Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Quiosque

handmade life

Quiosque

handmade life

30
Jun17

verde! De inveja....

Joana Marques

O que raio é que esta mulher inventou agora?? Perguntam vocês....

 

Descobri recentemente como fazer biomassa de banana verde.

Já tinha comprado algumas vezes.

É caro.

E por isso foram muito poucas vezes, mesmo.

Para além de caro, aparece com um ou outro conservante. Esta receita não tem nem um....

 

 

É difícil de fazer? E os ingredientes são caros?

Não. E não.

E tem vantagens?

Muitas!

As bananas verdes têm amido resistente.

Quando as bananas amadurecem este amido transforma-se em açúcar, não tão saudável para nós.

 

Este amido resistente não é digerido no estômago.

Passa diretamente para o intestino.

E vai ao encontro das nossas bactérias boas.

Diz que elas adoram biomassa de banana verde.

É um alimento probiótico.

 

E aqui para nós.

Toda a gente. Mesmo toda a gente deve ter um dia especial de vez em quando. Mesmo que tenha nascido bactéria...

Porque não fazer hoje feliz a nossa microflora intestinal. Até vão pensar que é Natal.

 

Alimentar bem a flora intestinal é a vantagem principal mas existem outras.

A biomassa de banana verde está carregada de vitaminas, cálcio, potássio e magnésio.

E mais:

- controla o peso;

- é muito saciante;

- ajuda a combater o colesterol;

- controla a glicémia;

- fornece energia;

- e não tem aquele sabor a banana um bocado enjoativo...

 

 

E o que precisam?

 

Precisam de bananas. Verdes.

Quanto mais verdes melhor.

Tiram as bananas do cacho. Com cuidado porque não pode ficar a polpa a ver-se.

Lavam as bananas muito bem. Costumo lavar com uma escovinha.

1 (2) (2).JPG

Colocam-se as bananas na panela de pressão.

Cobrem-se com água a ferver. Tem mesmo de ser a ferver.

Quando a panela de pressão começar a dar sinais de impaciência é esperar cerca de 8 a 10 minutos. Desligam.

Esperam que a panela fique sem pressão e abrem.

Como podem ver na foto, as bananas podem abrir. Acontece.

Não há qualquer problema. Como foram bem lavadas...

1 (10) (2).JPG

Queridas pessoas que não têm panela de pressão.

Ou que sejam um perigo com uma nas mãos.

Também podem fazer biomassa de banana verde e fazerem felizes a vossas bactérias.

O processo é igual mas o tempo de cozedura demora 40 minutos a uma hora.

 

Tiram a casca da banana. Cuidado que estão muito quentes!!

Colocam no liquidificador ou na varinha mágica.

E fica assim:

1 (12) (1).JPG

Não se acanhem! É este o momento ideal para provarem!

 

Depois de pronta podem guardá-la no frigorífico durante uma semana.

Mas podem congelá-la. E podem tê-la congelada durante 3 a 4 meses.

Costumo colocar em forminhas para gelo ou as que uso para fazer gomas.

E quando está tudo congelado coloco dentro de um saquinho de congelação.

Assim tenho em doses individuais e nunca se estraga nada.

 

A biomassa de banana verde, para além de a poderem comer, como costumam comer um iogurte, com granola, por exemplo.

Pode ser utilizada em muitas receitas.

Gelados. Batidos. Molhos. E iogurtes.

Ou então para um snack de emergência.

 

E de repente temos fome.

Muita fome.

Muita, muita, muita fome....

 

Toma lá.....uma coisa super saudável. Com sabor e saciante.

Toma lá que é para aprenderes....

Bombons!

Derreter chocolate em óleo de coco (para cada quadrado uma colher de chá de óleo de coco).

Envolver cada cubinho de biomassa congelada no chocolate.

O chocolate fica sólido rapidamente.

E quando tivermos fome......está mesmo ali à mão!

