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Quiosque da Joana

handmade life

Quiosque da Joana

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15
Ago17

Jaqueline. Mas podem chamar-me Jaq...

Joana Marques

Com todas as mudanças na minha alimentação.

Aos poucos fui descobrindo novos sabores. Mas também substitutos.

Se uma pessoa der um jantar em casa convém ter uma sobremesa à altura.

E fiquei muito feliz quando cheguei à receita do Grão Vasco.

 

E quando uma pessoa tem daquelas fomes?

Precisa de um doce ou mata a primeira pessoa que passa à frente.

Antigamente era fácil. 

Um chocolate. Milka. KitKat. Snickers.

Ou, bolachas.

 

E agora? Um quadrado de chocolate negro.

Apazigua um pouco mas há dias em que não é suficiente.

Não é. Não senhor!

 

Fiz-me à estrada. Ou melhor ao forno...e toca de experimentar 1001 combinações.

E comer bolachas. E mais bolachas. 

Umas melhores.

Outras piores.

Outras ainda, intragáveis.

 

O objetivo era simples. 

Encontrar uma receita. Com ingredientes bons. Com calorias, claro! Mas não calorias ocas. Daquelas com zero nutrientes.

Que fossem boas. Muito boas. Daquelas bolachas que comer uma é pouco. Porque são espetaculares.

E, passados uns dias ainda fossem comestíveis. 

 

E descobri. 

Chamam-se Jaquelines. Mas para os quiosquianos, amigos do peito são Jaq's.

E são assim...

jaq.jpgE a receita?

Simples. Muito simples.

Ingredientes:

2 ovos
120 g de óleo de coco
100 g de açúcar de coco
140 g de farinha de amêndoa
160 g de farinha de grão de bico. 
1 colher de chá de fermento 
Sal(opcional)
60 g de pedaços de chocolate (+75% de cacau)
(Coloquei no liquidificador, ficou em pó e por isso ficaram tão escuras.
Podem usar como pepitas.)
 
Bater os ovos com o óleo de coco.

Juntar todos os secos.
Juntar os secos com os ovos e o óleo de coco.
 
Colocar num tabuleiro, forrado com papel vegetal.
Untado com óleo de coco.
 
Bolinhas de massa.
Achatem-nas.
Forno.

7 minutos de forno a 180º .

Desligar o forno e deixar estar uns 10 a 15 minutos.

(no meu forno é assim..mas cose muito rápido)

 

O João já testou a receita.

Asseguro-vos. Está vivo. De boa saúde.

Continua do Benfica.

E diz que gostou.

E as dele ficaram assim:

jaqjoao.jpg

Sim.

Ficaram muito mais bonitas que as minhas! 

24
Jul17

pão sem glúten. Passo a passo.

Joana Marques

Já tinha referido que não estava satisfeita com a receita de pão que estava a seguir.

Entretanto, experimentei várias receitas. Sempre piores. Com ovo, sem ovo.

Inventei outras receitas. Nada de nada.

Comprar pão sem glúten estava completamente fora de opção.

É um alimento processado.

E eu só como alimentos processados em casos extremos.

 

Tanta experiência fiz. Lá consegui.

Cheguei a esta receita.

Gostei muito do resultado.

Já sabe a pão.

Embora o aspeto deixe a desejar...

Experimentei com 5 farinhas. E com estas funciona.

Ao longo do tempo vou experimentando trocar uma farinha por outra e vou dizendo que resulta ou não.

 

Antes de começar apresento-vos um objeto indispensável.

Para muitas receitas.

Sobretudo para fazer pão.

A Joaninha.

1 (7) (1).JPG

A Joaninha é um temporizador.

E é imprescindível.

Fazer pão tem muitos tempos diferentes e é muito normal uma pessoa esquecer-se de um pão a levedar e só perceber no dia seguinte...já me aconteceu!

Se não tiverem uma Joaninha. Podem usar um telemóvel por exemplo.

Com a certeza absoluta que durante o processo podem sujar as mãos e o telemóvel.

 

Ingredientes:

7g de fermento de padeiro.

1 colher de café de açúcar. Usei açúcar de coco.

200 ml de água. Depende se gostam do pão mais ou menos hidratado. Podem usar até 250 ml.

