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Quiosque da Joana

Quiosque da Joana

o que é que fizeram à minha mãe??

17.10.18, Joana Marques

Joana, a hiperactiva.

A que quase não dorme. A que fala pelos cotovelos. A que faz muitas coisas por dia.

Estar quieta, está quieto. Custa-lhe horrores.

Vai daí...

... a rapariga fica grávida.

E vai daí, a rapariga já não é uma rapariga. Está assim mais para a 3ª idade no que diz respeito à fabricação de humanos.

A médica diz para fazer um teste genético. O marido diz que sim, pois claro! 

E a amniocentese?? Pergunta o marido. Stressado e preocupado!

A médica responde que quando o exame genético apresenta valores desta ordem, a amniocentese pode ser dispensada.

O marido acha que não. Porque pode acontecer isto e aquilo. 

A médica rebate e diz que há risco de aborto.

O marido da rapariga hiperactiva diz que a partir da 15ª semana o risco de aborto é diminuto, tendo em conta que a gravidez está a correr às mil maravilhas. 

A médica diz que se ele faz tanta questão, se se responsabilizar e uma vez que sabe tanto do assunto, vamos a isso....

O marido sabe mesmo, mesmo sobre o assunto porque já leu todos os compêndios que existem sobre bebés e a sua fabricação.

E acha mesmo, mesmo que deve ser feita.

 

A rapariga hiperactiva entrou no hospital hoje de manhã para fazer alguns exames. Entre eles a dita cuja.

Correu tudo bem. Não doeu nada. Resultados mesmo, só daqui a duas semanas mas do que deu para se saber hoje, tudo corre bem...

 

A rapariga hiperactiva está feita vegetal...

.... durante 3 dias.

O marido acha melhor serem 4 a 5. A rapariga hiperactiva deitou-lhe um olhar fulminante. 

Neste momento divide a cama com o seu companheiro fiel. 

O marido? Não!

O cão. Ah! E também lá tem o livro de botânica que ganhou ontem...

 

Está tudo em ordem. 

O marido está convertido em gata borralheira. E a Alice vai aparecendo à porta do quarto para ver com os próprios olhos, o inacreditável:

a rapariga hiperactiva convertida em vegetal! Olha e olha outra vez.

- Será a mãe? Ou é um clone?

- Parece a mãe...mas não pode ser a mãe.

Vou espreitar outra vez.

- Sem dúvida é um clone.

- Mas a voz é da mãe. 

- Com mil Slimanis...o que é que fizeram à minha mãe?? 

 

 

 

 

 

Há dois anos no Quiosque!

É incrível mas passados dois anos esta pessoa continua a atazanar-me a vida!

Ou a achar que tem algum impacto. Não tem.

Há dois anos achava que era uma mulher porque assinava com nome feminino, afinal é um homem.

É o que faz não ter vida ....

 

Ha um ano no Quiosque!

Este post....

 

 

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foi a Rita que me deu....

16.10.18, Joana Marques

A Rita fazia ontem anos. 

E eu detesto deixar tudo para a última.

Por isso tratei de lhe comprar a prenda, ainda eu não tinha casado!

A minha mãe costuma receber um catálogo de uma ourivesaria e eu ao folhear o catálogo encontrei a prenda perfeita!

Um fio. Com 3 corações. Pensei nos filhos. 3 filhos. 3 corações.

 

Por esses dias passei pelo Colombo para comprar a prenda da Rita.

Só tinham corações verdes. Não quis.

Como ontem escrevi a Rita é do benfica e em momento algum quis dar-lhe uma prenda que tivesse duplo significado.

Mostraram-me outros corações, não gostei de nada. Deixei encomendado os que tinha visto no catálogo.

Ligaram-me passado uns dias.

Pedi ao Pedro para passar por lá e trazer os corações.

O Pedro chegou a casa sem corações. 

Tinham-se enganado e afinal os corações não tinham chegado ao Colombo estavam na loja da Baixa.

No dia seguinte fui à loja da Baixa e trouxe os corações.

E depois...

....bem depois. Todo o cuidado é pouco. O cão e tal...

...arrumei a prenda da Rita muito bem arrumadinha.

 

Ontem. Jantar em casa da Rita.

O Pedro devia ter saído às 16h mas como era o primeiro dia depois de férias só saiu às 18h.

Eu também tive um dia de cão. A pobre da Alice quase apodreceu em casa dos meus pais...

Liguei-lhe.

- Pedro! Podes passar por casa dos meus pais e levar a Alice contigo que eu vou lá ter.

- ?

- Perdi a prenda da Rita.

- O Vasco?

- Não! Acho que fui eu....vou num instante comprar outra prenda...

O Pedro concordou. Os meus pais só têm uma cadeira no carro e tinham de levar a Margarida. 

O Pedro passou por lá e foi com a Alice para casa do meu irmão.

 

 

E, eu?

Pois eu, tinha de tirar da cartola uma prenda boa e bonita...

...liguei a uns amigos dos meus pais que têm uma livraria na parede.

- Socorro! Preciso de um livro que achem que tem qualidade...é para a minha cunhada que faz hoje anos.

A Milita, amiga da minha mãe, respondeu...

- Já sei! Se confiares em mim faço um embrulho giro e nem precisas sair do carro. Acertamos contas depois.

