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Quiosque da Joana

13.02.18

não tenho. Mas se tivesse...

Joana Marques

Não tenho namorado.

Mas se tivesse fazia-lhe este bolo.

E se ele não gostasse, mandava-o ir dar uma volta.

Porque este bolo. É.....indescritível.

Não é um bolo para todos os dias. Até porque dá trabalho a fazer.

É um bolo para ocasiões especiais. Como o dia dos namorados.

Com a vantagem de poder ser feito antecipadamente.

 

Leva poucos ingredientes.

E pode ser feito do tamanho que nos der jeito.

Eu faço-o só com duas camadas.

Mas podem fazer um arranha céus...

 

O bolo é feito em duas partes.

1ª parte. Suspiro.

6 claras em castelo.

Junto 150 g de açúcar de coco.

Continuo a bater.

Divido este preparado em duas partes.

Em papel vegetal e em circular coloco no forno, em dois tabuleiros.

Para que o suspiro fique bom é preciso muita paciência.

Eu costumo colocar o forno baixinho. Durante 10 minutos.

Desligo 10 minutos.

Ligo outra vez. Durante 10 minutos.

Desligo 10 minutos.

Faço isto durante uma hora e meia. Mais ou menos.

No final desligo e deixo estar uma hora dentro do forno.

Cuidado para não queimar. É preciso ser muito vigiado.

Sempre que desligo o forno. Troco os tabuleiros de lugar. Para apanharem o mesmo calor.

 

2ª parte. Mousse de chocolate.

Podem usar a mousse do costume.

Eu gosto desta.

6 gemas.

2 ovos.

Claras em castelo.

Duas colheres de sopa de óleo de coco.

200 g de chocolate. Usei 85% de cacau.

Derreti o chocolate com o óleo de coco.

Juntei o chocolate, o óleo de coco às gemas.

E depois as claras em castelo.

Este mousse de chocolate fica muito consistente. Gosto assim. Tipo bombom aveludado.

 

Colocar um suspiro num prato.

Encher de mousse de chocolate.

Colocar o outro suspiro por cima.

E encher o topo de mousse de chocolate.

Colocar amêndoas laminadas por cima. E frutos vermelhos.

Antes de servir. Aqueçam o forno. Desliguem e coloquem lá dentro o bolo.

Quando o provarem.

Céus!

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Correm o risco. Um sério risco. De estarem perante um amor para a vida toda.

Feliz dia dos namorados.

04.02.18

a sobremesa de hoje...

Joana Marques

O que mais gosto na minha vida é a minha família.

Grande. Enorme.

Para além, dos dois irmãos e seis sobrinhos. Tenho muitos tios e tias. Primos já perdi a conta....

Estão espalhados por todo o país e também pelo mundo.

É bom saber que para onde for é provável ter uma casa à minha espera.

 

Domingo. É dia de almoço familiar.

Em casa da minha irmã ou dos meus pais. Estou ansiosa para ter a minha casa pronta. Para poder fazer o almoço de domingo em minha casa.

Estou ainda mais ansiosa pela volta do meu irmão e da família.

Para a mesa ser ainda mais composta.

Dá trabalho? Dá.

Mas estarmos juntos compensa tudo.

 

Hoje foi em casa da minha irmã.

Encomendaram-me o pão.

E a sobremesa.

Por aqui cada vez mais se diz não ao açúcar. Mesmo de coco.

Açúcar só para dias especiais.

Até nos aniversários estou a cortar. Porque somos muitos. E quase todas as semanas temos um aniversário.....

 

Hoje resolvi levar mousse de ananás.

Para uma lata de leite de coco biológico.

Meio ananás. Ou abacaxi.

Três colheres de sopa de farinha de amêndoa.

Liquidificador.

Para dar um brilho especial à mousse, derreti meio chocolate 92% cacau em óleo de coco.

(uma colher de chá para cada quadradinho de chocolate)

Eu não o fiz mas podem acrescentar açúcar ao chocolate.

Derreter bem.

E depois da mousse distribuída nas tacinhas. Colocar o chocolate em cima.

Colocar no frigorífico.

