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Kiosk da Joana

Kiosk da Joana

a nossa nuvem!

24.04.19, Joana Marques

nuvem.jpg

Com as palavras que escreveram construí uma nuvem de palavras.

O software escolhe as palavras que aparecem mais, mistura tudo e assim nasceu:

a nossa nuvem!

Agradeço a todos os que passaram por aqui e participaram!

 

Quanto aos outros...

preparem-se! Acabei de soltar a fera!!

.....

com mil Slimanis! Aqui vai ela! Mais fera do que nunca...

vasquinho.jpg

 

 

 

Desafio!

22.04.19, Joana Marques

Hoje lanço-vos um desafio.

 

Se só pudessem usar uma palavra, que palavra escolheriam para descrever o Quiosque.

Com mil Slimanis, enganei-me! O Kiosk!

Nos comentários. No facebook. No instagram. Email. Mensagens privadas. Como preferirem.

Pode ser de forma anónima. Claro!

Por favor....

...por favor! Se não o fizerem...

....escondam o almoço. O Vasco está a caminho da vossa casa!

Furioso. E em passo acelerado! Como podem comprovar...

Medo! Tenham muito medo!!

vasco (7).jpg

P.S. Só vou tornar os comentários públicos daqui a uns dias, para não haver copianço! 

não preciso de 5$00 na algibeira...

20.04.19, Joana Marques

 

- Quem é a miúda mais gira de Portugal Continental, Madeira e Açores incluídos, Europa, Ásia, passando como não quer a coisa pelas ilhas Togo com paragem obrigatória na Lua???

- É a iiiiiiice.

Responde-me a Alice com um sorriso do tamanho do mundo.

 

Lembro-me de mim.

Um pouco mais velha do que a Alice.

Da Páscoa. No Alentejo.

Da minha avó. Do meu avô. Dos folares e do cheirinho que davam à cozinha.

Das histórias. Muitas vezes à lareira que a Páscoa às vezes era fria.

- Vó conta-me a história do dia em que conheceste o avô!

- Conto! Mas vai lá primeiro vestir o pijama. Vai, se queres que te conte a história, voa até ao quarto e veste o pijama.

E eu voava. Vestia o pijama. Descia as escadas à pressa e aterrava no colo do meu avô.

Aninhava-me. E esperava pela história. 

 

Ao meu colo. A Alice.

Atira-se para trás a rir às gargalhadas.

Os caracolitos louros tapam-lhe a cara, com o impulso que dá ao corpo. 

- Quem é a bebé mais gira de África, Europa, passando pela Tailândia e dando a volta pelas Américas???

- É a Maiiiiiaaaaana!

Grita o nome da irmã, para o logo de seguida tapar a boca. A irmã está a dormir e não a quer acordar. Durante a tarde correu atrás da Gabi pelo quintal. Entrou em casa. Saiu outra vez. E a irmã sempre a dormir. 

Põe o dedo na boca e avisa-me para não fazermos barulho.

 

A minha avó começava.

Mais uma vez.

Vezes sem conta.

Nunca se cansava. De repetir. O dia em que a sua vida mudou.

- Foi o meu dia de sorte. Parecia um dia igual ao outros mas não. Vê lá tu que passei muito cedo por Portalegre ainda toda a gente dormia. Fui buscar uns queijos a casa da minha prima Natividade. E à porta da taberna encontrei 5$00. 

- E foi aí que viste o avô pela primeira vez??

- Não. Guardei o dinheiro. Fui buscar os queijos e fui para casa dos senhores.

- Quando é que o viste pela primeira vez??

- Calma! Deixa-me contar como deve ser.

E eu aninhava-me cada vez mais nos braços do meu avô. Quase não se via a Joana. Pequenina e magricela ao colo daquele homem enorme.

 

Abraçada a mim. 

Põe as mãozitas na minha cara.

Foi assim que um dia me chamou mãe pela primeira vez.

Diz qualquer coisa e eu não percebo.

E continuamos a brincadeira.

- Quem é o pai mais espectacular e giro à face do planeta Terra, visitando Marte, dando uma voltinha em Mercúrio e aterrando em Plutão?? Quem é???

Ela sabe todas as respostas certas!

- É o Peeeeeewooooo!

