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Quiosque da Joana

handmade life

Quiosque da Joana

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06
Jun17

banana bread...

Joana Marques

No tempo em que fui hospedeira viajei muito.

Sempre gostei de viajar, nessa altura e foram vários anos aproveitei tudo o que consegui.

Um dos países que gostei de visitar mais foi a Austrália.

Já lá estive três vezes.

A primeira vez que lá fui não saí de Sidney e arredores. Passei lá a passagem de ano. Foi memorável.

A segunda vez, em 2009 já ia com outros planos.

Juntei as férias desse ano e folgas e estive por lá quase um mês e meio.

Éramos seis. E fizemos uma parte da costa, rumo ao sul. De caravana.

Parávamos quando queríamos.

Comíamos quando nos apetecia.

Fizemos praia. Andámos pelo campo. Conhecemos pessoas espectaculares.

Ensinaram-me a pescar.

O momento alto da viagem foi quando, depois de várias tentativas, pesquei um peixe! Sim, estava vivo!

Quando estávamos a regressar a Sidney. À base.

O nosso estado era de "mortos vivos".

E decidimos parar numa terra chamada Millthorpe.

Procurámos um hotel. Pensão...qualquer coisa.

Precisávamos com urgência de um banho quente e de uma cama.

Indicaram-nos uma quinta. Um casal geria a quinta e também uma espécie de turismo de habitação.

Uma simpatia. Acolheram-nos muito bem.

Um casal jovem. Com dois filhos.

Para além da quinta e da pousada, tinham ainda uma pequena loja.

 

Foi nessa altura que provei pela primeira vez banana bread. Não é um pão, não é um bolo, é banana bread.

Adorei.

Provavelmente porque já estava fora de casa há muito tempo. Mas também porque era bom.

Pedi-lhe a receita. Achei que me ia mandar dar uma volta. Mas não.

Deu-me a receita. Fiz em casa. Consegui fazer igual.

Depois a vida dá voltas.

E eu não como glúten há mais de dois meses.

Mas não posso passar sem o meu banana bread.

E por isso. Depois de várias tentativas. Aqui fica a receita de um. Versão Paleo.

 

Ingredientes.

2 bananas.

2 ovos

40 g de óleo de coco liquido

40 g de açúcar de coco

80 g de farinha de coco

80 g de farinha de amêndoa

60 g de leite de coco

uma colher de chá de canela

uma colher de chá de fermento

 

Misturar os ingredientes líquidos todos: bananas esmagadas, ovos, óleo de coco e o leite de coco.

Misturar os ingredientes secos todos: açúcar de coco, farinhas de coco, farinha de amêndoa, canela e o fermento.

Juntar tudo. Mexer. Colocar numa forma de bolo inglês. Forno pré aquecido a 170º. Cozer durante 30 a 40 minutos a 170º.

 

Se quiserem podem colocar por cima do bolo uma calda de banana. Fica mais bonito e mais guloso.

Numa frigideira anti-aderente colocar meia chávena de água (a quantidade de água depende da quantidade de calda que querem fazer), 2 colheres de açúcar de coco.

Em lume brando ir mexendo e esperar até formar uma calda.

Cortar uma banana  e colocar na calda.

Deixar cozer.

E colocar por cima.

  1(5).jpg

(handmade life)

01
Jun17

Grão Vasco. A receita!

Joana Marques

Grão Vasco.

É uma homenagem a quem me tem feito companhia nos últimos tempos.

A quem me tem aturado estes meses todos. Sempre de forma paciente!

Uma forma de agradecimento ao mais eficiente dos despertadores.

 

 

Aqui vai a receita da melhor sobremesa que já fiz na vida, chamada Grão Vasco.

 

Inicialmente queria imitar a torta de laranja da minha avó Maria. Em versão Paleo.

Como não tenho tabuleiro de tortas aqui e não me apetecia comprar fiz numa forma redonda sem buraco.

O resultado foi surpreendente.

É delicioso. Bom. Muito bom. Apetece comer tudo de uma vez...

Não é bem um bolo. Não é bem um pudim. É o céu dentro de uma sobremesa...