Não tem glúten. Não tem lactose. Não tem ovo.

356.jpg

E a banana normal? Madura? Enjoativa....

verde! De inveja...

Obrigada, João pela ajuda na última foto!

30
Jun17

Follow this blog...#9

Joana Marques

Ontem!

Parece que estava a adivinhar este follow friday!

Encontrei num outro blog, na secção de favoritos, um post deste blog.

 

Visitei-o. E estive por lá um bom tempo.

Este blog transportou-me.

Dei comigo a pensar que estava novamente em Portugal.

Numa casinha de campo.

De férias.

A aproveitar o tempo.

Aqueles dias que temos o tempo todo.

Ler, comer, dormir a sesta, passear.

Uma boa surpresa!

Espreitem lá!

28
Jun17

conheçam. Abdalla Al Omari!

Joana Marques

Abdalla Al Omari é um artista sirio nascido em Damasco. 1986.

Fugiu da guerra no seu país em 2011.

Conseguiu asilo na Bélgica.

No último ano e meio, o pintor, trabalhou numa série de obras que vale a pena conhecer.

 

E se o líder politico que nós conhecemos fosse um refugiado?

Como seria ele?

 

Abdalla Al Omari respondeu a estas perguntas pintando cada um deles.

De forma brilhante. Quase infantil.

Tão bom este trabalho...

Chamou-lhe: "The Vulnerability Series".

 

barack.jpg

Obama

 

trump (1).jpg

Trump

 

angela.jpg

Merkel

Podem conhecer melhor este artista, as suas obras em geral, esta coleção em particular na sua página, facebook ou instagram.

27
Jun17

oopsies. Não! Oops...

Joana Marques

Tenho estado em Barcelona.

Quando regressei de férias fiquei por cá.

A minha sobrinha mais velha, a Madalena estuda em Londres mas encontrou um estágio aqui em Barcelona.

Achei logo que era boa ideia ficar com ela.

Troquei de casa. A anterior era muito pequena para nós as duas. E o cão.

O cão é espaçoso....mais do que uma família numerosa do Botsuana...são muitos sofás ocupados!

 

Durante o fim-de-semana ligou-me uma colega.

Fazia anos. Gostava de reunir um grupinho de amigas e comemorar o aniversário...

Até me benzi.

Deus é testemunha em como detesto estes programas.

Nasci com um botão que não gosta de desperdiçar tempo.

Eventos sociais não são bem a minha cena.

Não tive coragem de dizer que não.

Até tentei fazer uma voz entusiasmada.

Mas não nasci para mentir....não saiu nada de jeito.

 

Ontem, arrastei-me para o trabalho de manhã.

Não pelo trabalho mas porque me esperava uma tarde daquelas que detesto.

Até comentei, quando respondi ao João, que me sentia um pudim flan desconjuntado.

Mas eis que o universo não dorme.

Uma urgência lá no trabalho e marcaram uma reunião em cima da hora à Carmen...

Eu que não desejo mal nenhum a ninguém...agradeci a benesse.

Esperei no meu intimo que tudo corresse bem e que ninguém se aleijasse.

 

Fui para casa.

E dediquei-me a coisas realmente importantes.

Queria experimentar a fazer oopsies.

Oopsie é um pão sem hidratos de carbono. Que queria muito, muito provar.

 

Claras em castelo. Misturar os ovos com o iogurte grego. Envolver tudo. Forno. Esperar. Fiz quatro. Grandes!

 

Eu tenho um cão.

Chama-se Vasco.

E acha-se o ser mais importante da terra.

Quando cheguei a casa levei-o a passear para não ser interrompida no meu momento de criação.

Ponho os oopsies no forno.

E o cão acha, porque acha, porque sim, que precisa mesmo de ir à rua.

Peço à minha mãe para tirar os oopsies do forno. Não levam mais de 10 a 15 minutos.

Saio com o Vasco.