O chocolate vai solidificar.

E quando estamos a comer a mousse, o chocolate derrete-se na boca.

O contraste entre o sabor do chocolate e do ananás é tão boa!

Por aqui, gostaram....é para repetir muitas vezes.

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03.02.18

rituais..

Joana Marques

Quinta feira.

Numa tigela junto uma saqueta de fermento, 200 g de farinha de trigo biológico integral e água morna.

Deixo fermentar durante 24 horas.

 

Sexta feira.

Junto 250 g de farinha de trigo biológico e integral, 50 g de farinha de coco, o fermentado da quinta feira.

Vou acrescentando água morna.

Amasso como nunca amassei nada na vida.

Sovo a massa como se me quisesse vingar de alguém.

Ponho a massa a descansar durante uma hora.

Depois dessa hora.

Volto a amassar. E a sovar. E a amassar.

O processo é um bocado violento. Mas vale a pena.

Deixo a massa a repousar mais uma hora.

Dez minutos antes de colocar a massa no forno, pré aqueço-o a 180º/200º.

Ponho a massa dentro da forma. Desta vez, usei uma forma redonda de silicone mas já tenho usado uma forma de bolo inglês.

Meia hora depois temos pão.

Deixo-o descansar até ao outro dia de manhã.

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Sábado.

Acordo.

Faço um chá de gengibre.

Corto o canto do pão.

Ponho manteiga de amêndoa por cima.

E como devagarinho. Devagarinho.

Sem pressas e sem stress.

É sábado! O melhor dia da semana...

 

 

14.01.18

bolo de laranja

Joana Marques

Queria conseguir fazer um bolo.

Daqueles bolos que se fazem numa forma. Daqueles bolos que oferecemos a alguém quando vamos almoçar lá a casa.

Queria que o bolo não tivesse glúten. E fosse minimamente saudável.

E que fosse bom.

Muito bom. Daqueles bolos que comemos uma fatia e temos de comer outra logo a seguir.

Para além disso, queria um bolo que no dia seguinte ainda fosse bom.

 

Juntei farinhas mais farinhas. Ovos. Fruta.

E frutos secos. E o caneco. E mais o diabo.

Fiz testes que nunca mais acabam.....

 

E....

Minha gente. Consegui.

Aqui está ele. Um bolo que não desilude pequenos. Não desilude graúdos. Nem Vascos...

Um bolo que pode ser chamado de..............bolo de laranja!

 

5 ovos

300g de farinha de amêndoa

raspa de uma laranja

sumo de uma laranja

uma colher de chá de fermento

100g de açúcar de coco

uma colher de chá de goma xantana (opcional)

 

Bater as claras em castelo.

Num outro recipiente juntar os outros ingredientes.

 

Depois de tudo misturado, juntar às claras.

Forno médio. 25 a 30 minutos.

Derreti 100 g de chocolate com uma colher de sopa de óleo de coco e barrei o bolo.

(usei 80% cacau da vivani mas podem usar um qualquer)

Este último passo é opcional.

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08.01.18

que se lixe o glúten...

Joana Marques

Desde Abril, contam-se pelos dedos de uma mão as vezes que comi glúten.

Quando os meus tios me visitaram em Oslo, posso ter comido glúten num bolinho norueguês.

Quando cheguei a Portugal com a perna partida e me deu na cabeça, afogar as mágoas em Pastéis de Belém.

E no Natal!

Não sendo celíaca, não preciso de ser 100% rigorosa com o glúten.

E em 2018 sou capaz, ainda não sei quando, de começar a introduzir o glúten. Pouco a pouco para perceber se há ou não reação.

Continuo a fazer o meu pão sem glúten, para mim.

A minha família pediu-me pão normal. Daquele, feito com farinha de trigo.

Tal como eu fazia antes de emigrar.

Enquanto estive em casa dos meus pais, não deixei que comprassem. Eu fiz o pão.

 

Se comprarem pão em grandes superfícies, leiam os ingredientes.

Façam esse favor a vocês próprios e à vossa família.

Vejam a quantidade de aditivos que tem um simples pãozinho.

Se comprarem numa padaria, em alguns casos poderá ser pior.