 

Ingredientes:

6 ovos

3 laranjas

200 g de açucar de coco

50 g de farinha de amêndoa

40 g de óleo de coco

uma colher de chá de fermento

 

Juntamos os ingredientes secos: açucar, farinha de amêndoa e fermento.

Juntamos a raspa das 3 laranjas.

E mexemos tudo.

Os ingredientes secos vão incorporar os sabores e aromas da raspa de laranja.

 

Juntamos aos secos o sumo das 3 laranjas.

Se deixarem cair polpa não há problema

Mexam.

À parte partimos os ovos e com uma vara de arames batemos.

Incorporamos a gema com a clara.

(não é preciso batedeira)

Juntamos os ovos ao preparado anterior.

Misturamos tudo bem.

Acrescentamos no fim o óleo de coco liquido.

Colocamos numa forma.

O forno deve estar pré aquecido a 170º/180º

Esteve dentro do forno 30 minutos a 170º.

Devem ir espreitando para não se queimar.

Quando desenformarem vão perceber que aparece uma espécie de caramelo no prato.

Não tirem. É delicioso.

Não fica uma sobremesa bonita de encher o olho.

O sabor compensa!

Juntei chocolate preto derretido em óleo de coco.

Para cada fatia, um quadradinho de chocolate derretido com uma colher de café de óleo de coco.

1 (30) (3).JPG

Este Quiosque já tem uma sobremesa oficial: Grão Vasco!

Obrigada, João pela ideia! Grão Vasco é mesmo um grande nome!

 

26
Mai17

leite e farinha de coco....

Joana Marques

O leite de coco contém muitos nutrientes, vitaminas, minerais tais como: potássio, cálcio e cloreto.

Possui ácido láurico que tem propriedades anti-bacterianas, anti-virais, anti-fúngicas, anti-microbiano e anti-inflamatórias.

Estimula o sistema imunológico.

Se o comprarem vejam sempre o rótulo.

Se tiver muitos E's...não comprem! É pior a emenda que o soneto.

Fazer leite coco é muito fácil.

Precisam disto!

1 (29) (1).JPG

É um coador de tecido.

Comprei o meu, num workshop que fiz sobre leites vegetais.

Em Portugal vendem-se na loja dos chineses.

Existe um aparelho que se chama chufamix que podem usar em vez do coador.

Eu não tenho porque acho muito caro.

Precisam também de um liquidificador.

Têm de passar por todos os passos que expliquei no outro post que falei de coco.

Desta vez não devem comer a polpa.

Coloquem metade da polpa cortada no liquidificador.

5.JPG

Não é preciso tirar a parte castanha.

Juntar 150 ml de água.

E o liquidificador faz o resto.

Convém que fique uma pasta quase líquida.

Cuidado com o liquidificador.

Podem ir parando e deixar o pobre descansar!

Quando derem por terminada esta parte colocam a pasta no coador...e depois é só espremer...espremer...

A verdade? Parece que temos uma vaca em casa....só que bem comportada!

Depois de não sair nem mais uma gota do coador não deitem fora os resíduos!!

 

Passamos à segunda parte do coco.

Juntam desta vez 100 ml de água e o procedimento é o mesmo.

Quando colocarem a pasta no coador.

No final coloquem os 50 ml de água a "limpar" o liquidificador para não perderem nada.

Podem fazer o leite de coco com mais água e ficará leite magro ou com menos água e ficará mais concentrado.

Depende do que querem fazer com ele.

Se fizerem gelados, por exemplo, dá jeito ter um leite de coco muito consistente!

Podem também escolher a água.

Eu uso da torneira mas podem fazê-lo com água mineral.

No final terão isto!

1 (17) (1).JPGSe não usarem nos próximos dias (um, dois dias) congelem.

Dá muito jeito, porque é um processo ainda demorado...e assim está sempre à mão.

Vão perceber que a água tem tendência a separar-se da polpa do coco.

É normal.

No que compramos também acontece!

 

E os restos?

Coloquem-nos numa frigideira anti-aderente.

4 (2).JPG

E em lume muito baixo devem deixar secar.

E isto é a farinha de coco.