E aponta para ele e riem-se um para o outro.

 

A história continuava.

- Chegaste a casa e depois?

- Fui trabalhar. Fui para o campo até que fui chamada lá a casa para lavar a loiça do pequeno almoço, ajudar a fazer o almoço e limpar a cozinha. Foi quando eu estava a limpar a cozinha que vi o teu avô pela primeira vez. Tinha chegado de Lisboa e ainda não tinha almoçado e vinha à procura de comida. 

- E depois?

- Depois a tua bisavó apareceu e disse-lhe que ali não era lugar para ele, que esperasse na sala!

- Ele não podia ir à cozinha?

- Não! E eu não podia ir à sala! Era empregada da cozinha não tinha autorização para sair de lá. Mas nesse dia fui porque não havia mais ninguém para lhe servir o almoço. 

 

Está agora mais quieta.

Deixou de baloiçar no meu colo.

Passa os bracitos pelos meus.

Fica calada e olha para mim. À espera.

- Quem é o dono disto tudo? O cão mais maravilhástico do mundo. O cão mais incrível de Portugal e dos Algarves! De todas as selvas. Pradarias. Planícies. E montanhas! Quem é ele??? O fantástico, inigualável cão??? Quem é..

A Alice ri-se à gargalhada e diz:

- É o Asssssco.

E aponta para o cão que abana a cauda e vem até nós devagarinho mostrar que também gosta de nós.

 

 

- E depois?

- Depois eu servi-lhe o almoço. Quase não falámos. No dia seguinte estava à minha espera de manhã. A partir daí, todas as manhã nos víamos, às vezes mal falávamos. Sempre às escondidas, ninguém nos podia ver. Até que um dia foi falar com o meu pai. E passados dois meses casámos. 

- A tua avó sempre disse que ia ter 5 filhos pelos 5$00 que encontrou nesse dia.

Respondia o meu avô a rir.

- Em que é que gastaste o dinheiro? Perguntava eu cheia de planos...

- Nunca gastei os 5$00. Não preciso de 5$00 na algibeira. Os meus 5 são a minha riqueza. Sinto que tenho uma mão cheia de tudo. De tudo! E quem tem tudo não precisa de nada.

- Hummmm. Então se o pai e os tios são os escudos. O que é que eu sou???

- Tu e os teus primos são os nossos centavos!!

Dizia o meu avô a rir.

- Não! Não! Não quero ser centavo! Quero antes os 5$00 para comprar uma pastilha gorila!!

 

- Quem é a cadelinha mais querida deste mundo!

Mais gira. Mais louca e barulhenta que existe à face da Terra???? Quem é...

Sorri. Sorri muito. E responde com uma voz de mel...

- É a Babiiiiiiiiiiiii.

 

Ouvia a história até ao fim sossegada.

Tinha o nariz no pescoço do meu avô. E fingia estar meia adormecida.

Se ele achasse que eu estava a dormir ia pegar em mim ao colo, subir as escadas, deitar-me na cama e dar-me um beijo na testa. Eu fingia. Porque gostava que ele me levasse. 

- Esta miúda é um esqueleto. É só ossos!

Dizia o meu avô para a minha avó enquanto se levantava comigo agarrada ao seu pescoço.

 

Agarrada a mim.

A Alice. Calada. Quieta.

O narizito colado ao meu pescoço.

Com os olhos fechados. Eu sei que ela não está a dormir.

Mas não digo mais nada.

Ficamos assim.

Eu e ela. 

 

A minha avó guardou como amuleto desde o dia que conheceu o meu avô a moeda que encontrou.

Não era a original.

Dizia ela que às vezes numa emergência de trocos a ia buscar e repunha-a logo que conseguia. Nunca nos disse onde estava.

Mas toda a gente sabia que a tinha.

Um dia ofereceu a todos os filhos uma moeda de 5$00.

Não pelo valor mas pelo significado.

Há uns anos o meu pai deu a dele à minha irmã, a filha mais velha.

Eu e o meu irmão também tivemos direito a uma.

Quando herdei a casa no Alentejo.

Encontrei a moeda da minha avó dentro de um bule numa cristaleira antiga.

E dei-a à Alice.

Quando o Pedro me pediu em casamento ofereci-lhe a minha.

