ganir não gosta de ser ignorado.

E qual Bas Dost em frente da baliza...toma lá que é para aprenderes. Atira-vos um chinelo.

 

Não acredito. Atirou-me um chinelo!

E quando ainda estão a processar a primeira chinelada. Toma lá! A segunda....

 

Levantam-se ainda em choque.

Mas felizes por não serem uma centopeia....ou estariam por esta hora a levar com o nonagésimo segundo chinelo....

Vão à casa de banho.

Acendem a luz para ver os estragos provocados por tamanha agressão.

Com os olhos ainda fechados, meio inchados e com ramelas à mistura, tentam vislumbrar marcas.

E é óbvio que não vão querer voltar ao local onde vos arremessaram dois objetos voadores identificados.... conhecidos por chinelos...

 fiquem atentos à dica número 5!

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