50 g de farinha de Quinoa.

50 g de farinha de Castanha.

50 g de farinha de Teff.

50 g de farinha de Amêndoa,

50 g de Polvilho Azedo.

Sal a gosto. Usei uma colher de café.

Uma colher de azeite. (opcional)

7 g de goma xantana. Em Portugal podem comprar no celeiro, no jumbo...

 

Recomendações importantes:

- Nunca se junta o fermento diretamente com o sal. Mata o fermento.

- A água deve estar morna. Se colocarem o dedo e acharem que está muito quente, esperem um pouco.

Mata o fermento.

- A água dever estar morna. Se colocarem o dedo e acharem que está fria, aqueçam um pouco. Não reativa o fermento.

- Algumas pessoas dizem que a goma xantana pode provocar alergias. Devem ter isso em conta. É feita de milho. No meu caso não notei qualquer tipo de reação.

- Data de validade do fermento.

 

 

1º Passo.

Numa tigela juntar o fermento e a colher de açúcar. Misturem tudo.

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 Depois juntamos a água e mexemos. Tem de ficar uma mistura homogénea.

1 (9).JPG

O fermento é um organismo vivo.

É um fungo.

Gosta de conforto.

Há alguma coisa melhor na vida que uma temperatura quentinha, e uma vida docinha?

Claro que não! Ora aí está, o fermento vai renascer.

Tapem a tigela com uma toalha.

E coloquem-no no local mais confortável da casa.

Não deve apanhar correntes de ar. Deve estar abrigado.

Por exemplo dentro de um forno microondas. (sem estar ligado, obviamente)

Ou numa marquise solarenga.

Não espreitem...

......deixem estar o fermento sossegado!

 

Chamem a Joaninha.

E esperem 15 minutos.

 

Entretanto, não vão ficar à espera do fermento. Vão pôr mãos à massa.

Pesar tudo.

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Juntar tudo.

Não esquecer o sal e a colher de azeite.

Com isto tudo já passaram 15 minutos.

O nosso fermento deve estar prontinho.

Deve estar com este aspeto.

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Se não notarem qualquer diferença do preparado anterior é porque não conseguiram reativar o fermento.

Nesse caso mais vale não usar.

Se usarem é provável que o pão não chegue nunca a pão.

Ou repetem a operação ou então troquem de fermento.

Deve ficar algo leitoso. E deve ter um cheiro próprio que só o fermento tem.

Juntem às farinhas, goma xantana, sal e azeite, o fermento e a água.

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E comessem a amassar. Podem fazê-lo com as mãos.

Não aconselho.

É uma massa sem glúten, pouco elástica.

Agarra-se a tudo e mais alguma coisa.

É horrivelmente peganhenta.

Eu costumo amassar com a batedeira.

Com as varas próprias para massas.

1(201).jpg

Três a cinco minutos e está amassado.

Se acharem que querem pôr mais água acrescentem. Água morna. Sempre morna.

Sim, eu sei! Um aspeto horrível...

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Coloquem a massa dentro da forma.

Usei uma forma de bolo inglês.

Convém estar untada. Usei óleo de abacate. (podem usar de coco, azeite ou uma qualquer gordura)

Se por experiência própria souberem que na vossa forma fica tudo pegado podem optar por forra-la com papel vegetal.

No meu caso não é preciso.

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E sim, o aspeto horrível continua.

Tenham atenção se a massa está bem espalhada.

Tentem não formar buracos sem massa.

Podem alisar a massa molhando a mão com água e passando por cima.

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A massa vai levedar.

Coloquem a forma num local abrigado.

Pode ser onde colocaram o fermento anteriormente.

Tapem com uma toalha.

Não vale espreitar!

 

Chamem a Joaninha.

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Quando passarem os 50 minutos liguem o forno. 180º.

Chamem outra vez a joaninha e marquem 10 minutos.

O pão deve levedar num total de 60 minutos.

 

Passaram os 60 minutos e a massa deve ter crescido.

É sem glúten cresce sempre menos mas ainda assim...devem ver alguma difererença.

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Se quiserem e este passo é absolutamente opcional, podem colocar-lhe sementes.

Como fica um pão feio sempre ajuda a disfarçar.