Porque não temos, sequer, acesso à lista de ingredientes!

 

Para fazer pão, bom pão, é apostar numa boa farinha.

Integral. E de trigo biológico. Por exemplo.

Tenho escolhido da marca Seara e tenho gostado muito.

 

Ingredientes:

500 g de farinha de trigo

450 ml a 500 ml de água morna

Uma saqueta de fermento de padeiro tenho usado da marca Condi

Duas colheres de azeite (opcional)

Uma colher de chá de açúcar (usei de coco)

Sal a gosto

 

Convém terem um objeto deste tipo:

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A joaninha.

Um temporizador que nos ajuda a não nos esquecermos do pão.

Podem usar um telemóvel...

 

1º Passo:

Numa tigela juntar o fermento, o açúcar e a água morna.

Mexer tudo. E deixar a repousar num local abrigado. Pode ser dentro do forno por exemplo.

Esperar 15 minutos.

 

2º Passo:

Juntar a farinha com o azeite, o sal e a água.

Misturar tudo muito bem.

Eu gosto de amassar à mão mas também podem amassar com uma batedeira.

(usar as varetas próprias)

A massa deve ficar ligada entre si.

Uma boa massa não suja as mãos.

Para adquirir a consistência desejada podem usar mais farinha ou mais água.

Deixar levedar uma hora.

Mais uma vez escolham um local abrigado.

 

3º Passo:

O pão levedou uma hora, deverá ter aumentado de tamanho.

Amassem outra vez.

Não tanto quanto a primeira vez.

E coloquem a massa na forma que queiram levar ao forno. Eu estou a usar uma forma de silicone redonda mas também pode ser numa forma de bolo inglês. Também podemos dividir a massa e fazer pães pequeninos.

Deixem levedar mais uma hora.

 

4º Passo:

Depois de levedar esta segunda vez vai diretamente para o forno.

O meu tem cozido num forno a gás, a 200º, entre 30 a 40 minutos.

Convém monitorizar o pão se o estiverem a fazer pela primeira vez.

Os fornos a gás são todos diferentes e nem sempre muito certos.

Com a prática o processo fica mais simples e muito mais fácil.

 

5º Passo:

Comer o pão.

Uma maravilha!

Digo eu que não como glúten mas já provei várias vezes a minha obra!!

Era Natal....

 

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 instagram

04.01.18

sopa da semana

Joana Marques

A vinda da Alice mudou tudo.

Tudo. Tudo.

Tenho a sorte de ter os meus pais a ajudarem. Se estivesse nisto sozinha nem sei como seria.

O tempo. A falta dele. É o busílis da questão.

Antes da Alice era super organizada. Tinha tempo de cozinhar e fazer o que me desse na cabeça.

Complicado ou simples. Era só escolher.

Esta última semana percebi que as coisas mudaram mesmo.

 

Descurar a minha alimentação está completamente fora de questão.

É entrar num ciclo vicioso.

Má alimentação dá origem a pouca energia, ficar doente e apática.

E por não ter energia e estar apática faz com que não me apeteça comer como deve ser porque a asneira é mais fácil e as tentações andam por aí....

Já passei por isso e não quero voltar!

O que aprendi no ultimo ano é que alimentar-me bem é a diferença entre ter uma vida boa ou uma vida miserável.

E as minhas boas energias estão no topo, nos dias em que como 4 a 5 peças de fruta (diferentes) e muitos verdes à refeição, acompanhados de uma porção de carne ou peixe.

Organizar-me como escrevi neste post não vai ser de todo possível. Pelo menos todas as semanas.

Para além de me faltar o tempo para cozinhar. Falta-me também o tempo para comer.

 

 

Não tendo tempo e não querendo descurar a minha alimentação, virei-me para a sopa.

Uma alternativa fantástica.

Já era fã. Agora sou super fã. É para continuar até a Alice sair de casa....daqui a uns 30 anos.

 

Faço uma sopa forte que me sacie e me dê força. E saúde. Principalmente saúde.

Esta sopa substitui uma refeição.

Quando uma pessoa está cheia de fome.