 

Benzi-me. Não sendo crente pedi a Deus que desse tudo de bom à Milita e família e concordei.

Parei o carro. Buzinei. E Milita, saiu da livraria com um saquinho todo giro e lá dentro muito embrulhadinho um calhamaço do tamanho da Austrália. Da grossura de um dicionário, estão a ver?

- Acho que ela vai gostar! Dei um à minha filha e adorou!

 

Conduzi até Cascais. Estacionei em frente à casa do meu irmão.

Atrasadíssima. Já sabia ia ouvir um sermanete da minha mãe, sobre a organização e a gestão do tempo e blá blá blá...

Abri o portão com o código. Morei naquela casa no início do ano...sabia o código do portão mas já não me lembrava do código da porta do prédio.

Em vez de entrar pela porta como as pessoas normais...

...tive uma ideia. Entrei pela varanda.

 

Ali estava eu. Um calhamaço no braço. Com ar de tresloucada e apressada.

Todos os olhos em mim. Incluindo os da Alice...

 

Cumprimentei toda a gente. Incluindo a aniversariante e...

...entreguei-lhe a prenda.

Fiquei perto dela porque tinha curiosidade em saber que raio de prenda é que eu e o Pedro lhe íamos dar.

O Pedro chegou-se ao meu ouvido e perguntou-me baixinho.

- O que é que lhe compraste?

E eu olhei para ele e encolhi os ombros.

Ele fez um ar confuso e esperou também que a Rita abrisse a prenda!

 

A Rita abriu a prenda e exclamou...

- Ah!

Era um livro de botânica.

Eu disfarcei...

...e disse, com um ar de doutorada no assunto:

- Espero que gostes! Achei que era um tema que te poderia interessar..

A Rita olhou para mim com um ar de incredibilidade mas logo a seguir pôs o livro em cima do móvel da sala e foi à vida dela.

Eu fiquei fascinada com o livro decidi comprar um para mim.

 

 

Começámos a jantar. A algazarra do costume.

E de repente. Comecei-me a rir. Do nada. É normal em mim...

...ria que nem uma parva. E o Pedro que me conheceu em Março mas parece que sempre me conheceu percebeu..

...tinha-me lembrado onde tinha posto a verdadeira prenda da Rita!

Um minuto depois.

Ria eu. Ria o Pedro.

Dois minutos depois. 

Ria eu. Ria o Pedro. E ria a família toda.

Não sabiam do quê mas riam também.

Olhavam para mim a ver se conseguiam alguma explicação sobre o acontecimento.

-Rita, lamento informar-te mas a tua prenda não é a tua prenda.

- Oh! Não! Não posso acreditar! 

- Eu perdi a tua prenda mas já sei onde está!

- Promete-me, por favor, que não é um livro de botânica...

- Não é um livro de botânica...

 

A prenda estava guardada dentro do contador da água. 

E hoje a prenda, a verdadeira prenda já foi parar às mãos da verdadeira dona.

E eu ganhei um livro de botânica!!

Foi a Rita que me deu....

 

Há dois anos no Quiosque!

Adoro este livro! E não é de botânica....

 

 

Há um ano no Quiosque!

Éramos 5. Ainda somos 5.

 

 

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Rita. Batata Frita!

15.10.18, Joana Marques

Filha de um grande amigo do meu pai. Um pouco mais velha do que eu.

A Rita era presença habitual lá de casa.

Nos nossos aniversários.

Sempre que havia alguma festa.

Era certo e sabido que ela e os irmãos estavam lá batidos. Tal como nós quando havia festa em casa deles.

Moravam em Cascais e nós em Campo de Ourique.

O longe fazia-se perto e muitas vezes nos encontrávamos.

 

A Rita gostava do meu irmão. Não era gostar...

...era GOSTAR! 

O meu irmão. Parvo. Burro. E homem...

...durante um tempo fez que não percebeu. Depois percebeu e fez-se de indiferente. De indiferente fez-se de esquisito.

A Rita cresceu e arranjou um namorado. O meu irmão percebeu a mensagem...

...ficou devastado mas fez de conta que não era nada e arranjou uma namorada, também.

Credo! Graças a Deus, não deu em nada...

..era uma mimadona, girita mas sem graça nenhuma, chamada Beatriz.

Eu tinha 10/11 anos era levada do diabo e quando estava com ela na sala, as duas sozinhas...gritava para toda a casa ouvir...

- Ó Beatriz...tira o dedo do nariz.

A rapariga ficava surpreendida e dizia com um ar muito aflito e quase a chorar...quando alguém aparecia...

- Eu não estava com o dedo no nariz....

...e eu fazia um ar de:

- Estavas, estavas...não digas que não estavas.

 

A Rita e o namorado terminaram. E mal o meu irmão soube terminou logo com a Beatriz.

E nunca mais largou a Rita.

Ainda sofreu um bocado e um bom tempo. Até a Rita se convencer que afinal o homem até tinha alguma piada.

Começaram a namorar. E quando o meu irmão esteve a morar na Dinamarca ela juntou-se a ele.

Quando voltaram.

Casaram.

Têm 3 filhos. A Carlota, o Rodrigo e a Margarida.