Convenhamos! Estar casado comigo é muito exigente. O homem ia precisar de sorte e de um canal aberto para falar com Nossa Senhora dos Aflitos!

Quando a Mariana nasceu o Pedro ofereceu a moeda à filha.

 

Não preciso de 5$00 na algibeira.

Sinto que tenho uma mão cheia de tudo.

De tudo!

E quem tem tudo não precisa de nada.

 

 

Queridos amigos. Desejo-vos uma Páscoa.

Com uma mão cheia de tudo.

De tudo!

Porque quem tem tudo, não precisa de nada. 

 

uma boa vizinhança! Faz toda a diferença.

11.04.19, Joana Marques

Já chegámos!

Chegámos a África.

Mudámos de hemisfério. Mudámos de continente. Mas nós somos os mesmos.

Nunca tinha pensado nisso. Mas..

....isto é uma família.

Pode tudo mudar. Drasticamente. Mas..

...continuamos a sentir-nos em casa. Até porque a Mariana continua a dormir como se nada fosse.

 

Esta semana. A primeira. É de adaptação.

É oferecida a todos os que cá trabalham e vêm de fora. Cá, no hospital onde o Pedro trabalha.

Não nos falta nada. Nada, mesmo nada. Somos tratados principescamente.

Não por mim, mas pelo Pedro, claro! Um médico tem muito valor por estes dias. 

 

Estamos a morar num aldeamento cheio de casinhas simpáticas, todas iguais.

Quando cheguei vi logo que ia ser feliz aqui.

A porta da frente é verde. E a porta de trás é branca!

Aqui estou eu, Joana, sempre à procura de sinais bons ou não seria eu uma optimista.

Até porque a Mariana continua a dormir como se nada fosse.

 

Os vizinhos são maravilhosos.

Alguns já cá moram há 15 anos. Outros estão de passagem como nós.

Trabalham todos no hospital, ou pelo menos um membro de cada casal.

Como eu e o Pedro. Só ele trabalha no hospital.

Aqui no aldeamento temos tudo.

Se eu quiser uma alface roxa é só enviar um email e amanhã de manhã aparecem com a alface roxa.

Por exemplo, quando acordamos já temos à porta de casa, todos os dias, fruta fresca para o dia.

Podemos escolher. Se não dissermos nada eles escolhem e entregam logo cedo.

A fruta e mais alguma coisa que tenhamos pedido.

 

Temos creche no aldeamento. Mas eu sou uma mãe portuguesa e quero as miúdas só comigo.

Não vá o diabo tece-las. A história da Maddie não é uma história e mexe um bocado comigo.

Mas costumo lá ir um bocadinho todos os dias com a Alice.

Para ela brincar e começar a fazer novos amigos. 

Enturmou-se bem. 

A Mariana continua a dormir como se nada fosse!

 

Não estamos muito longe da cidade. 10 minutos de carro.

Mas parece que estamos longe de tudo.

Avisaram-nos em relação à segurança.

Eu e o Pedro temos saído mas não aconselham que eu saia sozinha, por exemplo.

Se quiser sair aconselham a que eu chame um motorista.

 

Os meus vizinhos e vizinhas. Andam de motorista de um lado para o outro.

Para eles é normal.

Eu que saí de casa aos 17 e sou auto-suficiente desde sempre...ou acho que sou.

Ainda não me habituei.

A verdade é que também ainda não tive necessidade. Nem tempo.

Os dias têm passado a correr.

Queremos ver tudo.

Conhecer.

Passear. Visitar. Viver.

 

 

Hoje por exemplo fomos aqui mesmo ao lado. A casa de uns vizinhos.

Simpáticos. Patuscos. 

A Alice quase estrafegou um ou dois. E desde essa altura só fala neles.

- Minguins. Minguins. Minguins...

Vejam só que categoria! Esta vizinhança!

p56.jpg

Uma boa vizinhança! Faz toda a diferença...certo?

A Mariana? Nada. Não ligou nenhuma!

Continua a dormir como se nada fosse!

 

Este post só foi possível graças ao meu irmão. Não sei muito bem porquê tive dificuldade em fazer o login e entrar no blog.

O meu irmão conseguiu e cá está o post. São e salvo!

