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Quiosque da Joana

handmade life

Quiosque da Joana

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15
Set17

já fiz o tpc!

Joana Marques

Esta semana.

Na minha aula de norueguês.

O professor deu-nos um trabalho de casa.

Cada um de nós tem por missão dar a conhecer um episódio da história do seu país e apresenta-lo à turma na próxima semana.

Em norueguês. Vai ser lindo!

 

Imediatamente, escolhi a minha.

 

26 de Agosto de 1902.

Sintra. Belas.

Locais privilegiados para passar férias. O primeiro era morada de verão da família real.

Disputou-se nesse dia o jogo de futebol entre o Sport Club de Belas e uma equipa de Sintra.

A equipa de Sintra era constituída sobretudo por veraneantes que se encontravam de férias, por estas paragens.

O jogo foi disputado em Seteais. Chique!

Ganhou a equipa de Belas.

3-0

Destacaram-se neste jogo alguns jogadores: os irmãos Gavazzo, Francisco Maria e José Maria.

 

Dois anos depois. 1904.

Alguns dos que tinham participado no jogo e que moravam em Lisboa. E na zona do Campo grande.

Encontraram-se. Entre eles.

Os irmãos Gavazzo que tinham brilhado no jogo de 1902, José Holtreman Roquette (José de Alvalade), José Stromp e mais alguns...

Decidiram fundar o Campo Grande Football Club.

O avô de José de Alvalade, o visconde de Alvalade foi designado presidente deste clube.

Pagavam por mês. Uma quota. 300 réis.

De vento em popa. Lá ia o novo clube.

Organizavam jogos de futebol. Ténis. Algumas provas de atletismo. E competições de esgrima. O novo clube tinha também uma vertente de divertimento e organizava também alguns eventos mais recreativos

 

Em 1906. Zangaram-se.

Uma parte queria que o clube tivesse uma vertente desportiva e social. A outra, nem por isso, apenas o desporto. E só desporto.

 

12 de Abril de 1906.

José de Alvalade. Organiza um piquenique.

Não convidou os sócios que estavam em desacordo com o rumo do clube.

E separa-se definitivamente.

Juntou os irmãos Gavazzo para o acompanharem na nova aventura. E mais alguns amigos.

Pediu dinheiro ao avô, o Visconde, para fundar o novo clube.

O Visconde também disponibilizou o terreno!

 

8 de Maio de 1906.

José de Alvalade. Disse na Assembleia de Fundadores.

"Queremos que o Sporting seja um grande clube, tão grande como os maiores da Europa"

E foi aqui que o nome do clube foi ouvido pela primeira vez.

E que o verde. Ficou a nossa cor.

 

19.

O Sporting teve 19 fundadores.

- José Alfredo Holtreman Roquette.

- José Maria Gavazzo

- Frederico Ferreira

- Alfredo Augusto Holtreman

- Fernando Barbosa

- José Stromp

- Henrique Junior

- John Scarlett

- Eduardo Mendonça

- Afonso Botelho

- António Stromp

- Augusto de Freitas

- Augusto Seguro

- Francisco Gavazzo

- Francisco Stromp

- Sérgio Rolin

- José de Castro

- José Correia Ferreira Roquette

- João Serrão de Moura

 

1 de Julho de 1906.

Acordou-se, entre todos o nome.

Sporting Clube de Portugal.

Embora, José de Alvalade preferisse, Grande Sporting Clube de Portugal.

 

Ontem, hoje e sempre. O Sporting é um clube eclético.

Com muitos títulos conquistados. Dentro e fora de portas.

E assim. Um dia. Se fez história. 💚

E eu, fiz o meu tpc!

 

 

12
Set17

eu cá não sou supersticiosa...

Joana Marques

Na minha vida. Pessoal. Profissional. Não acredito em nada.

Acredito no poder do café. 

Com as mudanças alimentares já não preciso dessa muleta.

