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Quiosque da Joana

handmade life

Quiosque da Joana

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23
Set17

semear. E colher!

Joana Marques

Quarta-feira vou para Londres.

Vou lá estar cerca de uma semana.

Depois, em príncipio terei de passar por Barcelona.

Regressarei a Oslo. Logo a seguir.

Para finalizar o projeto para o qual fui contratada.

Iniciou-se em Abril. E de repente, está a terminar.

 

Estou com expectativas elevadas quanto aos resultados.

Tudo correu bem.

E se não acontecer nada. Sismo, tsunami....ou uma brincadeirnha da Coreia do Norte. Continuará a correr....

Depois disso, ficarei. Por Oslo. Não sei bem quanto tempo. 

A incerteza de Portugal, dá-me a certeza de querer ficar mais tempo.

Mas a vida é imprevisível e nunca se sabe.

 

Durante este tempo.

Este quiosque é capaz de ficar um pouco para trás. 

Os comentários podem demorar mais tempo a serem respondidos.

É provável que esteja mais ausente.

O tempo não estica.

Depois disto. Tudo voltará à normalidade. Assim, o espero!

À vidinha santa. Entrar às 8h. Sair às 15h. E colher o resto do dia..

Até lá toca a semear...

....

22
Set17

quero ver essas pernas no ar...

Joana Marques

Nasci em 1981.

Cresci com o Herman José.

Lembro-me de vários programas. Mas o que me marcou mais foi o "tal canal".

Não o vi quando toda a gente o viu.

Vi, à hora de almoço numa reposição que a RTP fez.

Saía da escola. E corria...corria, corria...

Até chegar a casa.

Pedia para comer na sala.

- Por favor, por favor...deixem-me comer na sala.

Depois de pedir 45 vezes.

Ameaçar trocar de família.

E dizer, com o ar mais sério do mundo que ia largar tudo e emigrar para o Chile.

Lá deixavam.

Não comia. Porque não conseguia.

Ria, como nunca tinha rido.

 

Ontem, quando vi isto.

Voltei a ser a miúda que corria até a casa para ver televisão à hora de almoço.

 

21
Set17

Carmita. Bonita.

Joana Marques

Um dia destes depois de sair do trabalho. Fui às compras.

Num mercadito perto. Os vendedores são praticamente todos estrangeiros.

É por aqui que encontro frescos de qualidade. E variedade.

 

Estava eu concentrada a escolher batata doce.

Uma mão. Vinda do nada. Começa a bater-me.

Em choque. Olhei.

Era uma senhora. Mais velha que eu.

Rapidamente percebi que até nos entendíamos.

Chama-se Carmita. Tem 62 anos. É cabo-verdiana.

Está na Noruega há mais de 30 anos.

O marido emigrou para Portugal. E veio para cá pouco depois. Com a empresa.

Carmita juntou-se a ele uns anos depois.

 

Carmita ensinou-me a escolher batata doce.

- Escolhe sempre pelas mais pesadas. E nada de batata doce fininha.

Fui escolhendo e perguntando se estava bem...

Acho que consegui apanhar o jeito.

 

Ensinou-me também uma forma de cozinhar batata doce de forma rápida e eficaz.

É tão fácil e tão rápido. Nem acreditei.

Só quando experimentei. Comprovei!

 

Batata doce (com alguma dimensão) no micro-ondas - 6 a 8 minutos. (depende da potência do micro-ondas e do tamanho da batata)

Quando estiver pronta. Virar. 2 minutos.

E está pronta.

 

Ontem. Para o trabalho. Resolvi experimentar.

Bife de frango grelhado.

Aproveitei o micro-ondas para pôr em prática os conhecimentos adquiridos.

Espetacular!

 

E o melhor?

Hoje dois colegas meus, trocaram a nhanha de batata. Que comem todo o santo dia.

Por batata doce. E usaram o mesmo processo!

 

Carmita. Bonita!

Obrigada! 💚

 

 

20
Set17

Vasco. Mostra como se faz!

Joana Marques

Nunca tive de lhe ensinar.

Aprendeu por ele.