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Neste caso coloquei nozes, sementes de abóbora e de girassol.

Não aconselho as nozes, têm tendência a queimar depressa.

Vai ao forno.

Depende do vosso forno.

O meu forno é o chamado adiantado mental.

Tem a triste ideia de queimar. Por isso anda entre os 160º e os 170º ao longo da cozedura.

Deve durar entre 40 a 60 minutos.

Podem chamar a Joaninha e marcar 20 minutos.

Se acharem que está muito torrado por cima tapem-no com papel vegetal.

Pelo menos na primeira, segunda vez podem usar, a partir daqui, a Joaninha de 10 em 10 minutos.

Com a repetição da receita facilmente se apercebem o tempo ideal de cozedura, no vosso forno.

Tirem do forno.

E desenformem quando quiserem.

1 (56).JPG

E quando estiver frio podem e devem provar. É bom!

Não fica muito alto.

Não fica muito bonito.

Mas o sabor vai compensar.

Podem cortá-lo em fatias e congelá-lo. Não perde qualidades.

Dizer que este passou o teste mais difícil.

O teste do ovo estrelado!

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Como nota final dizer que pode parecer muito difícil mas não é.

A primeira vez, será mais, mas facilmente entra na rotina e é como cozinhar outra coisa qualquer.

 

18
Jul17

os noruegueses. Não percebem norueguês....

Joana Marques

Quando comecei a trabalhar tinha uma colega que era celíaca.

Nos anos 90, ser celíaco era mau.

Hoje em dia também é. Claro!

Mas hoje, há todo um mundo de alternativas.

Na altura as alternativas eram poucas e muito caras.

A Luísa, era assim que se chamava a minha colega, aproveitava todas as cidades por onde passávamos para procurar alternativas.

A grande luta da Luísa era conseguir fazer um bom pão.

Sem glúten e que tivesse sabor a pão.

 

Quase todas as semanas nos dava a provar um novo pão.

Variava o tamanho, a cor, a textura.

Uns melhores, outros piores mas a Luísa não desistia.

Infelizmente, perdi o rasto à Luísa.

Na altura não ligava muito.

Hoje dava-me muito jeito partilhar e conversar com a Luísa.

 

Contei aqui a receita que estava a usar no que diz respeito ao pão.

Fiz várias vezes.

Optei por fazer bolinhas e congelar.

Mas....não me satisfaz totalmente.

É diferente do pão, pão.

E um bom pão é imbatível.

A verdade é que cada vez sinto menos necessidade de comer pão.

Mas, há dias e dias. E há dias em que apetece.

 

Andava com uma ideia na cabeça.

Tentar cozinhar outros pães.

Outras receitas.

E tinha na minha cabeça um ingrediente que a Luísa falava muito: Goma Xantana.

Goma xantana serve para dar consistência à massa tal e qual como faz o glúten.

A ideia andava a vaguear na minha cabeça.

Ia e vinha.

E depois apoderou-se de mim.

Tarde demais. Já não estava em Barcelona. Tinha voltado para Oslo.

 

Fui ao supermercado.

E andei a ver os pães sem glúten.

Podia ser que se fizesse luz.

Não, não fez...

Não fazia ideia de como se dizia goma xantana em norueguês.

 

Quando na semana passada, estive na minha aula de norueguês, perguntei ao professor.

- Como se diz goma xantana em norueguês??

-

 

Resolvi ir ao tradutor do google.

E goma xantana em norueguês, é segundo o Google: xantangummi.

 

Saí de casa para passear o Vasco e passei numa loja, entrei e perguntei no meu melhor norueguês:

- Boa tarde. Tem xantangummi??

O Vasco.

- Uff?

A senhora da loja.

-

Ainda disse em inglês e em português.

Mas desatei-me a rir.

O ar da senhora da loja era demasiado cómico para eu ficar séria.

Saí da loja.

Insatisfeita? Não totalmente.

A norueguesa não percebeu o que eu disse, é certo.

Saí de lá sem goma xantana. Mas....

....alguém tinha percebido qualquer coisa do que eu tinha dito. Alguém tinha feito: Uff.

Nada mau...nem tudo estava perdido.

