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Quiosque da Joana

handmade life

26.11.17

Por favor! Evitem partir pernas...

Joana Marques

A sério.

Tenham cuidado. E não facilitem.

Não acontece só aos outros.

Aconteceu-me a mim. E não estou a gostar. Nada.

As dores são horríveis. Sobretudo, porque só comecei a repousar há menos de uma hora.

Ainda estou a tentar perceber como é que vou encaixar a falta de mobilidade na minha vida.

Mas vou conseguir. Porque conseguimos tudo, na verdade.

 

Já cheguei a Portugal.

Mal saí do avião. Uma temperatura amena convidava ao passeio.

Lembrei-me que tinha uma perna partida e desisti da ideia.

Mas.....

....fiz um choradinho aos meus pais e levaram-me a Belém.

Antes de ficar aprisionada em repouso queria ter um mimo diferente.

Como aquelas pessoas que estão no corredor da morte. E pedem uma última refeição.

E onde fui?

Aqui.

pasteidebelem.jpg

E não. Não cheguei a Portugal para esquecer a dieta e começar a comer que nem uma selvagem.

Foi um delito pequeno.

De quem teve um azar ontem e precisa de um ânimo extra.

 

Depois passei pelo hospital. Onde trabalha o meu tio.

Só para ter a certeza que estava tudo no sítio.

Está.

30 dias de gesso. Um pouco mais porque calha no Natal. 26 de Dezembro.

Repousar o mais possível. E em principio não haverá sequelas.

Perónio, sem problemas. Atenção especial à tíbia. A probabilidade de correr mal é maior...

Ainda tive de fazer um exame qualquer que o meu tio achou necessário.

Porque achou que se dois ossos partiram, sobretudo a tíbia que é um osso muito resistente, podia ter alguma fragilidade óssea. Importante a ser detetada.

Está tudo bem.

Tenho uns ossos maravilhosos tal como eu lhe disse, antes de fazer o exame.

- Como é que foi a queda?

É a pergunta que tenho respondido mais vezes.

- Foi uma queda como deve ser....

Respondo eu.

 

Depois foi a minha vez de fazer perguntas.

Correr?

O médico olhou para mim com cara de:

- Estás parva?? Não aprendeste nada de nada...

Claro que aprendi...Nunca mais voltar a correr com uma japonesa, australiana...

Vou ter de ter paciência. Poderei voltar. Não se sabe bem quando.

 

Aqui estou. No meu quartinho, em casa dos meus pais.

Aqui ficarei no próximos tempos....

A propósito, ainda falta muito para 26 de Dezembro??

 

25.11.17

cuidado com aquilo que desejas....

Joana Marques

Amesterdão é completamente diferente de Oslo.

Estou a referir-me essencialmente ao meu local de trabalho.

Se em Oslo tinha de enviar um email ao colega do gabinete ao lado, para comunicar com ele.

Em Amesterdão tudo é uma festa. As pessoas são super simpáticas e acessíveis.

 

Em Oslo os meus vizinhos não me cumprimentavam. Nem bom dia, nem boa tarde.

Aqui, a minha vizinha do lado quando soube que tinha chegado tocou-me à campainha para me dar as boas vindas. E ofereceu-me bombons. O outro vizinho do lado, apresentou-me o gato. E ofereceu-me um bolo.

O prédio inteiro adora o Vasco. E alguns vizinhos dão-lhe biscoitos.

E acabei de chegar.

Se ficasse por cá. Ainda corria o risco de ser adotada, por alguém.

 

No meu trabalho todos os dias há jantares. E aos fins de semana festas. E as pessoas convivem todas.

E dão-se bem.

Se estas pessoas fossem estagiar a Oslo morriam de tédio. De véspera.

Por aqui. Há música por todos os lados. E as pessoas são felizes. Pelo menos parecem.

 

Uma colega minha.

Filha de pais japoneses.

Australiana de nascimento.

Holandesa no papel porque chegou com um ano de idade.

Descobriu que eu corria. E fez-se convidada.

 

Eu detesto correr acompanhada.

Em primeiro lugar porque tenho o meu ritmo próprio e enerva-me ter de correr mais devagar ou mais depressa.