Neste momento, acredito no que sempre acreditei.

No trabalho. Empenho. E mais trabalho. Alguma inspiração.

E às vezes não chega. E o que se deve fazer?

Ainda mais trabalho!

 

No que diz respeito ao Sporting. Tudo muda.

Acho que tudo é um sinal.

Deixei de ouvir os relatos na TSF porque o Sporting uma vez não ganhou.

E comecei a ouvir na Antena 1. E desde que ouço na Antena 1, nunca perdeu.

Não ouço os relatos sempre. Só às vezes. Mas têm de ser na Antena 1!

 

Este ano temos a Bas Dosta. 

A Joaninha feita pela Áurea e pela Paula.

basdosta.jpg

A Bas Dosta foi uma vez ao estádio.

Ganhámos mas não foi muito convincente.

Voltou a sair de casa noutro jogo.

Não correu muito bem.

Um dia ficou dentro da caixa e o Sporting ganhou 5-0. 

E pronto. Assim se decidiu que Bas Dosta até ao final da época vai permanecer sossegadita.

E fechada. 

Não se mexe nem para limpar o pó.

A Áurea e a Paula são boas pessoas.

E devem perceber mais ou menos a minha angustia. Lá a têm trancada!

 

Hoje.

O jogo ia começar. 

E quem é que quer ir à rua????

Vasco!

- Agora??

- Claro que é agora!

- Não aguentas 45 minutos??

- Olha esta...claro que não aguento. Quero ir à rua. Quero ir à rua. Quero ir à rua. Quero ir à rua. 

 

Já o tinha levado à rua às 15h e pouco, quando cheguei a casa.

E às 18h30. Já com o Sporting e o jogo no horizonte.

Mas a bexiga deste cão não contempla jogos de futebol.

Nem sequer o Bas Dost.

O que é inexplicável!

 

Lá fomos os dois.

Xixi, aqui. Cocó, acolá.

Mais uma volta ao quarteirão.

E o jogo entretanto deve ter começado.

Já eu tinha passado do estado conformado.

Para o estado de abstração total.

E pensava noutra coisa qualquer. 

 

Recebo uma mensagem do João Farinha a dizer que o Sporting estava a ganhar.

E esta? O Sporting está a ganhar.

Outro golo. Gelson.

2-0

Pensei.

- Vou mas é ficar na rua até o jogo acabar. Isto de eu estar ao frio está a dar sorte.

E lá fiquei eu. E o cão. 

A criar raízes. 

 

Não queria arriscar.

Ou melhor...até arrisquei! Uma pneumonia. Mas foi por amor. 💚

Porque em Oslo...enfim. O tempo....não vamos falar sobre isso!

 

E o final! 

Dramático, ou não fosse o Sporting.

1-3

2-3

E eu já não sabia se ficava ao frio ou ia para casa.

Aguentei-me....

 

Eu cá não sou supersticiosa. Nada. 

Só, sou muito...

...em circunstâncias especiais! 

 

08
Set17

a sócia n.º4

Joana Marques

Maria de lourdes Borges de Castro.

Destacou-se no Sporting em ginástica. Pertenceu à primeira equipa que conquistou o campeonato nacional.

Adepta de atletismo. Acabou por ingressar também na equipa de vólei e de natação do clube.

 

Teve uma educação muito moderna. Tendo em conta a época em que foi menina.

Adepta fervorosa. Sportinguista.

Diversas vezes distinguida. Prémio Stromp. Leão de ouro. Leão de Ouro com Palma.

 

Em 2010 saltou de paraquedas. Com 84 anos. Uma leoa. De verdade! 

 

Sócia do clube desde o dia em que nasceu. Era a sócia mais antiga do Sporting. Mas também do país.

Filha de um dos primeiros associados. O seu pai, Humberto, sócio desde 1906. Tinha ele 12 anos.

 

Tinha 94 anos. E deixou-nos.

Um dia triste para nós. Que somos Sporting.