Bastava-me ir a uma loja e pedir para ser atendida por um cão...

 

Continuei a passear o Vasco.

E aparece à minha frente uma loja de produtos naturais.

Ou qualquer coisa do género.

Pelo que percebi em vez de venderem salsichas de carne.

Têm em stock montes de salsichas de soja, se procuramos bem....devemos encontrar com aloé vera...e assim.

 

Entrei.

Vi um homem.

Caneco...precisava mesmo era de um cão. Seja o que Deus quiser...

Preparei-me.

Respirei fundo.

E.

Perguntei, com o melhor norueguês de sempre.

Juro!

Melhor norueguês alguma vez falado na Noruega! Incluindo, Suécia e arredores....

- Boa tarde. Tem xantangummi??

Vasco.

- Uff!

- Não.

Ainda arrisquei e perguntei:

- Sabe onde se vende xantangummi?

- Não.

Foi um não, tão NÃO. Um não do tipo...

Se não vens comprar salsichas....não temos nada. Por favor, sai daqui. Sai daqui. Sai daqui.

 

 

Será que não percebeu o que lhe perguntei. Impossível.

Tinha falado na perfeição norueguês.

Também não saí insatisfeita de todo.

Se precisar de salsichas de soja, já sei onde há.

Acreditem....têm tantas!

Aquilo é coisa para render até ao Natal.......de 2034..

E....

Fiquei com a certeza que garantidamente eu e o Vasco partilhamos a mesma frequência.

Aquele uff, já não foi um uff de interrogação, foi um uff...estou-te a perceber.

Continua assim.

Estás no bom caminho.

 

Continuei o meu passeio.

E dou de caras com uma loja onde já fui.

Tem montes de coisas exóticas.

E é lá que consigo arranjar cocos e polvilho.

Tenho de pedir com antecedência. Mas dias depois tenho tudo à minha espera.

 

O Vasco não entrou. Não deixam. Ficou preso a um candeeiro.

- Boa tarde. Tem xantangummi??

O senhor sorriu e ausentou-se.

O meu coração explodiu de alegria. Goma Xantana, olé!

 

Falso alarme.

O senhor trouxe-me um saquinho de gomas em formato de urso.

Disse que não. Não era aquilo.

Peguei no Vasco e fui para casa.

Peguei no telefone e liguei para Lisboa.

Já vem a caminho....

 

Os noruegueses. Não percebem nada de norueguês.

Estou desconfiada que o Vasco percebe tudo.....

 

 

- Uff!

 

 

16
Jul17

granola feita em casa. É tudo de bom!

Joana Marques

Durante muito tempo comi cereais de pequeno almoço dos mais normais.

Comprava-os e comia-os, porque me sabiam bem.

Açúcar? Nunca foi uma preocupação minha. Ser processado. Muito menos.

 

Quando fiz o meu yorktest, comecei a verificar que praticamente todos os cereais de pequeno almoço estavam fora da minha alimentação.

Durante um tempo comprei corn flakes.

Encontrei uma ou outra marca que podia comer.

Misturava-os em iogurte por exemplo.

 

Mais tarde, descobri a granola.

Lia muito bem os rótulos.

E se na lista de ingredientes não constasse nada proibido para mim, era uma escolha certa!

Descobri uma granola que adorava. Esta.

Sempre que a encontrava no supermercado. Era minha.

Tinha dois contras. Era muito cara. E não era feita por mim.

Com o passar do tempo achei que devia começar a fazer a minha própria granola.

Depois de pesquisar receitas. Experimentar. Cheguei à receita que sigo normalmente.

 

Podemos colocar na granola tudo que o que quisermos.

- Sementes (sésamo, abóbora, girassol, chia, etc)

- Frutos secos (amêndoa, nozes, pinhões, avelãs, etc)

- Passas.

- Fruta desidratada.

 

 

Normalmente quando faço a granola, uso o que tenho, há mais tempo em casa.

Para que nada se estrague.

 

A regra que uso é:

- Para cada 500 g de secos, 200 g de mel e duas colheres de óleo de coco.

Passo os secos no liquidificador. Para triturar ligeiramente. Não queremos ter amêndoas inteiras mas também não queremos ter farinha.

Envolvo tudo em lume brando.