Todos os dias aprendo a ser mãe  com o exemplo que me dá...

 

 

O melhor que aconteceu na vida ao meu irmão foi a Rita.

É uma pessoa especial. 

Não é perfeita. Enfim...

...a Rita é do benfica.

No início foi difícil de encaixar. Uma benfiquista na família.

Entre irmãos, sobrinhos, primos, tios e tias. A Rita é a única pessoa da minha família que não é do Sporting.

Atualmente olhamos para ela e vemos como se fosse uma excentricidade. Uma extravagancia.

Existem pessoas que fazem tatuagens. Outras piercings na língua. E a Rita é do benfica.

A verdade, é que é mais fácil para nós do que para ela.

Desde que entrou para a nossa família que a Rita sofre de bullying. Pode o Sporting perder 4-2 com o Portimonense e o benfica ganhar 1-0 ao Porto. A Rita não se safa nunca...sofre de bullying a sério...

No final de contas tem passado com distinção todas as provações que esta família lhe proporciona.

A Rita é uma artista. Foi bailarina daquelas à séria. Estudou música. E tornou-se professora.

É a pessoa mais culta que eu conheço. E é um privilégio poder conversar com ela.

Ela sim, devia ter um blog! Tantas coisas interessantes para partilhar...

 

 

Ao fim destes anos, da nossa parte, ainda bem que o Tiago a escolheu.

E ela escolheu o Tiago.

 

Rita, rima com bonita. E mais coisas boas...

Rita, Rita ...

....existe alguma coisa melhor que batata frita??

 

 

Muitos Parabéns, um dia muito feliz!

Rodeada de amor, carinho e de Sportinguistas*

 

 

* nós somos tão fofinhos!!....

 

 

Há dois anos no Quiosque!

Um vídeo. 

 

Há um ano no Quiosque!

A minha visão sobre o orçamento de estado do ano passado!

E voltei mesmo a Portugal. Com uma perna partida é certo...mas não interessa nada..

 

 

 

 

nas bocas do mundo #50

15.10.18, Joana Marques

Para celebrar meia centena de ligações ao meu blog.

O Quiosque ligou-se a outro blog. Especial! Muito especial!

O blog do meu querido amigo José.

O post em questão fala de bonecas e dá-nos a conhecer três muito especiais.

Uma delas chama-se Joana.

Não são bonecas quaisquer. São bonecas com expressão. Com alma. São bonecas como deviam ser todas as bonecas..

 

Passem por lá e deliciem-se com o post!

 

Há dois anos no Quiosque!

Um vídeo. 

 

Há um ano no Quiosque!

A minha visão sobre o orçamento de estado do ano passado!

E voltei mesmo a Portugal. Com uma perna partida é certo...mas não interessa nada..

 

haverá algo melhor? Não há!

14.10.18, Joana Marques

Ontem foi um dia tão bom.

Desde que o Pedro chegou à minha vida, todos os dias são bons!

Com as férias a acabar, foi dia de almoçar fora.

Como agora quase não comemos fora, damos mais valor.

O não cozinhar.

O estarmos juntos.

Desfrutar de uma refeição que não fomos nós que fizemos.

E que nos surpreenderá.

Positivamente, ou não.

Ontem. Surpreendeu de forma positiva. Muito.

 

Fomos ao Cantonês perto do Oeiras Parque.

Já que nos vamos mudar para Oeiras temos de começar a frequentar os estabelecimentos comerciais vizinhos.

Demos uma volta pelo Parque depois do almoço.

A Alice correu pela relva fora. Rebolou. Sujou-se.

 

Voltámos para casa. E percebemos que vinha aí uma tempestade ou algo semelhante.

Desde que tenho o Pedro. Todos os dias são bons.

Mas ando assim como que encantada.

Só tenho olhos para ele. Para a Alice. Para o Vasco. Para o ecrã quando faço uma ecografia e espreito a Mariana. Tudo o resto flutua sem eu dar conta.

 

A Alice adormeceu no carro. 

Deitei-a na cama. E dormiu até às 17h30. 

E eu disse ao Pedro.

- E se fizesse um bolo.

Em 10 minutos estava no forno.

 

4 (8).JPG

  Ingredientes:

Uma manga em puré.

5 ovos.

Uma colher de chá de fermento.

Duas colheres de sopa de óleo de coco liquido.

70 g de farinha de amêndoa.

120 g de farinha de aveia.

80 g de açúcar de coco

(ajustem a quantidade de açúcar ao vosso paladar, para mim este é suficiente)

 

Bater as claras em castelo. Reservar.

Juntar os secos. Misturar bem.

Bater as gemas.

Acrescentar a manga, continuar a bater.

Juntar o óleo de coco, continuar a bater.

Juntar a mistura de secos, continuar a bater.

Arrumar a batedeira. 

Incorporar delicadamente as claras em castelo ao preparado anterior.

Untar uma forma. E colocar no forno.

Forno médio. 30 minutos.

Desenformar quando estiver frio.

 

 

 

Entretanto a Alice acordou.

Tomou banho, jantou.

Um bocadito mais de brincadeira. Sono.

Colo da mãe. Li-lhe uma história.

Cama.

 

 

Eu.

O Pedro.

A miúda a dormir.