Não tem tempo para nada.

Mas não quer desgraçar-se com a primeira barbaridade que encontra pela frente. Sopa é a solução.

Se for bem feita, é muito nutritiva.

Saciante.

Fácil de aquecer. E ainda mais fácil de comer.

 

Esta semana foi assim:

Usei uma panela de pressão.

Uma grande panela de pressão.

8 litros de capacidade.

8 litros de boas energias!

Coloquei na panela uns 4 dedinhos de água.

(Se quiserem uma sopa forte e robusta precisam de muito pouca água)

Juntei à água, um peito de frango;

uma batata doce grande;

uma cebola grande;

uma courgette grande;

uma couve flor,

e espinafres até encher a panela.

Depois de tudo cozido acrescentei uma tigela de grão cozido.

Passei tudo.

É mais fácil de comer...

 

 

Não há cá desculpas..para não comer bem!

E sinto-me....assim!

 

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22.12.17

em Quiosquiano. Com tradução!

Joana Marques

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 Quiosquianos!

A Joana e o Vasco desejam

a todos os que passam por este Quiosque

Um Natal cheio de Amor!

 

 

Receita dos Quiosquianos

130 g de manteiga (usei ghee)

100 g de açúcar de coco (podem pôr mais ou menos conforme a preferência)

2 ovos

150 g de farinha de coco

Meia colher de chá de goma xantana (opcional)

As especiarias que mais gostarem (usei canela e noz moscada)

Sal (se acharem que precisa)

Uma colher de chá de fermento em pó.

Juntar tudo.

Mexer muito bem. Com as mãos.

Estender a massa com um rolo sem a deixar muito fina.

Usar cortadores que gostem.

Forno a 180º. Atenção, se cozerem muito não são boas. Se ficarem no ponto são espetaculares!

Podem servir simples, com chocolate por cima ou com qualquer outra iguaria.

Se as conseguirem furar podem colocá-las na árvore de Natal.

 

 

10.12.17

croquelines

Joana Marques

Quando deixei de comer glúten comecei por experimentar fazer um pão que levava polvilho doce.

Por inabilidade minha. Nunca ficou como eu gostava. Vi muitas fotografias desse pão espetaculares.

O meu comia-se mas não era assim nada de jeito.

 

Depois quando criei a minha própria receita. Não coloquei polvilho doce.

O mais trágico é que tinha a casa cheia de polvilho.

Na altura estava na Noruega. E quando encontrei polvilho doce, qual formiga, resolvi armazenar.

Já passei por vários países e sempre com o polvilho doce atrás.

 

No dia em que parti a perna.

Estava eu de madrugada a arrumar a minha tralha para voltar a casa. E choco de frente com o polvilho doce. Trouxe-o.

 

Até que resolvi dar-lhe uso.

Não sei muito bem mas não simpatizava muito com esta espécie de farinha.

Sempre que o usei. O resultado não foi grande coisa.

Até que...as croquelines surgiram na minha vida.

Croque...porque ficam super crocantes.

Lines porque são primas das minhas amadas jaquelines.

 

Croquelines.

Mais fáceis de fazer que as Jaq's. Muito saborosas.

Um biscoito despretensioso. Mas que sabe bem.

Experimentem com café. Ou chá.

A receita é super simples.

 

Um ovo.

Duas colheres de açúcar (usei de coco).

uma colher de sopa mal cheia de óleo de coco derretido.

Canela (opcional)

Polvilho doce. (5 a 8 colheres de sopa)

Tudo ao molho e fé em Deus.

A quantidade do polvilho depende do tamanho do ovo.

Eu usei um ovo biológico pequenino e coloquei 6 colheres.

A massa tem de ficar moldável...sem se agarrar às mãos.

Enquanto estiver liquida continuem a colocar polvilho.

E a mexer.

Podem fazer o formato que quiserem.

Vai ao forno a 170º, entre 15 a 20 minutos.

Têm de encontrar um ponto de equilibrio, se ficarem pouco tempo no forno não ficam crocantes e não se chamam croquelines. Se ficarem muito tempo ficam muito secas.

No fim podem envolver as croq's em chocolate.