A australiana japonesa iria correr devagar e cansar-se nos primeiros 5 minutos. Porque nunca correu na vida.

Em segundo lugar porque as pessoas falam. E eu gosto de correr a ouvir música selecionada por mim. E que me dê alento.

E, senhores. A japonesa australiana é palradora. Se é!

 

Tanto insistiu. Que eu, coração de manteiga de coco, aceitei.

Para a dissuadir marquei para as 7h da manhã de sábado.

Sim, foi hoje.

Pontual, a japonesa, australiana tocou-me à campainha às 7h da manhã.

Vasco resmungou. Estava a dormir. E era uma hora imprópria para se tocar campaínhas!

 

Começámos a correr.

E a trôpega da japonesa, australiana tropeçou. E agarrou-se a mim.

Não sei bem o que aconteceu, depois.

Só sei que foi épico.

Ficará para a história, como um dos mais espetaculares esbardalhanços que este planeta já viu.

Duplo mortal. Com dupla pirueta.

Tinha-me esquecido das asas em casa.

E pumba.

Não sei bem como. Aterrei de barriga para cima.

Senti um estalo na perna. E em seguida a dor mais forte que já tive na vida.

Foi horrível.

E claro fiquei ali. Estendidinha. Uma perna com o dobro do volume da outra. É óbvio que estava partida.

 

Vieram pessoas. Ajudaram.

A japonesa, australiana estava em pranto. Ligou para a mãe a pedir ajuda.

Chamaram uma ambulância e fui para o hospital.

Pouco depois apareceu a família toda da japonesa, australiana. Pai, mãe e dois irmãos. E ela própria.

Percebi que eram todos da mesma família. Para além, de terem feições japonesas. Eram faladores como o caneco.

Não percebi se falavam japonês ou holandês. Sei que falavam. Muito. E depressa.

 

Tinha dores. Mesmo, mesmo dores. De cortar a respiração.

Fui imediatamente atendida. Sempre com a família japonesa atrás de mim.

No hospital devem ter pensado que era filha do casal mas que teria sido trocada na maternidade.

Nunca me largaram. E aos meus gemidos correspondiam com festinhas na cabeça.

 

Fui tratada maravilhosamente bem. Pelos enfermeiros, médicos. Mas também pela minha nova família. 

Depois do raio x.

A maravilhosa notícia.

Perónio e tíbia.

Se é para partir. Que seja em condições. Dois ossos partidos. Apenas um gesso. Bem pensado, Joana!

Deus guarde o plantel do Sporting de tal coisa.

 

socorro.jpg

Não é possível continuar aqui desta forma. Eu e o cão.

Os meus pais chegam amanhã para me ajudarem no regresso.

Vou continuar o meu trabalho, em Portugal.

Seria preferível estar aqui, mas paciência.

Em Janeiro devo de voltar cá. Por uns dias.

 

Sempre ouvi dizer. Cuidado com aquilo que desejas.

Pois. A partir de agora tem outro significado.

Tanto desejei voltar a Portugal.

Voltarei sim, mas escangalhada.

O universo é mais ou menos como eu, às vezes tem um sentido de humor estrambólico. 

23.11.17

netflix. Maldito sejas...

Joana Marques

Já não me lembro muito bem quando. Mas acho que foi entre Agosto e Setembro que aderi ao netflix.

Influenciada por alguém. Convenceu-me a experimentar o mês gratuito que o serviço oferece.

O argumento foi: Seinfeld. Para mim a melhor série de sempre.

Só que não havia Seinfeld nenhum.

 

Este mini problema durou muito pouco tempo. Porque logo descobri mil e uma coisas para ver.

Comecei por ver a série Friends. Duas vezes.

Passeei-me por documentários. E filmes.

Vi séries que nunca tinha ouvido falar. E que gostei.

 

Todos os momentos de tricot/crochet acumulam com netflix.

É viciante.

É só mais este episódio. Só que a maioria das vezes não é. Dois, três ou quatro.

Neste momento ando ver a série: Ozark.

O argumento para começar a ver foi a atriz Laura Linney. Uma das minhas atrizes preferidas..

E agora só vou conseguir parar quando chegar ao fim...