Um chá de canela e o bolo.

Televisão. Zero.

Lá fora o vento assobiava. A chuva caía. O Vasco ressonava...

 

 

Haverá algo melhor? Não há!

Não há!

  

 

 

Há dois anos no Quiosque!

Aquelas perguntas que só as crianças fazem!

 

Há um ano no Quiosque!

Ah! Ah! Ah!

 

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enquanto houver estrada para andar....

11.10.18, Joana Marques

Temos estado de férias.

E a vontade de escrever parece-me que também está....

Mas...

...mais importante que uma história do Vasco. Uma história da Alice. Da Mariana. Do Pedro e da Joana.

É lerem este post. Partilhem, partilhem, partilhem...

 

 

Querida sócia, muita força!

Como diz Jorge Palma:

 

"Enquanto houver estrada para andar
a gente vai continuar
enquanto houver estrada para andar
enquanto houver ventos e mar
a gente não vai parar
enquanto houver ventos e mar"

 

 

 

 

Há dois anos no Quiosque!

Post 1: Acho que este é sem dúvida o meu post preferido de sempre.

 

Post 2: um fim de semana muito bem passado.

A foto do Vasco diz tudo!

 

Há um ano no Quiosque!

Não escrevi nada.

 

 

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nas bocas do mundo #49

09.10.18, Joana Marques

Bonnie & Clyde 

Donald & Margarida

César & Cleópatra

Adão & Eva

Tristão & Isolda

Pedro & Joana

Romeu & Julieta

Homer & Marge

Tarzan & Jane

Minnie &Mickey

Barbie & Ken

 

 

Obrigada, Samantha!

É lerem tudo, tudo, tudo.  Aqui!

 

 

Há dois anos no Quiosque!

Um video que entretanto deve ter envelhecido e que não funciona.

Um post como deve ser, portanto!

 

Há um ano no Quiosque!

Adorei escrever este post!

Obrigada, aos corajosos que arriscaram e fizeram a receita!

 

 

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microplástico. Macroproblema

08.10.18, Joana Marques

Microplásticos são pequenas esferas com menos de 5 milímetros. A maioria invisível a olho nu.

Cada vez mais estas pequenas esferas aparecem em produtos consumidos por nós.

Pasta de dentes. Cosméticos. Gel de banho. Champô. Detergentes. Bronzeadores.

E não só. Muitos deles resultam da decomposição de plásticos maiores.

 

Estas pequenas partículas acabam na sua grande maioria nos esgotos.

São tão pequenas que passam de forma fácil nas estações de tratamento. Um cotonete passa, um microplástico passa ainda melhor!

Quando chegam ao mar entram na cadeia alimentar.

São consumidos pelos peixes.

Pelos bicharocos pequeninos e insignificantes que habitam nas profundezas do oceano e que nem damos por eles.

Repteis marinhos! E até baleias.

 

1000000 de aves marinhas morrem por ano devido ao consumo de microplásticos.

Os microplásticos não têm qualquer valor nutricional e quando são ingeridos pelos animais dão-lhe uma sensação de saciedade...de coisa nenhuma!

 

Cá se fazem, cá se pagam. E estes microplásticos facilmente voltam até nós!

No peixe, no marisco. Ou no sal que consumimos. Até aqui...

...parece normal.

Mas..

...já se encontraram microplásticos nas cervejas, no mel e até nas águas engarrafadas.

90% da água engarrafada tem microplástico.

Pior, o plástico absorve todo o tipo de contaminantes.

Assim, quando nos voltamos a encontrar com ele, vem mais perigoso do que anteriormente.

 

Já sabemos que do plástico não vem nada de bom.

O microplástico é pior.

É um inimigo invisível. 

Não se vê. Anda pelo ar. Pela água. Comemos o microplástico. E não damos conta de nada.

 

O que podemos fazer?

Não podemos mudar o mundo. Mas podemos mudar o nosso...

....aquele a que chamamos casa.

 

Podemos não comprar os produtos que tenham microplásticos.

Será assim tão fácil?

Não é.

Porque as marcas ao longo do tempo mudaram o nome ao microplástico.

Neste momento podemos ler os ingredientes de uma ponta à outra e achar que não há qualquer vestígio desta praga.

 

Mas...

....alguém teve uma ideia genial.

E criou uma app que nos ajuda a identificar os produtos que contenham microplásticos.

Beat the Microbead.

Podem instalar no telemóvel. A App tem duas valências importantes:

1. Tem uma lista de produtos que nos diz se um determinado produto tem ou não tem microplástico.

2. Lê o código de barras de um produto e diz-nos se tem ou não tem microplástico.

 

Para além dos microplásticos. Podemos tentar. Com muita força. E todos os dias. 

Por nós e pelos nossos. Dizer não!

Ao consumo de plástico.

 

 

 

 

Há dois anos no Quiosque!

Um livro que abandonei para ler outro.

Harry Potter é um amor para a vida toda...é o que é...

 

Há um ano no Quiosque!

Um post que ninguém leu. Ou quase ninguém.

Para quem quer mudar de vida...ou seja, começar a comer melhor...

...é por aqui que devem começar.

Não é o sonho que comanda a vida, são as bactérias que vivem dentro de nós.