Quando era pequenino. E começou a ficar sozinho em casa. Ás vezes lá aparecia um cocó.

Poucas vezes. Mas chegou a acontecer.

Normalmente resolvia o assunto na rua.

Xixi, a mesma coisa.

Ah! Uma exceção. Quando me via. Ficava tão contente que fazia xixi.

Em adulto, nunca aconteceu.

Só desta vez. Mas foi diferente. Tinha estado fora.

 

Há uns dias. Outro passo importante.

Achei que era coincidência.

Mas não.

Só faz xixi em sarjetas.

Aprendeu sozinho!

Ai! Meu rico filho....a dar o exemplo!

vasco (4).jpg

 

 

19
Set17

vocês sabem. De quem eu estou a falar!

Joana Marques

Isto de comer sem glúten. É muito bonito.

Sente-se. Sobretudo nos níveis de energia. E na concentração. Ah! E na resistência. E resiliência.

Mas e as massas??

 

Eu. A maior viciada em massas que o mundo já viu.

Parece mentira mas há menos de 6 meses, a massa entrava em quase todas as minhas refeições.

E de repente têm glúten e não há nada a fazer.

Existem massas sem glúten mas fazem parte da categoria de processados que eu não como.

E por isso só havia uma solução.

Se não há. Faço eu!

E fiz!

 

Peguei em 5 colheres de trigo sarraceno.

Um ovo.

Uma mão cheia de espinafres.

Liquidificador.

 

Saiu de lá uma massa verde. Peganhenta. Impossível de trabalhar!!

Cheguei a pensar...

  ....o sonho acabou aqui.

 

Nitidamente o sarraceno, ovo e espinafres não me conhecem. Juntei farinha teff à festa!

Até conseguir trabalhar a massa.

Consegui chegar a isto:

4 (4) (1).JPG

Por estranho que pareça a massa é muito fácil de trabalhar.

É certo que não estiquei a massa numa máquina. Fiz de forma manual. E também deu!

Comecei por tirar porções de massa. E enrolar esses bocadinhos.

4 (7).JPG

Tornei os rolinhos o mais fino que consegui.

É muito giro! Parece plasticina!!

4 (14).JPG

 

Cosi a massa no molho de um guisado de lulas e chocos que tinha feito. Para ganhar sabor.

Água a ferver. Cinco minutos.

Escorri a massa.

Não partiu!

Parecia massa verdadeira!

4 (16).JPG

Adicionei a massa ao guisado.

4 (20).JPG

E...

...ficou bom!

Mil ideias na cabeça. Agora.

Posso substituir o espinafre por tomate. Ou beterraba. Ou abóbora. Posso ter massas de todas as cores.

E de todos os sabores.

 

E lasanha. Posso fazer lasanha!!

Ai, vida boa!!

 

Isto não é tortellini.

Nem stelline.

Nem fusilli.

Muito menos farfalle.

Kanelone, nem pensar!

 

 

 Isto é: Bas Dostini. 💚

Uma massa em honra de...

...vocês sabem de quem eu estou a falar!

 

 

18
Set17

a minha cozinha. É uma linha de montagem...

Joana Marques

Não é fácil.

Todos nós já passámos por isto...

Chegar a casa exausta do trabalho.

Esfomeada.

É meio caminho andado para pegar na primeira porcaria que aparece à frente.

 

Pior.

Começar a comer a porcaria mesmo antes de chegar a casa.

 

Pior. Muito pior.

Ir às compras. Depois de sair do trabalho. Esfomeada.

É meio caminho andado para pegar em meio supermercado. Comprar tudo o que não precisamos.

Mentira. Não é meio caminho andado. É todo o caminho andado.

É só tirar. Pagar. E ir para o carro comer tudo o que não se deve.

 

Percebi, já há muito tempo que a minha vida só lá vai com organização.

Para ter uma semana sem stress nenhum. Ou quase nenhum.

Existem por aqui pequenos passos que não prescindo.

 

Trato das refeições. Preciso de 10. Todas as semanas.

Não conto com o fim de semana. Porque é mais descontraído. 

 

Em primeiro lugar, à sexta-feira penso na proteína que quero fazer.