Quanto mais fininha melhor por isso quando passam no liquidificador devem mesmo deixar estar algum tempo.

Quando acharem que está seca podem peneirá-la.

E deixar ao ar durante um dia.

Podem depois fechá-la numa caixa.

Deve mesmo estar seca ou então vai-se estragar.

Normalmente aproveito o dia que faço a farinha e faço também pão e gasto-a toda.

Não à perigo de se estragar....

7.JPG

Terminar por dizer que em Portugal um coco custa aproximadamente 0,70€.

Uma lata de leite de coco bom custa mais de 2€. E alguns têm E's...

Uma embalagem de farinha de coco custa mais de 3€.

 

Espero que seja útil e que não façam o mesmo que a minha irmã.

Foi à loja dos chineses comprar o coador.

Comprou um coco.

Furou os olhinhos do coco.

Tirou a água.

Atirou o coco ao chão.

Lá o conseguiu partir.

Separou a casca da polpa.

Cortou aos bocadinhos.

Liquidificador.

Coador.

Espremeu...tudo o que o que havia para espremer.

Colocou o leite num frasco e ligou-me...

- Joana, não consigo usar isto...parece mesmo leite!

Deixo aqui a etiqueta que usei na garrafa do leite.

23
Mai17

um prego, um martelo e 3 olhos perfurados...

Joana Marques

O coco! É um dos alimentos mais saudáveis do mundo!

A gordura do coco tem propriedades medicinais.

Antigamente, pensava-se que esta gordura contribuia para um colesterol elevado e doenças cardíacas.

No entanto, percebeu-se que não.

Pelo contrário são usadas pelo corpo para prevenção de algumas doenças por exemplo: Alzheimer.

 

Para muita gente é considerado um alimento exótico e estranho.

E ainda predomina o mito que faz mal.

Temos o exemplo de uma população no pacífico sul, Tokelauanos que desmente o que tanto tempo se propagou.

A sua alimentação é 60% coco ou derivados e por isso deviam estar a cair que nem tordos.

Enfartes, ataques cardíacos e quem sabe ventrículos explosivos....mas nada disso acontece.

Diz que são das populações mais saudáveis do mundo.

Viver numa ilha do pacífico é capaz de ajudar...sol, mar e alguém para amar!

É o sonho de muito boa gente!

Não há stress que resista. Isso e consumir coco!

 

O óleo de coco ajuda a queimar gordura e por isso ajuda-nos a ter o peso certo!

Possuí uma substância chamada ácido láurico que ajuda a combater fungos, vírus e bactérias no nosso corpo.

É saciante e por isso temos menos fome para comer.....pasteis de nata, por exemplo!

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Tudo o que é bom dá trabalho. E abrir um coco pode não ser tarefa fácil.

Precisam de armas à altura!

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Um martelo e um prego!

Juro! É mesmo verdade.

Como podem ver tanto o martelo, como o prego já não vão para novos.

Comprei-os a um boliviano que faz manutenção na minha empresa.

 

Primeiro passo: encontrar os olhinhos do coco.

Sim, o coco tem olhos!

Não um. Não dois...mas três!

E é aí que começa toda a aventura.

Perfurar os olhinhos do coco.

Usam o martelo e o prego.

Um de cada vez, sem dó nem piedade!

E logo aqui o coco dá-nos a sua maravilhosa água. (pode acontecer o coco não ter)

Podem começar por aproveitar esta água. Não deitem fora!

Experimentem bebê-la.

Esta água é muito rica em potássio, cálcio e magnésio.

Previne doenças cardíacas, alguns tipos de cancro e a aterosclerose.

Faz muito bem à pele.

E preserva todas as bactérias boas que temos.

 

Em seguida temos de abrir o coco.

Como se costuma dizer o que conta é o interior.

E o do coco é top!

Nesta fase convém afastarem-se da humanidade.

Partir um coco pode ser uma atividade violenta.

Escolham um local...enfim...uma varanda por exemplo e atirem-no ao chão.

A força a usar?? Vão perceber por vocês mesmos....

Não tenham pena dele, afinal já lhe furaram os olhos....

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Quando o coco estiver estalado devem conseguir parti-lo.

