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Quiosque da Joana

Quiosque da Joana

golo! Da Joana...

25.12.18, Joana Marques

Inicialmente, éramos para ser 10:
Eu, a Alice, a Mariana, o Pedro, os pais do Pedro, os meus pais, o meu irmão, a minha cunhada, os meus sobrinhos e o Vasco.

 

Depois o meu irmão disse-me que afinal não vinham porque iam passar com os sogros.

Eu, a Alice, a Mariana, o Pedro, os pais do Pedro, os meus pais e o Vasco.

 

Passados uns dias a minha irmã perguntou-me se podia passar cá em casa porque era para passar com os cunhados mas afinal tinham decidido ir passar aos Estados Unidos com um filho que estuda lá.

- E a minha sogra?

O sogro da minha irmã já morreu. Obviamente que a sogra era muito bem-vinda aqui em casa.

Eu, a Alice, a Mariana, o Pedro, os pais do Pedro, os meus pais, a minha irmã, o meu cunhado, os meus sobrinhos, a tia Manelinha (a sogra da minha irmã)  e o Vasco.

 

Passados uns dias. O meu irmão ligou. 

- Afinal os meus sogros vão passar a casa do Salvador (o cunhado do meu irmão), achas que ainda tens lugar para nós?

- Claro que tenho!

Eu, a Alice, a Mariana, o Pedro, os pais do Pedro, os meus pais, a minha irmã, o meu cunhado, os meus sobrinhos, a tia Manelinha (a sogra da minha irmã), o Vasco, o meu irmão, a minha cunhada e os meus sobrinhos.

 

Ficámos por aqui?

Não!

Porque no domingo fui buscar o último elemento.

A Gabriela.

Era para chegar hoje de manhã mas o "avô" ia passar o Natal fora e por isso fui busca-la um pouco mais cedo.

A Gabriela é filha do Vasco.

Não só passou a noite de Natal aqui em casa como vai passar o resto das suas noites.

E quando a fui buscar as contas ficaram mesmo fechadas!

Vinte e uma alminhas.

Eu, a Alice, a Mariana, o Pedro, os pais do Pedro, os meus pais, a minha irmã, o meu cunhado, os meus sobrinhos, a tia Manelinha (a sogra da minha irmã), o Vasco, o meu irmão, a minha cunhada, os meus sobrinhos e a Gabriela.

 

Não deu muito trabalho. Porque escolhi não fazer muitas coisas.

Custa-me muito estragar comida e por isso foi tudo feito com regra.

Na minha família abdicamos do bacalhau no Natal. Os nossos Natais nunca tiveram bacalhau.

Para a consoada fiz cabrito como fazia a minha avó Maria.

Acompanhei com umas batatinhas (que normalmente não comemos) assadas no forno. Fiz um puré de maçã. E uma quantidade generosa de comida boa (brócolos, couves de bruxelas, feijão verde, batata doce laranja, nabo, beterraba e cogumelos).

Fiz pão. 

Obriguei TODA a gente a ter um prato com muitas cores.

Para doces. O arroz doce da minha avó Maria e as fatias douradas da minha avó Adélia.

O meu irmão trouxe um bolo rei que ninguém provou.

Tinha frutos secos. Bolachas e biscoitos. Feitos anteriormente. 

No final da refeição distribuí os bolinhos tal como a minha avó Maria.

 

A Alice adormeceu perto da uma da manhã. E foi a mais bem disposta das pessoas.

Os meus sogros ofereceram-lhe uma asas de borboleta. 

E ela borboletou a noite inteira.

 

Sorteámos quem é quem para o ano. Ou seja, quem dá prendas a quem.

E iniciámos outra tradição. Inventada por mim.

Porque já andávamos a falar no Natal de 2019. 

Para não haver coisas. Sorteamos, também.

Fiz um presépio para cada um dos presentes. 