Xixi, não. Cocó, não. Queria ver as vistas. Passear.

Ainda batizou uma ou duas árvores. Nada de mais.

Volto a casa.

Os meus oopsies já tinham saído do forno.

A minha mãe provou um.

O meu pai comeu o segundo.

A minha sobrinha pegou no terceiro. Pôs-lhe manteiga de amêndoa por cima e comeu-o.

À minha espera estava o último oopsie.

Num pratinho branco.

Tão lindo que ficou o meu oopsie.

Logo à primeira e parecia o oopsie mais bonitinho do mundo.

Era o keanu Reeves dos oopsies.

 

Tiro a trela ao Vasco.

E vou arruma-la.

A minha mãe diz que estão bons.

O meu pai diz, a rir, que se calhar também se vai tornar Paleo.

A minha sobrinha pergunta-me:

- Como é que é mesmo a receita? Vou ter de fazer isto quando fores para Oslo.

E falamos todos. E rimos do Paleo. E toda a gente brinca. E ri.

- Vou comer o meu.

Digo eu...

E quando olho para o prato.

Oops.....

 

Onde está o meu oopsie?

 

26
Jun17

amanhece. Todos os dias.

Joana Marques

No filme "Before Sunset" em português, "Antes do Amanhecer", identifiquei-me muito com uma passagem.

E com uma personagem.

Nem se pode dizer que era uma personagem...

...era mais um figurante...

....pouco importante, muito pouco importante!

 

Não foi com o ator.

Nem com atriz.

Nem com a história de amor.

Identifiquei-me com o gato.

Quando Celine diz:

" Here's my kitty. Oh! So cute. Look at him. You know what i love about this cat? Every morning i bring him down do the courtyard. And every single morning he looks at everything like it was the first time. Every corner, every tree, every plant. Smells everything with his little cute nose."

 

Sou assim também. Todos os dias. Em cada dia encontro pormenores novos.

Descubro o que não estava ontem.

O que mudou. Ou o que vai mudando.

Em lugares, em pessoas.

É tão bom todos os dias descobrir novas características nas pessoas que gostamos.

 

Apaixonarmos-nos todos os dias.

Por tudo e por nada. Por tudo o que já lá estava. Por tudo o que aparece de novo.

Para mim todos os dias é um dia novo.

Todos os dias recomeço.

Sem esquecer o passado.

Mas muito virada para o presente.

Bem tento, por breves períodos. Viver a rotina. Nem por breves períodos consigo. Torna-me infeliz.

É claro que no trabalho ela existe. E aí, nada a fazer.

Mas a vida é muito mais do que o trabalho. Sempre foi.

Os interesses que tenho são tantos que todos os dias adoto um. Muitas vezes fica comigo para sempre. Outras vezes deixo-o ir.

 

Este blog já amanheceu muitas vezes comigo.

Gosto de por aqui estar.

E não o quero deixar ir. Pelo menos por enquanto.

Mas vai começar a ser escrito ao sabor da vontade. Posso ter posts todos os dias ou não.

Conforme o que me disser o amanhecer.

 

 

Todos os dias amanhece.

Todos os dias começamos de novo.

Nós continuamos a ser os mesmos mas os dias não. Só são iguais se nós deixarmos.

E existe tanto, tanto que podemos fazer com os dias.

Com os nossos dias...

....este filme, a nossa vida acaba sempre de forma igual. Para todos.

O argumento é que é diferente.

Temos uma palavra a dizer.

Uma palavra a escrever.

Porque...

....amanhece. Todos os dias.

 

 

18
Jun17

e o que podemos fazer. Ajudar...

Joana Marques

Pedrógão Grande.

Depois de uma tragédia desta natureza.

Só há um caminho a seguir.

Enfrentar.

E neste momento, para uma imensa maioria de portugueses, o caminho a seguir é ajudar.

Por pouco que seja. É alguma coisa.