E nesta fase começam por ver a polpa.

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Com a ajuda de uma faca devem conseguir separar a polpa da casca.

E podem começar a cortá-la.

Se tiverem dificuldade em separar a casca da polpa, antes de atirarem o coco ao chão, podem tê-lo no forno durante 15 minutos a 150º.

Embora seja muito mais fácil de tirar a polpa, deixei de usar este método porque tenho receio que o coco perca alguma propriedade com o calor.

 

A polpa do coco é muito rica em flavonoides.

Os flavonoides previnem e ajudam a combater tumores, reduzem o risco de cancro, têm uma ação anti-bacteriana, anti-viral e anti-inflamatória.

Estimulam o fígado e reforçam o sistema imunitário.

 

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Não é preciso tirar a parte castanha da polpa.

É um excelente snack para levar para o trabalho.

Para um lanche. Ou até para acompanhar uma refeição. É muito refrescante...

É tudo de bom.

Experimentem!! E vão ficar surpreendidos com o sabor que é diferente daquele que associamos ao coco.

 

20
Mai17

a importância de ler um rótulo...

Joana Marques

Durante anos e anos andei ao sabor do vento...

Como quem diz, despreocupada com o que comia, com o que comprava.

Quando fiz o meu teste de intolerância alimentar comecei a ter de ler os rótulos.

Nos primeiros tempos passava horas no supermercado a lê-los.

E comecei a perceber, que às vezes compramos presunto que tem ovo. Ovo??

E a gelatina de sempre, afinal tem leite.

Tantas surpresas desagradáveis que tive na altura.

Depois de várias sessões a ler rótulos passei a saber o que comprar.

 

Muitos alimentos parecem saudáveis.

Muitos alimentos são-nos apresentados como saudáveis.

E como passaporte para a felicidade, juventude e vida eterna.

É claro que isso é impossível.

Se tudo correr bem vamos ficar velhos. É a vida!

Ao contrário do que os mais jovens possam pensar, ser velho não é sinónimo de ser infeliz, pelo contrário.

Se for saudável, tiver interesses na vida poderá ser uma fase muito boa. Não ter de picar o ponto é outro nível.

Chegar a velho, tomar 12 comprimidos por dia, ter diabetes e osteoporose se calhar já não é assim tão bom.

 

É, enquanto jovens que devemos pensar nisto.

Tal como fazemos um PPR para assegurar a reforma.

Que tal fazer um seguro de saúde a sério.

Exercício físico, boa alimentação e um estilo de vida saudável. Estar atento, ler muito e obter toda a informação possível é o caminho.

E sim, ter saúde dá trabalho. Mas com o tempo e com a prática começamos a simplificar os processos.

 

 

Agora que mudei novamente a minha alimentação.

Estilo paleo.

Deixei de comer alimentos processados.

Ou quase.

Tento comprar alimentos apenas com um ingrediente, só em casos especiais dois ingredientes.

Um alimento é como um casamento, 3 é demais!

Por exemplo: manteiga de coco que tenha como ingredientes: coco, agave e óleo de palma, já não compro.

Prefiro fazer em casa.

Comprar o coco, só coco. E fazer eu.

 

Façam o exercício, na próxima vez que forem ao supermercado, leiam o rótulo do chocolate que costumam comprar. Se tiver muitos ingredientes, desconfiem.

 

Uma amiga minha, esta semana esteve numa conhecida loja de produtos naturais e saudáveis e enviou-me alguns rótulos.

Alimentos caros, caríssimos.

Se lermos os rótulos, percebemos que são pobres nutricionalmente.

Não é por estar naquela loja ou na área saudável do supermercado que é saudável.

É claro que a loja também tem produtos bons.

Temos de ler os rótulos.

E decidir.

 

E o preço? Caro não é sinónimo de bom!

Uma laranja é mais barata que o nectar empacotado. A laranja é mais saudável!

Lembrem-se de descascar mais e desembalar menos.

 

O mais escandaloso rótulo foi este: uma bebida vegetal de amêndoa.

O chamado leite de amêndoa.

Com 2% de amêndoa.

rotulos.jpg

Se formos criteriosos nas nossas escolhas as marcas e as lojas também se adaptam.