Muitas vezes escolho no supermercado.

Escolho carne. E peixe. Que se cozinhem de forma diferente.

 

Quando cozinho. A minha cozinha. É uma linha de montagem.

Carne a assar no forno. Bifes de frango no grelhador. Peixe a grelhar no micro-ondas. E um guisado no fogão. Peixe cozido a vapor.

Conforme vão ficando prontos coloco em caixinhas. 10 caixinhas.

Todas iguais.

Para não dar em maluca com as tampas. Um stress a evitar.

Às vezes tenho sorte. Dá para mais. E já sobra para o fim de semana!

 

E acompanhamentos?

Escolho cerca de 5 ou 6. E conjugo de forma diferente.

Esta semana escolhi.

- cabeça de nabo cozida a vapor.

- espinafres salteados em azeite.

- brócolos cozidos a vapor.

- cogumelos salteados.

- courgette cozida a vapor.

- Abóbora cozida a vapor.

- O guisado tem cenoura, tomate, cebola e alho.

 

Começo pelos cogumelos porque são os mais fáceis de arranjar. 10 minutos. Estão prontos.

Entram os espinafres. 5 minutos. Pronto.

Courgette, abóbora e cabeça de nabo. 10 minutos.

E por fim os brócolos. Faço muitos. E ocupam muito espaço.

Conforme ficam prontos vou combinando nas caixinhas as diferentes opções.

Com 6 tipos de acompanhamento. As refeições ficam todas diferentes.

É só arrumar no frigorífico. Tudo arrumado de forma aleatória.

Se bem que a caixinha que tem pescada, não sei porquê, só é consumida à sexta- feira. Ao jantar.

Ou ao sábado. Às vezes escapa para domingo...

 

No fim. 3 máquinas de loiça.

Com a garantia que durante a semana pouca loiça se suja. 

Duas a três horas dispendidas na cozinha. Um investimento. 

Durante a semana não vou cozinhar mais.

É só abrir o frigorifico. Tirar uma caixinha. Levar ao micro-ondas.

E já está!

E para a semana há mais!

4 (29).JPG

 

15
Set17

já fiz o tpc!

Joana Marques

Esta semana.

Na minha aula de norueguês.

O professor deu-nos um trabalho de casa.

Cada um de nós tem por missão dar a conhecer um episódio da história do seu país e apresenta-lo à turma na próxima semana.

Em norueguês. Vai ser lindo!

 

Imediatamente, escolhi a minha.

 

26 de Agosto de 1902.

Sintra. Belas.

Locais privilegiados para passar férias. O primeiro era morada de verão da família real.

Disputou-se nesse dia o jogo de futebol entre o Sport Club de Belas e uma equipa de Sintra.

A equipa de Sintra era constituída sobretudo por veraneantes que se encontravam de férias, por estas paragens.

O jogo foi disputado em Seteais. Chique!

Ganhou a equipa de Belas.

3-0

Destacaram-se neste jogo alguns jogadores: os irmãos Gavazzo, Francisco Maria e José Maria.

 

Dois anos depois. 1904.

Alguns dos que tinham participado no jogo e que moravam em Lisboa. E na zona do Campo grande.

Encontraram-se. Entre eles.

Os irmãos Gavazzo que tinham brilhado no jogo de 1902, José Holtreman Roquette (José de Alvalade), José Stromp e mais alguns...

Decidiram fundar o Campo Grande Football Club.

O avô de José de Alvalade, o visconde de Alvalade foi designado presidente deste clube.

Pagavam por mês. Uma quota. 300 réis.

De vento em popa. Lá ia o novo clube.

Organizavam jogos de futebol. Ténis. Algumas provas de atletismo. E competições de esgrima. O novo clube tinha também uma vertente de divertimento e organizava também alguns eventos mais recreativos

 

Em 1906. Zangaram-se.

Uma parte queria que o clube tivesse uma vertente desportiva e social. A outra, nem por isso, apenas o desporto. E só desporto.

 

12 de Abril de 1906.

José de Alvalade. Organiza um piquenique.