O nosso humor depende delas. O nosso peso. A nossa saúde.

Se alguma coisa estiver mal com vocês...

...matem as más e fiquem com as boas! 

 

 

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Ó Rosa arredonda a saia...

07.10.18, Joana Marques

A mãe tinha uma grande paixão por rosas.

Tinha roseiras de todas as cores. 

Cuidava delas como quem cuida de um recém nascido.

- Se for uma menina vai ser Maria Rosa.

E foi. Nasceu uma menina. Mas só se chamou Maria.

O pai ficou atordoado com a morte da mulher. E pediu a um vizinho para registar a recém nascida.

- É Maria. Maria Marques.

E Rosa ficou perdida no tempo.

A menina cresceu. Sem mãe. Educada pelo pai e por um irmão mais velho.

Herdou da mãe o gosto por rosas.

Em casa. No pedacinho de quintal que tinham havia sempre rosas.

O pai reclamava. 

- Um dia destes arranco tudo. Para quê ter terra ocupada com isto.

Por mais que reclamasse nunca tocou numa roseira que fosse.

 

Os dias de Maria eram cheios. Nunca foi à escola. Mas trabalhava de sol a sol.

Aos 6 anos, começou a trabalhar no campo.

Uma hora de caminho para lá, outra para cá. Até chegar a casa.

Chuva, Frio. Gelo. O que é que isso interessava?

Ninguém queria saber.

 

Aos dez anos. Ganhou um prémio.

Como era uma excelente empregada. Os patrões falaram com o pai dela.

A partir daquele ano, Maria iria passar todo o mês de Dezembro, no Ribatejo na apanha da azeitona.

Assim, foi.

Dos 10 aos 15 anos. Todos os Dezembros eram iguais. Passados numa terra estranha. Acompanhada de uma tia.

Os donos da terra davam-lhe arroz e feijão. O feijão era guardado para levar para casa. O pai ficava tão feliz quando ela lhe entregava o dinheiro do mês e o feijão poupado.

Comiam arroz com arroz. Ao domingo compravam uma sardinha. Que dividiam pelas duas. A minha avó era mais nova ficava sempre com a parte da cabeça.

Não sabia escrever. Mas escrevia sempre para casa. Pelo menos uma vez por semana.

Pedia a alguém para escrever a carta.

O pai não sabia ler. Mas lia sempre as cartas. 

Pedia a alguém para ler por ele. E pedia também para lhe escrever a resposta à carta.

- Como é que estão as roseiras do quintal?

Perguntava a minha avó.

- Como é que queres que estejam? Raça ruim. Não há meio, nem maneira de secarem...

A minha avó sorria quando ouvia a resposta do pai.

- Ele não gosta das roseiras diz ele. No fundo gosta e muito...

 

O inverno de Santarém. Frio. Chuva. Os pés molhados. A apanhada da azeitona.

Noites mal dormidas.

E um mês que demorava a passar.

Quando passava...

..tudo voltava ao normal.

Maria voltava ao Alentejo. Com o dinheiro que ganhou durante o mês. E uma sacola cheia de feijões.

Voltava. A trabalhar de sol a sol. Uma hora de caminho para um lado, outra hora de caminho para o outro.

 

Um dia chegava a primavera.

E com ela as suas rosas. E voltavam as memórias que não tinha. De ser Maria Rosa. E da mãe que nunca conheceu.

O que tinha certo na vida. Afinal estava errado.

Maria cresceu. E floriu. Fez-se mulher. Bonita. Meiga. 

Joaquim viu-a. 

Quis saber quem era. E nunca mais a largou.

O que estava errado. Fez-se certo. 

 

 

 

Ó Rosa arredonda a saia,

Ó Rosa arredonda-a bem!

Ó Rosa arredonda a saia.

Olha a roda que ela tem.

 

Cantava a minha avó.

Enquanto eu girava e andava à roda  até ficar tonta.

Só parava para lhe dizer.

- Ó vóoooo eu não me chamo Rosa. Eu sou Joana!

A minha avó pegava em mim e ria-se.

- Eu sei que és Joana. Achas que me esqueci? 

- Então porque é que cantas para a Rosa?

- Não é para a Rosa. É para nós. É pela minha mãe. 

 

 

 

Quando herdei a casa dos meus avós, em Dezembro do ano passado, quis encher o quintal de roseiras.

Voltei à casa dos pais da minha avó. 

Mora lá um sobrinho da minha avó. Perguntei-lhe se ainda por lá tinha roseiras. Roseiras da Maria.

Na primavera ligou-me a dizer que tinha um pé de roseira à minha espera.

Do vaso para a terra. Mesmo, mesmo ao lado de casa.

Sem grandes esperanças.

Mas...

...o errado fez-se certo.

Quando cheguei ao Alentejo tive uma surpresa.

A primeira rosa.

 

rosa (2).jpg

Ao longe ....

.....vindo da minha memória...

...voltei a ouvir......

...a voz da minha avó.... 

  

Ó Rosa arredonda a saia,

Ó Rosa arredonda-a bem!

Ó Rosa arredonda a saia.

Olha a roda que ela tem.

 

A minha avó nunca deixou de cantar no meu coração...

 

 

 

Há dois anos no Quiosque!

Uma outra flor...

Sakura!