Os bombeiros, de todos o país, estão a receber: água, leite, sumos, cereais e produtos de longa duração.

Mesmo que não sejam canalizados para esta tragédia em particular, poderão ser usados noutra ocasião.

Eu, estando fora do país, já o fiz.

Não propriamente eu, em pessoa, mas alguém próximo de mim.

bombeiros.jpg

Uma palavra de agradecimento aos bombeiros.

E a todos os que no terreno lutam. E ajudam.

Um abraço apertado a todos os que estão a viver, este momento.

 

Por esta semana é tudo.

Não há mais palavras.

 

16
Jun17

Americanos. Surpreendentes, ou não!

Joana Marques

Sete por cento dos americanos acredita que o leite com chocolate vem de vacas castanhas!

Quem o diz é um artigo do Washington Post.

Uma pesquisa feita pelo Institudo Americano Innovation Center of US Dairy.

Cerca de 16, 4 milhões de pessoas, mais do que a população portuguesa não sabe que o leite com chocolate é composto de leite, cacau e açúcar.

 

Há mais! No início dos anos 90, 1 em cada 5 americanos não sabia que um hambúrguer é feito de carne...

...e se calhar têm alguma razão!

Num estudo realizado numa escola americana, alunos entre os 12 e os 14 anos, 3 em cada 10 não sabia que o queijo provém do leite. E foi uma surpresa saber que a cebola e a alface afinal são plantas.

 

Atualmente a fruta preferida dos americanos...... é o sumo de laranja e a batata frita!

Dá que pensar....

Surpreendente? Nem por isso....

 

vaquinharosa.jpg

Desta, podemos esperar um leite de morango!

 

coelhoverde.png

E deste, leite de kiwi....

Mentira! É um coelho...todos os americanos sabem que não dá leite.

Põe ovos de chocolate...na Páscoa!

 

16
Jun17

conheçam. David Oliveira...

Joana Marques

David Oliveira é um escultor português. Nasceu em Lisboa. 1980.

Durante muito tempo não teve qualquer relação com a arte.

Durante muito tempo não encontro qualquer utilidade na arte. E achava que ia ser veterinário.

Deixou a vida fluir e acabou em Belas Artes. E encontrou um sentido na arte. E na sua arte.

 

Seguidor das ideias do autor Alain de Botton. Considera a arte como uma terapia.

Com papel idêntico ao que teve a religião durante muitos séculos.

Fez a licenciatura em escultura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Em 2008.

Voltou para fazer um mestrado em Desenho e Anatomia.

 

As suas esculturas são feitas em arame. São tão delicadas que parecem desenhos.

Para ele este material é o ideal para transmitir emoções. E as suas ideias.

São os seres vivos que ele gosta mais de representar. Para os representar de forma fiel tem de os estudar a fundo. Compreender!

 

davidoliveira.jpg

 (imagem retirada daqui)

 

escultura.jpg

 (imagem retirada daqui)

 

davidoliveira2.jpg

  (imagem retirada daqui)

 

Podem conhecer melhor o trabalho deste artísta: no seu blog, página pessoalfacebook e instagram.

Tão bom o trabalho do David!

Quando somos bons...somos melhores que os melhores!

15
Jun17

Santa Padroeira dos sem glúten....

Joana Marques

No fim de Março decidi deixar de comer glúten.

Só para experimentar. Sentia-me exausta. Tinha andado a ler uns livros.Tinha aprendido algumas coisas.

Comecei no início de Abril. E foi por esta altura que descobri o regime Paleo.

Por ignorância minha e distração à mistura nunca tinha ouvido falar de tal regime.

Descobri-o através dos livros que li.

E ainda mais importante descobri-o e continuo a descobrir através deste grupo de facebook.

Ainda estou a entranhar alguns conceitos.

Ainda acho certas coisas estranhas. Tento-me informar. Ler muito. E a maior parte das vezes percebo o porquê de certas respostas e comentários.