 

Netflix.

Um dia ganho coragem e corto-te para sempre...

...até lá...maldito sejas, mas vou continuar a usar-te sem só nem piedade...

Netflix.jpg

 (imagem retirada daqui)

22.11.17

há sempre uma solução. Ou não!

Joana Marques

Não ganhaste a Agência Europeia do Medicamento?

Não faz mal. Ficas com o Infarmed.

 

Não ficaste com o Infarmed?

Não faz mal. Abres uma Farmácia.

 

Não conseguiste a farmácia?

Não faz mal podes abrir uma Para-farmácia.

 

Não conseguiste por via nenhuma abrir uma Para-farmácia??

Tenta uma ervanária.

 

Uma ervanária, está difícil?

Porque não tentas um espaço esotérico cheio de mezinhas e bruxarias.

 

Há sempre uma solução. Ou não.

Mau, mau é se trabalhares por conta de outrém e de repente o teu posto de trabalho passa de Lisboa para o Porto.

22.11.17

as couves de bruxelas...

Joana Marques

Arrumar malas já me custa.

A sério. estou farta. E estou cansada.

Arrumar malas. E arrumar o cão. E as tralhas do cão. E as minhas tralhas.

E chegar a um país novo.

Chove.

Sempre que eu chego está a chover.

Parece-me que é isto que está a falhar a Portugal. Porque onde eu estou, chove.

Chego. E vou buscar a chaves do apartamento que a minha empresa me reservou.

Entro. Deixo as malas. A um canto.

O cão cheira tudo. E vem ter ao pé de mim contente.

Parece-me que está tudo em ordem. O cão está feliz.

O cão deita-se no sofá e dorme.

Abro o saco que tem as tralhas do cão. Tiro a tigela. Encho a tigela de comida. Outra com água.

E vou às compras.

Os holandeses são simpáticos. Muito mais que os noruegueses.

Pergunto a quem passa onde fica o supermercado mais próximo.

E respondem-me. E deixam-me à porta do supermercado. Não vá eu perder-me. E ainda me dão o contacto de whatsapp. Eu não tenho whatsapp. Nem sei bem o que é. Mas finjo que sei...

Entro no supermercado. Preços muito convidativos. Parece-me que muita coisa será bem mais barata que em Portugal.

Muitos produtos para alimentações diferentes. Muitos processados também. O paraíso dos processados.

Vou direta ao que me interessa. Legumes.

E mesmo a olhar para mim. Estão saquinhos de couves de bruxelas. Frescas.

Sou fã. Absoluta de couves de bruxelas. Em Portugal é raro encontrar frescas. Normalmente compro congeladas.

A vida volta a fazer sentido. Couves de bruxelas. Mesmo bom.

Na minha cabeça, planos para as couves de bruxelas.

Saio do supermercado.

Vou para casa.

Entro em casa.

Alguém ressona.

Já me sinto em casa. Já estou meio adaptada. Exceto na cozinha.

Ando à procura de tudo.

Lá encontro o indispensável. Começo a preparar o almoço.

Couves de bruxelas. Obviamente.

Preparo um franguinho. Guisado.

 

As couves de bruxelas ficam prontas.

E ficam a aguardar o frango.

Pressa. Porque ainda quero visitar o meu trabalho. Antes de começar a sério no dia seguinte.

Pego no telefone. Ligo para os meus pais a dizer que cheguei bem.

Volto à cozinha. Vigio o frango. Desligo o fogão. E preparo-me para comer.

E olho.

....as couves de bruxelas desapareceram...

...Em Oslo, em Londres, em Barcelona...ou em Amesterdão.

Continua a desaparecer comida do meu prato. É incrível como algumas tradições nunca mudam...

...a gula continua a ser pecado mortal, senhor Vasco!

 

21.11.17

quiosque...

Joana Marques

Foi-me sugerido uma mudança no Quiosque.

Não sei se perceberam mas está diferente.

Devem ter percebido, claro! Porque está muito diferente!

 

A ideia foi-me apresentada pelo Pedro.

Quando olhei para o novo Quiosque, o meu coração quase parou!

Lembrei-me logo da minha casa. De Carcavelos. De Portugal.