Gosto tanto destas flores...

 

 

Há um ano no Quioque!

Não escrevi....

 

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Jubas. A nossa mascote!

06.10.18, Joana Marques

 

 

Olá!

Eu sou o Jubas!

Um peluche mascote.

Querido e fofinho.

Alguém, alucinado...

...me multou.

Por ter dado um abracinho.

 

 

Um abraço, 

uma aparição

um afago, um miminho...

Sou do Sporting, então!

Sou o rei das mascotes!

Sou um grande leão!

 

 

No futebol português,

não há nada a apontar,

nem toupeiras a acenar..

apito, nem dourado nem prateado...

Qual quê!

É tudo gente tão séria...

...limpinho, limpinho, limpinho....

Só eu, Jubas...

....fui apanhado na curva...

....e lá fui eu de carrinho...

 

 

Sou Jubas.

Um peluche.

perigoso?

Não! Eu fui só afectuoso!

...eu sou uma mascote à maneira...

Fui multado, fui multado..

por um rancoroso ansioso?

....ou apenas pela toupeira?

 

 Com mil Slimanis!

Nem consigo acreditar...

Alguém me ajuda, alguém me ajuda!

Podem vir todos...

todos...vocês e todos os Santos.

Com esta dose de injustiça..

E só assim nos entretantos...

...um dia destes vão dizer que fui eu que roubei..

..todas as armas de Tancos!

 

Mas quem é que fez isto?

Quem é que teve coragem..

tanta gente pequenina.

Tanta gente invejosa...

...por não terem na vida deles..

...uma mascote jeitosa!

 

479,

um número do diabo.

Fui multado! Fui multado!

Com mil Jovane's...

....e uma traulitada!

Em Alvalade todos os momentos são grandes..

e eu só fui cumprimentar o nosso Bruno Fernandes!

 

Com esta grande injustiça,

Apetece fazer um grande chinfrim...

Mas, lá está...

....já demos a volta por cima...

...criámos algo à Sporting!

Visitem, visitem, visitem!

o site e Alvalade, o nosso jardim...

este incidente foi tão ridiculo...

....ignorem o Meirim*...

 

Será que foi por querer,

também ele,  um afago?

...um carinho não se nega a ninguém...

Quando virem o senhor..

....abracem-no, atirem-lhe uma beijoca..

...se não vos fizer mossa, peguem-no pela cintura

e espetem-lhe  um beijo na boca!

 

 

Queridos, meus queridos.

Sou a mascote. 

Sou visto em Marte, adorado na lua e na Quinta da Marinha!

Façam lá uma forcinha...

Afinal de contas...sou um astro!

digam todos comigo..

...eu sou o #jubasSemCadastro

 

 

jubas1.jpg

(foto: aqui!)

 

*José Manuel Meirim, presidente do Conselho de Disciplina, entidade que esta semana multou o Jubas!

 

Há dois anos no Quiosque!

Hoje faz anos um dos meus melhores amigos!

Manel! Parabéns! Um dia muito feliz!

 

 

Há um ano no Quiosque!

Já não me lembrava deste bolo!

Vou fazê-lo daqui a bocado!

Aposto que a minha miúda e o pai vão gostar!

 

 

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nas bocas do mundo #48

06.10.18, Joana Marques

Foi a segunda vez que lá estive.

E a emoção foi tão intensa como da primeira vez.

O que é que mudou desde a primeira referência para a segunda?

É um blog que visito pelo menos uma vez por dia. 

Porquê? 

Porque o Sporting é o nosso grande amor!

E quem partilha deste grande amor deve visitar o "Leoninamente".

 

Respondendo ao desafio que por lá me deixou o Álamo. 

Não. Nunca mudarei. Nem que tentasse com todas as forças...

Já dizia a minha avó Maria: "pau que nasce torto tarde ou nunca se endireita...." 

Este feitiozinho vai ficar comigo para sempre....

 

 

 

Saudações Leoninas a todos.

Leoninamente falando! 

Visitem o blog o Álamo,

que eu já estou a caminho...e já vou andando! 

 

 

Há dois anos no Quiosque!

Hoje faz anos um dos meus melhores amigos!

Manel! Parabéns! Um dia muito feliz!

 

 

Há um ano no Quiosque!

Já não me lembrava deste bolo!

Vou fazê-lo daqui a bocado!

Aposto que a minha miúda e o pai vão gostar!

 

 

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Hoje. E todos os dias...

04.10.18, Joana Marques

Vou escrever sobre o meu melhor amigo. 

 

 

É generoso. Bom companheiro.

Preguiçoso. 

 

Tem uma gula do tamanho da Austrália. 

E os seus princípios são do tamanho da ilha do Corvo.

 

Tem 5 anos mas parece que só cresceu em tamanho.

Às vezes faz birras. É teimoso, teimoso, teimoso.

É uma ternura!

Tem um coração enorme.

É hipocondríaco.

É persistente. Atirou uma bomba ao destino. E por isso ainda está vivo.

Não desistiu à sentença de morte que lhe deram nos primeiros dias.

 

Gosta de partilhar cama com os humanos. Mesmo quando estão 40º à sombra.

O melhor lugar é dele! Os outros que se amanhem.