E teremos melhores produtos.

19
Mai17

sabiam que...#2

Joana Marques

A banana!

Tem níveis de potássio elevados que contribuem para uma tensão arterial equilibrada.

Tem fibra e por isso está indicada para digestões mais fáceis. Sacia.

Faz com que os intestinos funcionem como relógios suíços.

Até porque é uma fonte generosa de prebióticos que ajudam a manter as bactérias fofinhas que vivem nas nossas entranhas.

 

Se quiserem  estar acompanhados de bactérias demoníacas comam açúcar.

Se quiserem estar acompanhados de  bactérias queridas, fofas e amorosas comam bananas. E não só!

 

A banana contém frutooligossacarídeos, que nos ajuda, a absorver alguns nutrientes como o cálcio e o magnésio.

Contém vitamina A que nos protege a visão. E uma pessoa não vai para nova.

Diz que comer uma banana por dia pode liquidar o stress, porque tem triptofano que no nosso corpo é convertido em serotonina.

Comer uma banana é dar ao nosso corpo uma energia sem fim.

Fortalece o sistema imunitário porque tem vitamina c.

Tem uma outra grande vantagem.

É uma fruta arrumadinha e sossegada.

Pode ir connosco para qualquer lado.

É só descascar e comer...

 

Panquecas de banana

2 ovos

uma banana

5 a 6 colheres de sopa de farinha de amêndoa

(se não gostarem do sabor da farinha de amêndoa substituam por outra mas tenham atenção às quantidades que podem não ser as mesmas)

Juntar tudo. Podem passar pelo liquidificador.

Colocar pequenas porções de massa numa frigideira anti-aderente.

Deixar cozinhar lentamente.

Se apressarem as panquecas, vingam-se!

Desfazem-se, ficam feias e queimam....

 

À parte:

Uma colher de chá de óleo de coco.

Cortar um pêssego aos bocadinhos.

Reduzir.

Podem polvilhar com canela.

Colocar este preparado entre as panquecas.

E o que sobrar por cima.

Decorei com frutos vermelhos.

 panquecasbanana.jpg

Foi o meu pequeno almoço na quarta-feira!

E gostei!

 

Se fazem receitas espetaculares, ou qualquer outro trabalho a nível manual: tricot, costura, pintura, etc; o grupo handmade life é para vocês!

Não se esqueçam de aderir!

Tem graça se formos muitos....

12
Mai17

sabiam que....

Joana Marques

A manga!

Para além de ser deliciosa, é uma fonte rica de fibra, antioxidantes, vitaminas e minerais.

É pobre em calorias mas rica em nutrientes!

 

Como tem vitamina A, B6, C e E é extremamente eficaz no cuidado da pele.

A vitamina A ajuda a uma boa visão. Como é um alimento alcalino ajuda a ter digestões mais fáceis.

As vitaminas contidas na manga reforçam o sistema imunitário prevenindo infeções.

A vitamina B6, ajuda a produzir um neurotransmissor chamado gama-aminobutírico.

Os seus antioxidantes são bons para prevenir o cancro, porque ajudam a nível celular.

Melhora também o funcionamento das artérias.

Como contém ferro ajuda na construção de células vermelhas do sangue prevenindo o aparecimento da anemia.

 

Não é uma fruta que dê muito jeito comer fora de casa.

Por isso costumo transformá-la em mousse. Um receita super fácil.

Caso para dizer: menos é mais!

 

Mousse de Manga

- uma manga

- 10 cl de leite de coco

Tudo no liquidificador.

Colocar em tacinhas e reservar no frigorífico.

Decorei com chocolate.

1 (5).JPG

nota: ao comprar o leite de coco olhem para o rótulo com atenção. Não comprem nada que tenha aqueles E's horríveis...

Se não gastarem o leite de coco todo. Congelem para não se estragar.

 

Se fazem receitas espetaculares, ou qualquer outro trabalho a nível manual: tricot, costura, pintura, etc; o grupo handmade life é para vocês!

 

 

07
Mai17

farinhas e sementes...