Não convidou os sócios que estavam em desacordo com o rumo do clube.

E separa-se definitivamente.

Juntou os irmãos Gavazzo para o acompanharem na nova aventura. E mais alguns amigos.

Pediu dinheiro ao avô, o Visconde, para fundar o novo clube.

O Visconde também disponibilizou o terreno!

 

8 de Maio de 1906.

José de Alvalade. Disse na Assembleia de Fundadores.

"Queremos que o Sporting seja um grande clube, tão grande como os maiores da Europa"

E foi aqui que o nome do clube foi ouvido pela primeira vez.

E que o verde. Ficou a nossa cor.

 

19.

O Sporting teve 19 fundadores.

- José Alfredo Holtreman Roquette.

- José Maria Gavazzo

- Frederico Ferreira

- Alfredo Augusto Holtreman

- Fernando Barbosa

- José Stromp

- Henrique Junior

- John Scarlett

- Eduardo Mendonça

- Afonso Botelho

- António Stromp

- Augusto de Freitas

- Augusto Seguro

- Francisco Gavazzo

- Francisco Stromp

- Sérgio Rolin

- José de Castro

- José Correia Ferreira Roquette

- João Serrão de Moura

 

1 de Julho de 1906.

Acordou-se, entre todos o nome.

Sporting Clube de Portugal.

Embora, José de Alvalade preferisse, Grande Sporting Clube de Portugal.

 

Ontem, hoje e sempre. O Sporting é um clube eclético.

Com muitos títulos conquistados. Dentro e fora de portas.

E assim. Um dia. Se fez história. 💚

E eu, fiz o meu tpc!

 

 

15
Set17

Follow this blog...#11

Joana Marques

Hoje vou falar-vos do blog Cloud Berries.

É sobretudo um blog de receitas. Boas receitas.

Com a particularidade da Marta também estar na Noruega como eu. Lá mais para o norte.

E sabem o que eu e a Marta temos em comum. Para além de estarmos no mesmo país?

Traficamos comida.

Se houvesse um campeonato de tráfico de comida, eu e a Marta ficaríamos empatadas, em primeiro.

Passem por lá. E deliciem-se!

 

14
Set17

eu já sei norueguês....

Joana Marques

Mentira!

Não sei nada....

 

Depois da primeira aventura. E da segunda.

Tudo estabilizou. E foi correndo.

Interrompi as aulas para ir de férias. E no tempo em que fiquei em Barcelona. Mas não deixei de praticar.

Em Barcelona inscrevi-me num Instituto de línguas. Com um método diferente.

Vou lá e estou o tempo que quiser. Aprendo sozinha e ao meu ritmo. Se precisar de um professor para tirar dúvidas tenho de marcar.

Voltei para a Noruega.

O meu professor estava de férias. Fui durante esse tempo acompanhada por outra professora.

Fui estudando em casa. E mostrando o trabalho feito.

Na forma escrita já me vou safando.

Na oralidade.....sem comentários. É melhor nem falar....

Entretanto voltei às aulas tradicionais esta semana.

 

Estou na fase em que acho que  já sei alguma coisa. Mas não sei nada.

 

Como sou uma pessoa sem noção do ridículo.

Divirto-me! A entrar em lojas e pedir algo. Em norueguês. 

 

- Notter. (nozes)

-

Nunca percebem à primeira! Incrível!

 

- Notter. (nozes)

- Noter! (notas)

E aparecem com notas porque acham que eu quero trocar dinheiro....

 

13
Set17

este post não é a canção das doce...

Joana Marques

Ontem,

O jogo. O passeio com o cão. O frio.

0-3

1-3

2-3

Vou ou fico?

Acabou o jogo. Vou.

Jantei. O cão nem comeu. Aquele passeio tão longo. Deixou-o extenuado. E foi dormir.

 

Meia noite, deitei-me.

Ainda peguei no meu livro.

E adormeci.

 

Uma da manhã!

 

A minha cama é invadida. Por quem??

- Keanu Reeves.

- Não. Foi pelo cão....

Espraiou-se cama fora. E ganiu numa aflição desmedida.