 

 

Rouba. Sem sentir qualquer arrependimento.

É o mais simpático dos seres.

Tem um charme que nos tira o tapete.

É um manipulador. Nunca o olhem nos olhos....ou acabam sem nada de nada...

 

Tem cor de leão.

E parece um leão. Aliás, vive de aparências. Dizem que é um Golden, mas não é. Só parece.

Vive todos os dias como se fosse o primeiro ou o último.

É fotogénico. É um giraço...o mais giraço. 

É lindo de morrer...

 

 

Este amigo tem um nome. Vasco.

É o melhor cão do mundo. 

O meu melhor amigo. O mais fiel de todos.

A sorte que eu tive! No dia em que o encontrei...

...a minha vida mudou substancialmente. Para melhor...

...já aprendi tantas coisas com ele!

Sou melhor pessoa, desde que o conheci. 

 

vasquinho2.jpg

 

Vasco!

Hoje e todos os dias.

Que a vida te sorria como tu sorris para a vida!

 

Há dois anos no Quiosque!

Um assalto do Vasco!

Nunca tinha sentido tanta vergonha na minha vida...

 

 

Há um ano no Quiosque!

Respondi a um desafio.

Adoro responder a desafios!

 

 

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a importância de um segundo nome....

03.10.18, Joana Marques

A Alice não tem um segundo nome.

É Alice. Só Alice.

Quando chegou até mim podia ter-lhe dado um segundo nome. Ou até ter mudado o primeiro.

Optei por não alterar. 

É a única história que tem antes de ter vindo para perto de mim.

Pouca coisa sei sobre ela. Para além do nome e por onde passou antes de chegar a minha casa.

 

 

Quando brinco com ela. 

Quando lhe chamo a atenção de alguma coisa.

Digo a brincar...

- Ai! Ai! Maria Alice...

Em momentos mais dramáticos. Ponho as mãos na anca e:

- Ai! Ai! Ai! Maria Alice...

 

Ri-se. Não me leva a sério.

Ou faz um gesto com nariz e um ar de surpreendida desta vida...

- O que é que eu fiz para me estares a chamar de Maria Alice??

 

A nível motor a miúda é imparável.

O Vasco é o grande responsável. Ainda hoje andaram, um a correr atrás do outro.

Ao nível da fala, e em comparação com outras crianças não está tão desenvolvida.

Nada que me preocupe. Cada criança tem o seu tempo. 

 

Comecei a insistir com a palavra: Pedro.

- Como é que se chama o pai?

- $%#/@

 

-Como é que se chama a mãe?

- UUUana.

 

-E o pai?

- &%$#&

 

Ontem, à noite o Pedro fez pipocas.

Conversa puxa conversa.

A Alice, o Vasco, eu e o Pedro. Todos juntos.

De repente. Um cheiro a queimado.

O Pedro lá foi. Meio ao pé coxinho.

Estavam para lá de carbonizadas.

 

- Não acredito! Tudo queimado. Não tem salvação.

- Fazemos mais....

Disse eu.

 

E a Alice, mãos na anca...

....do alto dos seus quase 18 meses disse..

- Ai! Ai! Ai! Maiiiiia Pewo....

 

 

 

Há dois anos no Quiosque!

Joana a triste, teve um destaque e no título tinha um erro ortográfico.

Demorei algum tempo a recuperar.

Até o cão ficou com vergonha!

 

Há um ano no Quiosque!

O Vasco. 

 

 

 

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serões em família...

02.10.18, Joana Marques

Na casa dos meus pais via-se pouca televisão.

Na altura só havia dois canais. A escolha era fácil. E o mais fácil, muitas vezes, era desligar a televisão.

Quando chegava da escola via os desenhos animados. Se não estivesse de castigo. 

Vou corrigir a frase anterior para: quando chegava da escola quase nunca via os desenhos animados. 

 

O meu pai chegava do trabalho pelas 19h. Jantávamos todos a essa hora.

Às 20h dava o telejornal e era sagrado para os meus pais.

Mal terminava desligava-se a televisão. 

Até ir para a cama passavamos tempo uns com os outros.

Foi neste tempo, a seguir ao jantar que eu aprendi a jogar damas e xadrez.

Nunca consegui ganhar ao meu pai. Mas eu sempre tive muito azar ao jogo por isso...é óbvio que é apenas e só uma questão de sorte! 

Jogávamos, jogos de tabuleiro. Às vezes às cartas.

Conversávamos. 

 

Por esta altura, entre os 6, 7 anos. Tinha dias.

 

Dias em que achava que ia ganhar a Eurovisão.

Pegava numa corda de saltar e transformava-a em microfone.

Punha a minha família toda a assistir. Incluindo o namorado da minha irmã, hoje marido dela e meu cunhado.

E cantava, cantava. Dançava. E como fazia ginástica acrobática. 

A minha performance era pautada por contorcionismos vários.

Todos aplaudiam. Todos. Porque eram obrigados. 

O meu irmão. Esse grande estupor. Tinha tendência para gozar com a minha atuação.

A minha corda/microfone ameaçava transformar-se em chicote. Nada como intimidar o nosso publico para ele gostar de nós. 

 

 

Outros dias. Não era nada disto. 

Achava que ia ganhar um óscar. Nunca quis ser atriz. Eu queria era ser um avião.