Joana Marques

Neste post tinha partilhado as etiquetas que usava para identificar as farinhas que tinha em casa.

Quando o fiz ainda comia glúten. E por isso as etiquetas estavam muito viradas para aquilo que eu consumia na altura.

Com o passar do tempo e com a decisão de deixar de comer glúten e posteriormente a minha passagem para a alimentação paleo, comecei a consumir muitos alimentos novos.

Farinhas novas.

Sementes novas.

E como eu sou nova nisto, algumas ainda confundo.

Chia e sementes de papoila. São tão parecidas.

Farinha de coco que compro feita (não a que eu faço) e polvilho doce.

Para não confundir as farinhas com farinhas e sementes com sementes fiz novas etiquetas.

Desta vez em modo Paleo.

 

1 (3) (1).JPG

Deixar as farinhas e sementes no pacotinho depois de aberto não é opção.

Sempre num frasco fechado!

E identificado!

É só imprimir, recortar.

Plastifiquei para durar mais.

Colei com fita cola de duas faces.

E decorei! Já sabem que eu vivo na pirosilândia...

Fiz as que precisava no momento.

Se acharem que falta alguma podem deixar nos comentários que eu atualizo!

 

Etiquetas Paleo!

23
Abr17

a revolução na minha cozinha!

Joana Marques

Paleo falando....

Para além de ter mudado praticamente todos os ingredientes dos meus pratos. E isso foi meia revolução.

A revolução maior estava para vir.

A revolução na forma como confeciono os alimentos.

Foi a revolução total na minha cozinha!

 

 

Cozinhar a vapor!

Já tinha ouvido falar. Nunca tinha experimentado.

E não é preciso grandes coisas nem nada muito caro.

Podem adquirir este acessório para cozer a vapor. No Ikea ou noutro local qualquer.

 

Também existem panelas a vapor.

Se tiverem uma panela de arroz podem usar para cozer a vapor.

E existem panelas especiais que cozem só a vapor. Estas duas soluções são mais caras. Muito mais caras.

avapor.jpg

(tirei a imagem daqui)

 

O alimento cozinhado desta forma é mais saudável. Não perde nutrientes na água.

E é uma forma mais ecológica de cozinhar porque gastamos muito menos água.

E o sabor é melhor. Muito melhor.

Podemos cozinhar vários alimentos juntos. Carne, vegetais, peixe. O que for preciso. E por isso poupamos tempo e trabalho.

 

Algumas informações que considero úteis:

Quando introduzimos os alimentos no acessório, a água deve estar quente. Mas não deve ferver.

O acessório com os alimentos não deve tocar na água. Se isso acontecer já não está a ser cozido a vapor.

Só deve ser temperado com sal (neste momento uso sal dos himalaias) depois de cozido.

Mas na água podem acrescentar ervas aromáticas para aromatizar os alimentos.

Temos de respeitar os tempos de cozedura. E ter em atenção que os que demoram mais tempo devem ficar em baixo e os outros em cima.

 

Se experimentarem vão notar a diferença. No sabor. Na cor e apresentação.

 

4 (1).JPG

 

08
Abr17

mais um dia feliz...

Joana Marques

Os meus dias, no que diz respeito à comida, neste momento já são compostos por apenas 3 refeições.

Ás vezes, quando me deito muito tarde como qualquer coisa.

No entanto, já não é frequente.

 

Começo de manhã pelo Creme Budwig.

E até de manhã há diferenças.

Já não acordo com aquela fome capaz de não aguentar ir tirar análises em jejum, por exemplo.

Se não comer logo não há problema.

Aguento uma, duas, três horas.

 

Ao almoço:

Salteei frango em azeite e tomilho.

Cozi a vapor batata doce e cogumelos.

Juntei alface (diferentes tipos) e canónigos. Juntei tomate, meio abacate e um iogurte de coco (que eu fiz).

 

4 (1).JPG

Comi tudo!

 

Ao jantar uma salada. Rúcula, nectarina, pescada desfeita, beterraba, abacate e tudo temperado com azeite.

Mesmo que não sejam paleo, nem tenham vontade de o ser, experimentem cozer legumes a vapor. São deliciosos!

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