 

Vou andando devagar. A descobrir. A desbravar caminho. Sem pressa.

A verdade é que me sinto melhor. Muito mais energia. Essa é a grande mudança. 

Quem me conhece pode estranhar a afirmação anterior. É verdade que sempre tive energia para dar e vender. Mas agora é diferente. E não consigo explicar muito bem....

 

Estou mais optimista e positiva. Outra afirmação que pode causar estranheza a quem me conhece.

Tenho um pensamento mais límpido. Estou mais concentrada.

 

Não penso tanto em comida. Já não como aquelas refeições todas que comia.

Porque andava sempre esfomeada e a cair para o lado se não comesse imediatamente.

Tal como os fumadores, que precisam de fumar de x em x tempo. Eu precisava de comer. E parava tudo porque tinha de comer. Era escrava da comida. E tinha peso a menos...ainda tenho!

Neste momento não. Como quando tenho fome. Não tem de ser imediatamente. Isto é uma diferença abismal na minha vida.

 

A verdade é que me habituei muito bem a este estilo de vida.

Senti a diferença logo no início. E isso parecendo que não, é um incentivo.

Mas um dia, uma sexta-feira, cheguei mais tarde, vinha cheia de fome e quase prevariquei.

Já tinham passado umas 3 semanas de ter começado e apeteceu-me comer algo...nem sei bem o quê.

 

Percebi que me faltava o pão.

Muitas vezes quando chegava a casa tarde e cheia de fome comia uma sanduíche e pronto.

Só que num regime sem glúten não tinha pão. Podia comprar pão sem glúten mas cortei todos os processados.

Aliás, antes de aderir ao Paleo o meu objetivo foi cortar glúten e processados.

 

Tentei fazer pão sem glúten. Fazia pão há vários anos. Normal, com farinha de trigo. Achei que era a mesma coisa.

Não é. Nada me saiu bem.

Até que descobri uma receita no grupo de facebook Paleo Descomplicado.

O pão da Márcia Patrício.

 

Só à terceira é que saiu bem. Por culpa minha que decidi inventar!

O mais extraordinário é que dá muito menos trabalho do que o com glúten.

Entretanto tenho experimentado novas misturas. E tem corrido bem.

Faço em bolinhas e congelo.

Contrariamente ao que se passava na minha outra vida, não sinto necessidade de comer pão muitas vezes.

Uma a duas vezes por semana.

 

Depois de ter escrito o post sobre a partilha.

Lembrei-me da Márcia. Santa Padroeira dos sem glúten!

Obrigada, Márcia!

Podem ver a receita da Márcia aqui. A do pão e muitas outras. Inspirem-se!

 

14
Jun17

pessoas, pessoas. E as pessoas...

Joana Marques

Na vida, na vida de cada um de nós vão aparecendo amiúde pessoas diferentes.

Algumas testam-nos.

Outras usam-nos. Ou tentam.

Algumas gostam de nós.

Outras ensinam-nos.

 

Poucas farão a diferença. 

As que fazem a diferença são as que despertam o melhor de nós. 

São como o café que bebemos de manhã.

Fortalecem-nos e fazem-nos ter vontade de sermos melhores pessoas. De aprender mais. De ir em frente.

Com um piscar de olhos tiram-nos o tapete. E isto não tem de ser necessariamente mau.

Têm a capacidade de nos fazer ver a vida e ter vontade de a viver. 

Estas pessoas são raras. E quando as encontramos. Tudo vale a pena.

 

Pág. 1/3

Mais sobre mim

Um grupo no facebook para quem gosta de crafts!

  •  
  • Sigam-me

    Comentários recentes

    Calendário

    Junho 2017

    D S T Q Q S S
    123
    45678910
    11121314151617
    18192021222324
    252627282930

    Arquivo

    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2016
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D

    Mensagens

    Subscrever por e-mail

    A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.