Mas...

...acreditava piamente que um dia iria ganhar um óscar.

Pegava no Sonasol. O detergente que a minha mãe usava para lavar a loiça.

Entregava-o ao meu pai.

O meu pai tinha de apresentar as atrizes (inventava nomes de pessoas tipo: "Maria Joaquina" no filme: "Chora que isso passa").

Pormenor, muito importante, da boca do meu pai tinha de sair...

- and the oscar goes to....

Dizia o meu nome.

Eu surgia do nada. Muito emocionada. Quase sem conseguir falar.

O meu pai entregava-me o detergente. Ou melhor o óscar, o verdadeiro, claro!

Eu discursava.

Agradecia a este e àquele. 

 

Ontem fomos todos jantar a casa dos meus pais.

O jantar começou às 19h. Tal como sempre foi.

Mandámos o telejornal às urtigas.

Eu e os meus sobrinhos animamos o serão de todos com cantorias. Somos tão afinadinhos....caneco!

A Alice ainda acordada. Dançou que se fartou com a Margarida. 

Conversámos que nos desunhámos.

A Mariana só pode ter gostado!!

 

É tão bom ser criança. 

Ontem, senti-me a miúda com 7 anos. 

A que queria ser um avião e que tinha a certeza que, um dia ia ganhar um Óscar e a Eurovisão. 

 

 

 

 

 

Há dois anos no Quiosque!

Sou uma pessoa optimista!

Sempre fui. Quando algo falha acho sempre que o universo me  vai rescompensar de alguma maneira.

Recompensou. Mas não com a pessoa que eu achava que ia recompensar...

 

Há um ano no Quiosque!

Parece que foi ontem que escrevi isto!

Já passou um ano....

Foi destaque no Sapo.

 

 

 

 

 

Comeriam o creme que usam?

01.10.18, Joana Marques

Foi em Dezembro, passado. A minha miúda tinha 8 meses.

A primeira vez que troquei a fralda à Alice, o meu coração quase parou.

Tinha assadura da fralda. Em grande escala!

A miúda não se queixava. Porque nesse tempo a minha miúda não se queixava de nada. Nem reagia a nada.

 

Eu tinha a casa pronta para a receber.

E tinha tudo o que uma mãe precisava para tornar a vida de um bebé confortável.

Tinha cremes de várias marcas. Oferecidos.

Quando eu anunciei que ia ser mãe foi a loucura.

 

Olhava para os cremes. Muito girinhos e cheirosos mas....

....os poucos cremes que eu usava, tinha deixado de os usar. Porque não me inspiravam confiança.

Se eu não usava, ia usar na minha filha?

 

Eu, Joana tinha de um lado uma vozinha que me dizia.

- Não uses, não uses, não uses.

E do outro lado uma vozinha que me dizia para fazer exatamente o oposto.

- Tens de usar a miúda tem assadura da fralda. Deve doer como o diabo. Deixa-te de coisas e usa...

 

Nesse primeiro dia. O dia em que chegou. Usei.

No dia seguinte tive a visita da minha amiga Maria que me aconselhou a fazer eu própria o creme muda fraldas.

A partir desse dia assim foi.

No banho da Alice uso um sabonete que eu faço. Na troca da fralda um creme também feito por mim à base de manteiga de karité.

A assadura da fralda da Alice passou depressa. 

Penso que a alimentação que começou a fazer também ajudou muito.

 

Nada de processados. Leites, só vegetais e feitos por mim.

Nada de açúcares. Só coisinhas boas e frescas. De preferência biológicas. 

A alimentação é a base de tudo. Quando ela falha, a seguir falham uma série de coisas. Incluindo a pele.

 

 

Há muito tempo que uso os sabonetes que faço. 

A qualidade da minha pele mudou da noite para o dia.

Um sabonete que eu faço dura entre 3 a 6 meses. Estraga-se porque não tem conservantes.

E os que compramos. Quanto tempo duram?

 

No corpo uso óleos naturais.

O desodorizante que uso é feito por mim. Também faço o protetor solar. E o esfoliante, cara e corpo.

Para a minha pele, a mesma regra que uso na alimentação.

 

Tal como não ingiro qualquer alimento processado também não aplico na pele produtos processados por outros. 

(o sabonete que uso é um produto processado....mas por mim!)

O preço? Muito mais barato!

O trabalho? Na vida, tudo o que vale a pena dá trabalho!

 

Para o poder fazer tirei várias formações.

E quem quiser enveredar por esta via deverá fazer o mesmo.

Ou a emenda será pior que o soneto.

 

Lembrei-me deste assunto porque o infarmed retirou do mercado recentemente alguns cremescosméticos.

Digam lá a verdade!

Comeriam o creme que usam??

 

 

No Quiosque há dois anos!

Post 1:

Eu no dentista.

Podem tentar, mas nunca vão conseguir fazer figurinhas tão tristes como eu! 

 

Post 2:

O que eu gostei de escrever este post!

Sobre livros....

 

Há um ano no Quiosque!

Uma receita que faço muitas vezes.

A Alice adora.

O Pedro adora.

Eu adoro.

E o Vasco bem nos cerca para ver se lhe chega alguma coisa.

 

 

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