Todos iguais. Cada presépio foi numerado. E embrulhado em papel de seda verde.

presepio2 (1).jpg

Combinámos que organizava o próximo Natal quem ficasse com o número 1.

O meu pai distribuiu os presépios.

Toda a gente desembrulhou os presépios.

E o número um....

....saiu a quem??

presepio (1).jpg

Golo!!

Da Joana!

Um golo limpinho. Sem recurso ao VAR. 

 

Distribuímos as prendas. Mas eu já tinha recebido a minha...

.....e não podia estar mais feliz.

2019!

Natal aqui em casa!!!

 

Há dois anos no Quiosque! 

 

Há um ano no Quiosque!

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2018. Vamos lá acertar contas.. #7

25.12.18, Joana Marques

Viajar para dois países diferentes

Sem ser a trabalho

 

Tal como as outras resoluções foi escrita um bocado no escuro.

Quando a escrevi estava sozinha. Não tinha namorado. 

Sabia que a partir de 2018 nunca mais estaria sozinha na vida porque ia receber a Alice.

Viajar sozinha com uma bebé podia ser uma tarefa fácil, ou difícil. Não fazia ideia.

Tenho amigas que o fazem, outras nem por isso. Provavelmente depende de nós, da nossa vontade mas também da criança que temos.

É fácil viajar com a Alice. Mas é muito mais sensível que eu às mudanças horárias.

Quando muda a hora demora uns dias a adaptar-se, por exemplo. E em Zanzibar notei que a mudança horária, mínima, a alterou um bocado.

É diferente viajar com uma criança. O nosso tempo é dela. Até podemos querer muito ir visitar o museu não sei das quantas mas só vamos se ela estiver para aí virada. Não vale a pena forçar muito. A Alice tem os tempos dela que são diferentes dos nossos.

Com a Alice fomos a Paris, à Disney.

A miúda tem uma paixão tão grande pela Minnie.

Às tantas comecei a suspeitar que podia querer trocar-me por ela.

Fiquei muito mais descansada.

Gosta sobretudo da Minnie dela. Quando a grandalhona lhe quis pegar ao colo ela não quis e teve medo.

Foi lá que comprou as orelhas de Minnie que quis usar no dia do meu casamento. Estava linda....

 

Fomos a Cabo-Verde. Em lua de mel. A Alice ficou em Portugal.

Foram dias maravilhosos. Nunca esquecerei.

De todos os países que já visitei e já visitei muitos, tenho um fraco pelas pessoas de Cabo-Verde. Gosto delas daqui até à lua.

E, claro! A companhia era a melhor de todas! 

 

Estivemos os 3 em Zanzibar. Foi maravilhoso também.

A Alice portou-se bem. Ainda que a questão da diferença horária a perturbasse de alguma forma. Mas tivemos tempo para tudo...

...ou quase. Por mim, tinha ficado lá mais 3 meses. 

Sol. Mar. E alguém para amar. Uma trilogia perfeita.

 

Marrocos. Estivemos na cidade azul. Chefchaouen
Se não fosse o comentário que a B ou o B fez a este post, nem me lembrava.

Tenho fotos dessa passagem pelo Instagram. Mas a minha cabeça já tinha varrido esse registo.

Nem posso acreditar que me esqueci! Foi pouco tempo...mas foi muito giro!

Adoro Marrocos. E tenho um fraco por Chefchaouen. Acho lindo de morrer.

É daqueles locais iluminados. Por mais má que seja a fotógrafa, as fotos ficam sempre bem...

 

Esta resolução também foi cumprida. 

Em trabalho. Estive logo no início do ano na Holanda.

A terminar o que deixei em aberto por ter partido a perna. 

 

Viajei  para Nova Iorque. 

Oh! Nova Iorque! Foi bom. Foi ainda em Janeiro.

Deixei a Alice com os meus pais.

O meu corpo estava em Nova Iorque mas o meu coração...

....estava ao lado do da Alice.