Usei 99% cacau da Vivani.

 

Eu e o polvilho doce fizemos as pazes.

Definitivamente.

É Natal.

 

Se têm na vossa vida um polvilho que não gostem.

É tempo de abrirem espaço para ele. Quem sabe um dia não têm uma surpresa.

C-R-O-C-A-N-T-E!

 

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27.10.17

derrete-se na boca. E também nas mãos...

Joana Marques

Tenho escolhido chocolate com mais de 80% de cacau. De preferência acima dos 90%.

A minha escolha tem recaído para esta marca. Penso que também se vende em Portugal.

 

 

Precisava de ter chocolate à altura. Dos meus gostos e necessidades.

Apetecia-me algo mais do que o chocolate propriamente dito.

Tornou-se pobre. A partir de um certo ponto.

E os que são mais ricos....têm açúcar, ou leite.

Ou algum aditivo. Que nunca me foi apresentado. E que eu dispenso.

 

Se não há. Tenho de ser eu a fazer...

As quantidades que usei podem variar e serem adaptadas às preferências de cada um.

 

150 g de chocolate (uso 92% cacau da Vivani)

40 g de coco ralado

150 g de amêndoa torrada. (podem trocar a amêndoa por avelãs, nozes...ou o que quiserem)

uma colher de chá de óleo de coco

 

Derretam o chocolate com o óleo de coco.

Torrem a amêndoa partida ou inteira. (eu costumo partir em metades)

Para torrar a amêndoa é só colocar num tabuleiro no forno e retirar quando estiver mais dourada.

Juntem o coco ralado, a amêndoa ao chocolate derretido com o óleo de coco.

Coloquem num recipiente forrado a papel vegetal, no frigorífico. Duas a três horas.

E pronto!

Depois é só cortar.

Vão ficar com bocadinhos de chocolate meio toscos. Mas muito bons.

Se quiserem algo mais apresentável. Escolham forminhas individuais. As de silicone para não pegar.

 

Costumo acompanhar com o café.

Também gosto de acompanhar com fruta.

Não abusar. Deve ser comido com alguma moderação.

- Percebeste, Joana???

-

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21.10.17

espelho meu, espelho meu....

Joana Marques

Tenho andado a 1000.

Muito trabalho. Muito, muito trabalho.

Sem tempo para nada.

Hoje fui trabalhar. Porque tudo o que tenho para fazer é muito. E as coisas não aparecem feitas sozinhas.

O tempo está entre:

- Não sei se deprimo.

- Não sei se corto os pulsos.

O Vasco. Foi para o trabalho comigo. E esteve o dia todo com humor de cão.

Eu percebo. Trabalhar ao sábado é mesmo chato....

 

Cheguei a casa. Cansada. Com fome.

Entre deprimir. E cortar os pulsos. Preferi algo mais produtivo.

Fui para a cozinha.

Mas não demorei muito. Nem 5 minutos...

O que queria mesmo era comer alguma coisa boa.

Saciante.

Enrolar-me numa manta.

E ver televisão.

Nem que fosse por 5 minutos.

 

Já tinha experimentado algumas vezes. E nunca tinha corrido bem. Ficavam sempre borracha.

Como mudei de ingredientes. Dei-lhe o benefício da dúvida. E experimentei outra vez.

E deu nisto:

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 E por isso pergunto.

 

Espelho meu, Espelho meu...

haverá no universo mais próximo

algum bolinho melhor que o meu??

 

Se estão com dúvidas, olhem lá bem para ele outra vez....

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 Um ovo

Uma colher de sopa de coco ralado

Uma colher de sopa de farinha de amêndoa

Uma colher de sopa de cacau

Uma colher de sopa de açúcar de coco (podem colocar menos ou mais, depende do nível de gulodice)

Duas colheres de sopa de leite de coco

Uma colher de café de fermento

Canela se gostarem. Coloquei uma colher de chá bem cheia.

Micro-ondas dois minutos.

Coloquei uma calda de chocolate por cima. Porque eu mereço...

 

E pronto.

Sejam felizes! Como eu fui....

9.jpg

 

 

Joana Marques

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