Espalho num tabuleiro previamente coberto com papel vegetal.

Coloco no forno. A 180º.

Vigiar com muita atenção.

De 5 em 5 minutos convém mexer.

Devem retirar do forno quando estiver dourada. Deve levar entre 20 a 30 minutos.

Quando retirarem do forno, convém continuar a mexer até arrefecer.

Quando estiver fria podem colocar dentro de um frasco.

 

Por muito boa seja a granola que compram, esta é muito melhor.

A que faço nunca tem aveia.

Porque não gosto de aveia.

Sei que é muito saudável mas ainda não faz parte das minhas preferências.

Vai com o tempo. Quem sabe um dia não é o meu ingrediente preferido.

 

Com o tempo começamos a perceber o que queremos encontrar na nossa granola.

O que gostamos mais.

Esta granola tem:

- 100 g de amêndoa;

- 100 g de nozes;

- 100 g de sementes de girassol;

- 100 g de sementes de abóbora;

- 50 g de sementes de sésamo;

- 25 g de sementes de papoila;

- 25 g de sementes de chia.

 

51 (16) (1).JPG

Acompanhei com leite de coco e mirtilos.

E aqui está um snack bom e saudável.

 

26
Abr17

nem acredito que é saudável...

Joana Marques

Quando comemos alguma coisa que nos sabe bem desconfiamos sempre. Pelo menos comigo acontece.

- Tão bom! Será saudável..

Já lá diz o ditado: "se é bom, ou faz mal, ou é pecado"!

E por isso uma sobremesa muito boa que ainda por cima faz bem, faz desconfiar qualquer um!

Se juntarmos a isto o ditado "não há regra sem exceção" tudo faz sentido.

Aqui está a exceção...

É sem glúten!

É sem lactose!

É sem ovo!

É vegan!

É espetacular!

 

A minha primeira sobremesa paleo!

 

Ingredientes:

4 maçãs médias ou 3 maçãs grandes

150 ml de leite de coco

2 colheres de sopa de óleo de coco

200 g de amêndoa triturada (ou 200 g de farinha de amêndoa)

100 g de açúcar de coco

canela a gosto

noz moscada a gosto

 

Tirar a casca às maçãs e cortar.

Colocar as maçãs cortadas num recipiente que possa ir ao forno.

Polvilhar as maçãs com o açúcar de coco. Não usar todo.

Juntar o açúcar que sobrou com a amêndoa, a canela e a noz moscada.

Juntar e incorporar o leite de coco e o óleo de coco ao preparado anterior. Mexer bem.

Barrar a maçã com este preparado.

Forno pré aquecido a 180º.

Colocar no forno 30 a 40 minutos.

Fica uma sobremesa docinha.

Se gostarem de sobremesas menos doces usem maçã reineta.

Também podem usar mais amêndoa e menos açúcar de coco.

 

5 (8).JPG

25
Nov16

massa de arroz com frango e mexilhões...

Joana Marques

Gosto desta receita porque para além do sabor não tem glúten...

Não tenho grandes problemas com o glúten mas desde que fiz o yorktest, o glúten apareceu a amarelo...naquela zona de fronteira...posso comer mas não devo abusar..

A massa de arroz que uso já partilhei no instagram.

Já experimentei várias, para mim esta é a melhor de todas.

É uma das refeições que tem lugar cativo na minha marmita.

 

 

Uma colher de sopa de óleo de coco (opcional)

Uma colher de sopa de azeite

Uma cebola picada

Massa de arroz

Duas porções de frango. (podem usar restos )

Mexilhões a gosto

Tomate cereja

Brócolos

Sal a gosto

 

 

Numa frigideira anti-aderente, juntar o  óleo de coco, azeite a cebola picada, o tomate e o sal.

Deixar até a cebola cozer.

À parte cozer o frango. Desfiar. (reservar)

Na água do frango cozer a massa de arroz. (reservar)

Cozer os brócolos. Cortar os brócolos. (reservar)

Juntar o frango, a massa, os brócolos e os mexilhões na frigideira. Mexer tudo.

Gosto de juntar rúcula, agrião e espinafre quando vou comer. É opcional...eu gosto muito muito de verdes!

 

massadearroz.jpg

 

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