 

Uma estrelinha verde. Outra. Para nos ajudar a iluminar o nosso caminho.

 

marialourdes.jpg

 

01
Set17

ensinar português. A estrangeiros...

Joana Marques

Saí do trabalho. Às 15h.

E decidi ir dar uma volta. Ver umas lojas. Entrar noutras. E fazer as compras da semana.

Numa das lojas, a atender, estava uma rapariga. Muito nova. Norueguesa.

Eu em inglês. Ela também em inglês.

Perguntou-me de que país eu era.

- Portugal.

E pediu-me para lhe ensinar uma ou duas palavras em português.

É claro que aproveitei logo. E ensinei-lhe a melhor palavra do mundo.

Qual saudade, qual quê!

- Sporting!

-

- S-P-O-R-T-I-N-G

Pediu-me outra.

- Alvalade.

-

- A-L-V-A-L-A-D-E

-

Foi mais difícil esta.

 

Mais! Pediu ela.

Decidi ser ambiciosa. A joia da coroa.

- Rui Patrício..

- $%#"&#"

- Rui Patrício..

 

Desisti.

Não conseguiu.

Parecia que tinha aberto um frasco, com o vírus da Varíola e estava a ser atacada por ele.

 

E assim, se ensina a língua de Camões por terras noruegueses....

...com sucesso! Muito sucesso! 

23
Ago17

das histórias que o meu pai contava...

Joana Marques

Quando era pequena, como muitos miúdos ao longo dos tempos, só adormecia se me contassem uma história.

Nem sempre era eficaz. Nem sempre resultava.

O bicho era meio selvagem. E dormir sempre foi pouco importante para mim.

Ao contrário dos miúdos e miúdas que cresceram a ouvir contar as histórias da carochinha, Cinderela e gato das botas.

As histórias em minha casa eram outras.

 

3 filhos.

A minha irmã mais velha já não precisava.

O meu irmão exigia a presença da minha mãe.

E a mim sobrava-me o meu pai.

E o meu pai era o Sporting. E por isso as histórias eram sobre o Sporting.

 

João Jurado. Nasceu em 1906. Na Amora.

Gostava de jogar futebol. E jogou em vários clubes.

Um dia apaixonou-se perdidamente. Por um clube. O Sporting.

Para sua grande infelicidade teve de deixar o futebol.

Precisava viver. O futebol não dava dinheiro. E ocupava muito tempo.

O patrão fez-lhe um ultimato!

- Ó Jurado! Escolhe! Ou o futebol ou o trabalho.

Parou durante dois anos. E durante estes dois anos poupou cada centavo. Cada tostão.

Comprou um táxi. E começou a trabalhar por conta própria. A fazer ele os seus horários de trabalho.

Para poder jogar no Sporting.

jurado.jpg

Dizem que o amor à camisola é coisa que está em desuso.

Ainda acredito. Que não. Pelo menos, alguns jogadores.

Sou uma ingénua. Ou então gosto demasiado do Sporting. E custa-me a crer que não sintam o mesmo.

Hoje. Lutem.

E honrem a camisola.

O símbolo que estão a representar tem muita história. De empenho, de sacrifício e de amor.

Muitos passaram por lá. E deixaram a sua marca. Deixem a vossa também. 

06
Ago17

lar. Doce lar...

Joana Marques

5 de Agosto de 2003

Tinha 22 anos. Era uma miúda.

Trabalhava desde os 17. No mesmo sítio. Ou seja pelo mundo.

Era hospedeira. E tinha amor à camisola.

Nesse dia. Fez ontem 14 anos. Fui chamada de urgência. Às 20h.

Lá fui. Precisavam de mim num voo. Madrid.

Nem costumava fazer Madrid. Mas se precisavam de mim. Estava pronta a servir a minha empresa. Como sempre.

Tinha tido uma semana alucinante. Daquelas sem horários. Sem rotina.

