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Quiosque

handmade life

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16
Jul17

granola feita em casa. É tudo de bom!

Joana Marques

Durante muito tempo comi cereais de pequeno almoço dos mais normais.

Comprava-os e comia-os, porque me sabiam bem.

Açúcar? Nunca foi uma preocupação minha. Ser processado. Muito menos.

 

Quando fiz o meu yorktest, comecei a verificar que praticamente todos os cereais de pequeno almoço estavam fora da minha alimentação.

Durante um tempo comprei corn flakes.

Encontrei uma ou outra marca que podia comer.

Misturava-os em iogurte por exemplo.

 

Mais tarde, descobri a granola.

Lia muito bem os rótulos.

E se na lista de ingredientes não constasse nada proibido para mim, era uma escolha certa!

Descobri uma granola que adorava. Esta.

Sempre que a encontrava no supermercado. Era minha.

Tinha dois contras. Era muito cara. E não era feita por mim.

Com o passar do tempo achei que devia começar a fazer a minha própria granola.

Depois de pesquisar receitas. Experimentar. Cheguei à receita que sigo normalmente.

 

Podemos colocar na granola tudo que o que quisermos.

- Sementes (sésamo, abóbora, girassol, chia, etc)

- Frutos secos (amêndoa, nozes, pinhões, avelãs, etc)

- Passas.

- Fruta desidratada.

 

 

Normalmente quando faço a granola, uso o que tenho, há mais tempo em casa.

Para que nada se estrague.

 

A regra que uso é:

- Para cada 500 g de secos, 200 g de mel e duas colheres de óleo de coco.

Passo os secos no liquidificador. Para triturar ligeiramente. Não queremos ter amêndoas inteiras mas também não queremos ter farinha.

Envolvo tudo em lume brando.

Espalho num tabuleiro previamente coberto com papel vegetal.

Coloco no forno. A 180º.

Vigiar com muita atenção.

De 5 em 5 minutos convém mexer.

Devem retirar do forno quando estiver dourada. Deve levar entre 20 a 30 minutos.

Quando retirarem do forno, convém continuar a mexer até arrefecer.

Quando estiver fria podem colocar dentro de um frasco.

 

Por muito boa seja a granola que compram, esta é muito melhor.

A que faço nunca tem aveia.

Porque não gosto de aveia.

Sei que é muito saudável mas ainda não faz parte das minhas preferências.

Vai com o tempo. Quem sabe um dia não é o meu ingrediente preferido.

 

Com o tempo começamos a perceber o que queremos encontrar na nossa granola.

O que gostamos mais.

Esta granola tem:

- 100 g de amêndoa;

- 100 g de nozes;

- 100 g de sementes de girassol;

- 100 g de sementes de abóbora;

- 50 g de sementes de sésamo;

- 25 g de sementes de papoila;

- 25 g de sementes de chia.

 

51 (16) (1).JPG

Acompanhei com leite de coco e mirtilos.

E aqui está um snack bom e saudável.

 

13
Out16

Advertência: é um post sério...

Joana Marques

Já aqui referi que sou asmática.

A falta de ar, a chiadeira e a tosse afetaram-me na infância mas sem provocar grandes estragos.

Ao contrário de muitas pessoas a asma manifestou-se mais a partir da idade adulta.

 

Aos vinte e poucos anos comecei a ter rinite alérgica.

Não liguei. Manifestava-se sobretudo quando acordava e andava bem o resto do dia.

 

Agravou e levou-me a ir ao médico.

Não deu grande importância disse-me que a causa devia ser do tempo, estávamos num inverno chuvoso.

Eu achei que não era isso, tinha estado de férias 15 dias num país quente e tinha tido exatamente os mesmos sintomas. Receitou-me zyrtec para quando precisasse.

Precisava todos os dias. Tomava um ao deitar e andava 24 horas bem.

Comecei a constipar-me 3 a 4 vezes por ano.

Comecei a ter tosse persistente.

 

Consultei um especialista.

Fiz análises e mais análises, exames.

Ácaros, era alérgica aos ácaros e fungos do papel, disse-me o médico que eram comuns no dinheiro, nas notas :(.

Triste, eu Joana era alérgica ao dinheiro.

 

O paraíso estava numa vacina que devia tomar de 15 e 15 dias, durante 4 anos.

Vamos a isso, agora ser alérgica ao dinheiro é que não.

4 anos depois: rinite, muita rinite, tosse, chiadeira, falta de ar...

Comecei a ter conjuntivites.

Muitas amigdalites.

 

O meu tio, médico, falou comigo e deu-me a conhecer o Yorktest.

Disse-me para o fazer que mal não me ia fazer e podia ser que descobrisse qualquer coisa..

Estava por tudo, se me dissesse vai ao professor Karamba...eu ia...

 

Fui (fazer o Yorktest...não ao professor Karamba!) e passado mais ou menos um mês apareceram os resultados.

Tinha intolerância alimentar a muitos alimentos.

Algumas intolerâncias estavam no nível mais alto: ovos e leite.

Seguia-se o fermento e mais alguns alimentos.

 

A nutricionista fez-me um plano alimentar.

O meu tio avisou-me para não deitar foguetes, apanhar as canas...podia não ser isto...

Mas era! Dois meses passados, comecei a ter melhoras repentinas.

Hoje sou saudável e raramente tenho asma.

Não é um milagre, não é a entrada no paraiso, exige muito esforço e força de vontade.

Até porque às vezes faço asneiras e volto a ter alguns sintomas.

Neste momento, são asneiras controladas feitas por uma pessoa que já se conhece bem.

 

As doenças inflamatórias podem ter por base intolerâncias alimentares.

Se for esse o vosso caso consultem o vosso médico.

 

Se quiserem saber mais sobre o yorktest podem ver aqui!

Aqui está o meu.

Estas são as duas folhas que mudaram a minha vida!

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