Eu, à beira de uma síncope acendi a luz do candeeiro. O cão esticadinho.

- Deve ser da barriga. Pensei eu.

E toca de lhe ir apalpando a barriga. Para detetar onde, como e porquê?

Qualquer sitio que eu tocasse gania. Muito. E uma espécie de soluçar. Uma aflição pegada.

Um ar muito aflito.

Os meus pais acordaram.

Os três, às aranhas. O que é? O que não é?

3 pessoas com ideias. Todas parvas. E um cão que não sabe falar...

 

Tentei que o Vasco se levantasse.

Recusou.

- Deve estar magoado numa pata. Disse o meu pai.

Comecei a examinar. Unhas, dedos, patas, pernas. Tudo. Em tudo o que eu tocava o cão gania.

Estranho.

 

Duas da manhã!

 

- Será que ele viu uma aranha?

Eu, a minha mãe e o meu pai. De rabo para o ar a examinar a casa toda. Cozinha. Casa de banho. Sala. Entrada.

Nada.

- Ele tem medo de mais algum bicho? Perguntou a minha mãe.

- Não sei bem. Acho que não vai à bola com lagartixas.

Digo eu.

A minha mãe entra em pânico só de pensar que pode estar alguma entre nós.

- Osgas. Também não. Rastejantes, não aprecia. Mas gosta de ratos, por exemplo.

A minha mãe quase chamou o corpo de bombeiros.

Só para prevenir que era socorrida.

- E baratas? Pergunta o meu pai.

- Não tem medo. Até gosta de brincar com elas.

Esta informação foi demais para a minha mãe. Penso que nunca mais será a mesma...

 

Chamei o Vasco.

Lá saiu da minha cama e veio ter comigo. Mas a aflição continuava.

Já ponderava pegar no cão e ir com ele a um veterinário.

Pela Noruega fora....

A tocar às campainhas...

- Olá, sabe-me dizer onde fica o veterinário mais próximo?? Aberto às duas da manhã??

 

Como ele veio ter comigo. E andava bem. Não podia ser da parte das patas e companhia.

Mas se eu lhe tocasse no pêlo da pata direita. Era uma chinfrineira do caneco.

 

três da manhã!

 

- Dá-lhe a comida preferida. Disse a minha mãe.

Não aceitou. Tal era a aflição.

Um cão que consegue comer uma embalagem de guardanapos em 5 minutos. Não queria comer...

Voltei à primeira hipótese. Barriga.

Toca de apalpar aqui. Ali.

O drama. O horror. E a tragédia. E um cão ofendido. A ganir. A soluçar. E a gemer por tudo quanto é sitio...

- É melhor ir passear com ele. Pode ter um desarranjo qualquer. E não me apetece nada, andar a limpar nhanhas castanhas e com cheiro a cocó a esta hora do dia...

Vesti-me. Como se fosse para a Sibéria.

 

quatro da manhã

 

Lá o convenço a sair comigo.

Tanto é o alarido.

Pego nele ao colo.

Se estivesse à espera que descesse a escada, ainda agora estava entre o segundo e o terceiro andar.

Moro no terceiro.

O meu pai vai à frente para abrir a porta da rua.

Joaninha, voa voa. Escada abaixo. Com um cão ao colo.

O mais rápido que consegui.

Ponho o cão fora do prédio.

O meu pai acompanhou-me porque achava que eu podia ser raptada.

Ou roubada.

Ou qualquer coisa terminada em "ada".

 

Saímos do jardim que faz parte do meu prédio.

O cão faz xixi. Vamos falando com ele. E eu com o meu pai. O meu pai comigo.

Vasco para aqui. Vasquinho para ali.

E Vasquinho. Contente da vida.

 

E eu percebi...

 

Soluços. O Vasco tinha estado com soluços.

Quem nunca ficou descompensado quando teve um ataque do soluços que atire a primeira pedra!!

 

 

quatro horas e meia da manhã

 

Voltámos a casa.

Voltámos a dormir.

5h30...o meu despertador estava ao serviço!

Pontual!

Como sempre.

 

 

 este post não é a canção das doce...

não foi bem bom!

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