Este bónus não vinha a calhar. Mas...

Ainda por cima, teria de ficar lá para o dia seguinte.

Tudo bem. Desde que conseguisse chegar a tempo.

A tempo de ver a história a ser feita. A tempo de participar na história.

 

 

 

6 de Agosto de 2003.

Acordei cedo. Em Madrid.

Hoje era um grande dia.

Daqui a pouco estaria em Lisboa.

E mal podia esperar.

Tinha crescido no velhinho Estádio José de Alvalade.

Lembro-me de esfolar lá os joelhos por ser uma bruta a correr entre as bancadas.

Naqueles últimos anos diferentes estados de espírito. Passaram por mim.

Deixar o Estádio antigo partiu-me o coração. Mas é assim...

Por outro lado tinha de o deixar ir. Era bom sinal. Era sinal de evolução. E quem está parado morre.

Há 14 anos atrás o novo estádio foi inaugurado.

A nossa casa.

O nosso futuro.

 

 

Eram 12h. Devia estar a sair de Madrid.

Eram 12h30 quando o comandante nos disse que iríamos sair mais tarde.

Eram 13h. E mal podia respirar.

Eram 14h. E mal conseguia pensar. Tinha a aflição estampada no olhar.

Chegámos a Lisboa às 17h30. Mais ou menos. Com várias horas de atraso.

Quando me despachei de todas as tarefas.

Supliquei por boleia. Pedi a um colega meu que tinha uma mota que me levasse.

Do aeroporto a Alvalade é um tirinho. 

E de mota. É mesmo já ali.

De mota. Sem capacete. E com o meu colega a praguejar.

Eu sei que não se faz. Mas vale tudo pelo Sporting.

 

Cheguei a horas.

Ainda com o coração na boca. Mas não interessa. 

Estive lá.

Fiz parte da história.

Juntei-me à minha família toda.

Pais. Irmãos. Cunhado. Sobrinhos. Tios. Primos. Amigos.

E a todos os outros. Sendo sportinguistas. São também meus amigos. Família, portanto.

Foi um dos dias mais bonitos da minha vida.

O dia da nossa casa.

A partir desse dia, já perdi a conta das vezes que lá fui.

Para mim é um lugar único do mundo.

Nunca fui tão feliz num lugar como sou ali.

É só entrar. Que me sinto em casa! Lar, doce lar....

A nossa casa faz hoje 14 anos. 

E eu estive lá.

 

01
Jul17

a primeira palavra que escrevi na vida. Não foi Joana.

Joana Marques

A primeira palavra que escrevi na vida foi Sporting.

Foi o meu pai que me ensinou.

 

Nasci numa família sportinguista.

Antes do meu pai nascer, já toda a família era sportinguista.

O meu pai e todos os irmãos são sportinguistas. O meu avô nem se teve de esforçar muito porque para todos era óbvio que eram do Sporting. Ponto Final!

 

Tal como aconteceu na minha família.

Quando nasci, toda a gente era do Sporting.

O meu irmão, a minha irmã, a minha mãe e obviamente o meu pai.

Antes de ser registada como cidadã portuguesa, fui registada como sócia do Sporting.

Tenho 36 anos de sócia e uns mesinhos.

 

Do lado da minha mãe existiam todas as cores. A minha mãe é nascida e criada no Porto.

Do lado do meu pai, não! Todos os meus tios e tias. E primos. Todos do Sporting.

Desde pequena que adormecia com a voz do meu pai a contar-me histórias do Sporting.

Aquele jogo épico.

Aquele sportinguista que ele admirava.

Aquela modalidade onde éramos imparáveis.

O meu pai sabia tudo sobre o Sporting.

E quando me juntava com os meus tios, tias e primos só se falava de Sporting.

 

O meu pai, para grande desgosto da minha mãe, tinha lá em casa uma estante só com Sporting. Livros, folhetos, bilhetes antigos ou bugigangas que foi colecionando ao longo dos tempos.