 

Em Fevereiro estive em Angola. 

Passei lá a última noite com 36 anos.

Voltei no dia dos meus anos de manhã.

 

No início de Abril passei por Londres. Mas o destino era Dublin.

Foi uma viagem do caraças.

O projeto que estava a iniciar é o projeto da minha vida. Mas...

...tinha conhecido o Pedro. E ele também foi.

Numa de:

- Vamos ver se resulta. Se resultar ficamos juntos para sempre. Se não...fica para a próxima.

Eu queria muito, muito ficar com ele para sempre.

De um lado o projeto mais importante da minha vida profissional. Por outro, o Pedro.

Meus amigos, se eu fosse um vulcão. Tinha provocado estragos. Tal era o tumulto!

Foi horrível. Foi bom. Foi tão bom que foi horrível. Não sei se percebem....

Eu saía de manhã para reuniões e apresentações. Tinha de estar atenta o máximo possível mas a minha mente estava completamente toldada e virada para o Pedro. O Pedro ficava no hotel. Ía adiantando trabalho.

Quando recebia uma mensagem dele...

....nunca tive refluxo gástrico na vida. Mas se tivesse ficado mais tempo em Dublin acho que ia padecer desse mal.

O hotel onde estávamos era perto do local onde estava a trabalhar. Os meus colegas convidavam-me para jantar ou dar uma volta. Nem ouvia...

....ainda eles não tinham terminado o convite já eu tinha dado corda aos sapatos e corria apressadamente para ir ter com o Pedro. Subia as escadas o mais depressa que conseguia para chegar perto dele o mais rápido possível. Tinha uma perna recém partida. Foi lindo....

....ainda bem que o homem se decidiu a pedir-me em casamento. Porque muito tempo disto, não sei o que teria sido de mim. A expectativa. O não saber o dia de amanhã. Estava a acabar comigo. 

 

Em Setembro passei por Bruxelas.

Para apresentar um projeto. Gente tão difícil. Gente tão complicada. 

Parece-me que só volto a aceitar um projeto Belga se estiver com a corda ao pescoço e precisar mesmo de trabalho.

 

Em Setembro também. Fui a Londres. 

Reuniões. Reuniões. E reuniões. Por causa do projeto de Dublin.

Correu tudo bem.

Gosto do ambiente da minha empresa. São muito descontraídos. Exigentes, claro! Mas sabem viver a vida e isso agrada-me.

 

Se o meu útero não estivesse ocupado por Sodona Mariana. Era natural que tivesse feito outra viagem.

Eu e o Pedro nunca pensámos ficar grávidos tão depressa e tínhamos planeado ir ao Peru.

A gravidez tem corrido bem. Muito bem. Mas...

....no Peru iríamos andar muito a pé. Por locais um bocado impróprios para grávidas.

Eu acho que aguentava. 

Existem situações que precisamos confiar na sorte. Esta não é uma delas. Nunca fiando. 

É a Mariana. Sou eu a guardiã. E tenho de fazer o melhor trabalho que conseguir para que a sportinguista nasça sã e salva!

 

Primeira resolução de 2018.

Cumprida. Ou não cumprida?

Segunda resolução de 2018.

Cumprida. Ou não cumprida?

Terceira e quarta resolução de 2018.

Cumprida. Ou não cumprida?

Quinta resolução de 2018.

Cumprida. Ou não cumprida?

Sexta resolução de 2018.

Cumprida. Ou não cumprida?

Sétima resolução de 2018.

Cumprida. Ou não cumprida?

 

Há dois anos no Quiosque!

A Catarina era uma grande amiga minha.

Estava grávida. E teve um problema daqueles.

A Catarina deixou-nos no dia 22 de Dezembro de 2016.

A Leonor está connosco e é absolutamente maravilhosa.

 

Há um ano no Quiosque!

Quando uma pessoa vai a um jantar.

E fica completamente desenquadrada.

 

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