O meu terraço também tem um toldo alaranjado.

E nos dias bons vejo um imenso céu. E um sol que brilha como em mais nenhum lugar do mundo.

 

É incrível como às vezes só precisamos de um sinal para que tudo volte ao normal ou quase.

Tenho andado stressada, preocupada e tresloucada com o meu trabalho.

Porque quero muito regressar. E depressa.

Não quero falhar e por isso trabalho muito. Não quero errar para não atrasar.

Quanto mais horas trabalhar mais depressa acabo...ou não. Porque o erro anda sempre a rondar.

 

Este foi o sinal que precisava para relaxar e deixar seguir a vida e os dias...

...acho que vai correr tudo bem...

...daqui a uns dias, mais de 30....mas daqui a uns dias voltarei a estar sentada no meu sofá, no terraço, debaixo do meu toldo alaranjado a olhar para o horizonte...lá longe onde o céu encontra o mar.

E o sol brilha como em mais nenhum lugar do mundo.

Até lá. Se tiver saudades. É só entrar aqui. E vou sentir-me em casa...

 

Obrigada, Pedro!

 

18.11.17

sou o que sinto. Sinto muito.

Joana Marques

Maria nasceu em 1919.

No Alentejo.

A mãe morreu no parto.

Sem mãe. Foi criada pelo pai e pelo irmão mais velho.

Não foi à escola. Começou a trabalhar aos 6 anos, em casa de uns senhores.

Em casa ou no campo. Maria era mão-de-obra barata. Quase grátis.

 

Joaquim nasceu em 1912.

Em Lisboa.

Joaquim estudou em Portugal e mais tarde em França.

Regressou a Portugal com 24 anos.

E passou uma temporada no Alentejo.

Nas terras que eram dos seus pais. E que mais tarde herdou.

Nas terras onde Maria trabalhava de sol a sol.

 

Há muito tempo atrás.

Não havia contos de fadas. A vida era dura. Para muitos. Para a maioria.

Maria apaixonou-se por Joaquim. E, Joaquim por Maria.

Foi o Alentejo que os uniu. E o olhar mais bonito do mundo. O mais doce. E intemporal.

 

caboespichel.jpg

Foi aqui. Neste local. Que casaram.

Em 1936. Num dia de Natal. Frio. Muito frio.

O coração quente para sempre.

Foram felizes. Muito felizes.

 

Para mim é um local sagrado.

O meu lugar preferido.

Onde, sou o que sinto. Muito.

 

Na foto, a igreja de Nossa Senhora do Cabo Espichel.

Retirada do instagram do fotógrafo João Farinha.

16.11.17

carta ao Pai Natal. De uma tricotadeira...

Joana Marques

Querido, Pai Natal:

Depois do fiasco que foi o Natal de 2016, não quero que te enganes outra vez.

Uma tricotadeira é um ser especial. Dá valor a coisas que não lembra nem ao menino jesus.

 

Uma agenda. Quem não precisa de uma agenda? Toda a gente precisa de uma agenda.

Pára tudo!

Não é nada do que estás a pensar.

Nós queremos ESTA agenda.

Agenda-2018-Tricot.jpg

Todas as semanas um projeto novo. Para tricotar ou crochetar.

É claro que a tricotadeira pode baralhar-se e esquecer-se de ir trabalhar. Mas isso já não é da tua conta.

Vai por mim. Põe a agenda debaixo da Árvore de Natal. E vais ficar bem visto um ano inteirinho.

 

Outra opção. Pode complementar a anterior.

Todos os gadgets que possas imaginar. Todos são bem vindos.

E por mais que uma tricotadeira tenha marcadores para não fazer asneira.

Há sempre um. Que não tem.

Aquele que tem o formato em S e é cor de burro quando foge.

É esse mesmo que faz falta. Por favor, quero tanto!!

Podes comprar os acessórios aqui.

Se me deres isto:

knitmate.jpg

(imagem daqui)

 

 Isto:

woolwinder2.jpg

 (imagem daqui)

 

Ou isto:

dobadoura2.jpg

Ofereço-te um fato novinho em folha.

Mas em verde. Que o natal por estes lados é da cor da esperança.