 

O meu irmão, mais velho que eu 5 anos e tal como o meu pai, colecionava tudo. Recortes de jornais. Cromos. Posters. Camisolas. Cachecóis. A cada campeonato, comprava sempre uma nova caderneta de cromos. Mas só colava os cromos dos jogadores do Sporting. Deitava fora o resto.

 

 

Eu nasci e cresci neste ambiente.

E durante um tempo tive um problema grave.

Muito grave.

Não sabia ler.

Bem olhava para a estante do meu pai. Mas não sabia ler.

Até que entrei para a primária. E comecei a juntar as letras. E aos poucos a aprender a ler.

E quando comecei a ler mais ninguém me parou.

Lia tudo. Desde as paragens de autocarro, passando pelos jornais que apanhava e todos os livros que deitava a mão.

E queria ler os livros da estante do meu pai. Os livros do Sporting. A minha mãe não me deixava.

 

Tive a sorte de ter herdado dos meus irmãos uma quantidade de livros.

Do meu irmão a coleção dos cinco. E montes de livros de banda desenhada.

Da minha irmã a coleção das gémeas de Santa Clara, do Colégio das 4 Torres, da Carlota, da Patrícia, etc.

 

Foi exatamente por ler a coleção das gémeas de Santa Clara que tive a melhor ideia de sempre.

Comprar uma lanterna.

Para quê?

Para ler à noite sem os meus pais darem conta.

 

Entrei na loja do Sr. Jorge, em Campo de Ourique e perguntei o preço das lanternas.

300$.

Uma fortuna.

Ainda não tinha semanada. Com 7 anos não tinha direito. Em minha casa só a partir dos 10, quando fosse para o 5º ano.

Recebia dinheiro dos meus tios nos anos e no Natal mas ia para uma conta. Foi com esse dinheiro que comprei o meu primeiro carro. Verdinho! Lindo...

 

Comecei a juntar todo o dinheiro que ia conseguindo com esforço.

Ás vezes recebia um dinheirito para comprar rebuçados, pastilhas e às vezes um bolo.

O meu irmão e a minha irmã de vez em quando lá me davam uma esmola também.

Os meus pais também me iam dando porque pensavam que eu estava a fazer a coleção de cromos: "dias felizes".

Quais dias felizes, quais quê?

Queria era uma lanterna.

Ao fim de longos meses de poupança consegui ter 300$. E lá comprei a lanterna.

- Sr. Jorge não diga nada à minha mãe...

O Sr. Jorge sorriu. E cumpriu. E nunca disse nada.

 

Era fácil.

De noite. Quando toda a gente lá de casa dormia. Levantava-me.

Subia a uma cadeira.

Tirava um livro.

Levava-o para a cama.

E debaixo dos cobertores com a minha lanterna.

Li a história e as histórias todas do Sporting.

Li e vivi episódios. Bons e maus.

7 anos. E era feita de Sporting.

 

Para mim ser do Sporting é mais ou menos como me chamar Joana.

Ou ser filha de Mariana e de João. Irmã de Sofia e de Tiago.

Ser do Sporting. Eu sou do Sporting.

 

Parabéns!

111 anos. 111 anos de história. Que é também a minha história. E a dos meus.

 

sp2.jpg

 

17
Mar17

Saint Patrick's Day...

Joana Marques

17 de Março!

Hoje!

É dia de São Patrício. Padroeiro da Irlanda.

Actualmente é comemorado em vários países onde o inglês é língua oficial.

Um dia em que as pessoas se vestem com trajes predominantemente verdes. Yes!

 

A nossa língua oficial não é o inglês.

Mas nada nos impede de comemorar o dia!

 

Quem não tem cão caça com gato. E por isso....

Desejo a todos e a todas um dia de São Patrício muito feliz!

patricio.jpg

(foto de Gonçalo F. Santos para GQ Portugal)

 

 Por hoje é tudo!

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