 

Se calhar estou a abusar.

Vai na volta, até és um dos lesados do BPN. Ou do Banif. Ou do Bes.

Pronto.

Podes me oferecer uma tigela.

Atenção. DESTAS!

yarn.jpg

 (imagem daqui)

 

yarn1.jpg

  (imagem daqui)

 

NADA de roupa.

Casacos. Camisolas. Meias. Cachecóis.

Não!

Nós queremos é tricotar. E vestir o que tricotamos.

É claro que às vezes demoramos algum tempo.

Desmanchar é o nosso nome do meio.

E por isso as luvas nem sempre estão prontas em Novembro.

E o xaile em pura lã virgem só fica pronto em Maio.

Pormenores!

Não enchas a tua cabecinha com pormenores.

Foca-te no essencial! Sim?

Nós queremos fio. Fio. E fio. Só isso!

Vês como é fácil acertar....

Se quiseres mesmo, mesmo agradar. Não há dúvidas!

Malabrigo! É o fio dos fios.

malabrigo.jpg

(imagem daqui)

Mas o mundo está cheio de opções.

Tens muito por onde escolher.

Aqui. Por exemplo.

yarn3.jpg

(imagem daqui)

Se por acaso. Mas só mesmo por acaso. Estiveres mesmo, mesmo falido.

E nos quiseres presentear apenas e só com uma tshirt.

Nós. Tricotadeiras.

Enfim....pronto.

Aceitamos. Esta. Em verde!

verde.jpg

(imagem daqui)

 

Meu querido, Pai Natal:

 

Ouve bem com atenção.

Eleva-me essa bitola.

Se por nada disto optares.

Devolvo-te à coca-cola!

 

Mas se por outro lado.

Nada falhar.

E me deres tudo sem lamento

Só tenho uma coisa a fazer.

Vou pedir-te em casamento.

 

Vou esquecer-me do Bas Dost,

Em toda e qualquer medida

Porque finalmente encontrei

o homem da minha vida!

 

 

14.11.17

see you again. In Amesterdam...

Joana Marques

Vou fazer as malas. Pela penúltima vez.

A última vez, será para voltar...

Lá vou eu embalar o cão.

Ele já percebeu que há qualquer no ar.

Anda por aqui a cirandar...

..não vá eu esquecer-me dele...

tenho as malas abertas e já entrou 3 vezes na maior....

 

Lá vou eu...

apanhar um avião. O meu transporte preferido de sempre...

 

Lá vou eu...

...deixar Oslo.

Mas em breve volto. Numas férias. Sem o stress do trabalho. Quero conhecer o que ficou por conhecer. Muita coisa!

 

Vou aterrar em Amesterdão.

Uma cidade que adoro.

Vou ser feliz em Amesterdão. Não vou fazer a coisa por menos....

Até já....

25876869-i-love-amsterdam.jpg

 

13.11.17

panteão. E outros dramas...

Joana Marques

Tenho este blog há mais de um ano.

Escrever posts de indignação, devo ter escrito dois.

Um contra os incendiários. Porque não gosto deles.

E outro contra os sacaninhas que deram cabo das figuras rupestres.

 

O resto da atualidade normalmente passa-me ao lado.

Ou melhor. Não me passa ao lado. Eu sei que as coisas acontecem.

Só não me indigno com elas.

Sinceramente: I don't care!

Tenho mais que fazer. Tenho mesmo. Tenho vida.

E também tenho um cão....

 

Quero lá saber que haja livros rosa e azul. Ou às bolinhas amarelas. Raparigas, rapazes e morcegos respetivamente.

Web Summit? Óptimo. Deixem acontecer e não atrapalhem.

Urban Beach. Apurem a verdade, verdadinha e prendam os gajos. Ponto final.

A mudança da hora. Que escândalo! Um horror nunca visto...oh! Não! mudou a hora...

E agora. Para cúmulo dos cúmulos foram jantar ao Panteão. Ai que horror!

 

Se eu fosse uma pessoa dada às escritas.

E se soubesse escrever como deve ser...

Queria ter escrito isto.

É sempre tão bom este blog...

 

 

Joana Marques

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