Se comentarem e não aprovar logo os comentários e/ou não responder é porque o problema persistiu....

....é um bocado chato pôr o meu irmão a fazer de Joana!

 

Pergunta!

05.04.19, Joana Marques

O Vasco é conhecido aqui na rua como: "aquele cão que engravidou a cadela do João".

Algumas pessoas olham para ele de lado outras acham-lhe graça.

Uma vizinha aqui da rua gosta tanto do bicho que lhe dá comida.

 

A dona Arminda tinha um cão que morreu.

Quando os filhotes do Vasco nasceram ainda os foi visitar mas percebeu que iam ficar muito grandes e desistiu.

Como ainda tinha biscoitos do cão dela começou a dá-los ao Vasco sempre que passava aqui pela nossa casa.

Chamava o Vasco, o Vasco aparecia e ela pelo portão dava-lhe um biscoito. Depois os biscoitos acabaram.

 

Mas....

....passado um tempo a dona Arminda voltou a dar-lhe biscoitos.

É matemático, eu passo na rua com o Vasco. Às vezes vai solto.

Passamos pela porta da dona Arminda e ela aparece com alguma coisa para ele.

Outras vezes já passámos pelo portão e a dona Arminda aparece e chama-nos.

Voltamos para trás. E ela dá-lhe um miminho.

 

Até comentei com o Pedro.

- A vizinha ali da casa azul é uma querida, sempre que nós passamos à porta dá sempre um miminho ao Vasco.

- Deve estar sempre à janela....como é que ela sabe o momento em que vocês estão a passar?

- Pois, não sei...à janela ou no jardim...vou reparar para a próxima.

 

Hoje. Ia atenta até à medula. 

Algo me fez desconfiar. Não da dona Arminda mas do meu cão!

Soltei-o. E fui atrás dele atenta da vida.

E não quis acreditar.

O caneco do cão pôs-se de pé.

Tocou à campainha. E depois foi só aguardar pela chegada da dona Arminda.

Lá apareceu ela com o biscoito da praxe.

Quase morri de vergonha.

- Dona Arminda. Há quanto tempo é que ele faz isto? Ele costuma tocar à campainha?

- Sim. Ainda pensei que fosse a sua pequenita mas achei estranho porque acho que ainda não chega à campainha. Mas um dia fui ver e vi a Joana e o Vasco ao longe e fiquei atenta. No dia seguinte confirmei que era ele.

Prendi o Vasco!

- Não se zangue com ele. Eu gosto tanto, quando ele me chama!

E nisto o Vasco dá um puxão na trela e toca na campainha da casa do lado!

 

Pergunta!

Há quanto tempo é que este cão anda a maçar o bairro inteiro?

 

adaptação...

04.04.19, Joana Marques

A Alice desde que a irmã nasceu está menos independente.

Exige muito mais colo. E atenção.

Choraminga por coisas que nunca choramingou.

É compreensível. E por isso tenho feito por ter a atenção que precisa.

Todos os dias ou quase todos os dias o Pedro fica com a Mariana e saio um bocadinho com a Alice, para ter a mãe só para ela. Vamos ao jardim. Anda de baloiço. Passamos pela praia. 

Na sesta da tarde, um dia conto eu a história outro dia conta o Pedro. E à noite trocamos. 

A irmã também precisa e tentamos que a Alice compreenda isso. 

Desde que a irmã nasceu, infantário nem vê-lo. Ficar em casa dos meus pais sozinha também não!

- Não, não e não!

Temos deixado. Como estamos todos em casa e anteriormente nas folgas do Pedro ficávamos todos. Agora também não é diferente. Estamos todos juntos. E isso é a parte boa de ter uma família. 

 

Não cedemos a tudo. Claro!

Queria porque queria dormir na nossa cama.

De dia já tem dormido a sesta na nossa cama. De noite não deixo!

Expliquei-lhe que a cama era minha e do pai e que ela tinha a própria cama.

Argumentou. 

No dia seguinte voltou a tentar. Também não cedemos.

Nunca mais tentou.

Se antes não queria nada andar ao colo durante as brincadeiras dela.

Agora aparece-nos a querer miminhos.

Tento envolvê-la em tudo o que esteja a fazer. A maior parte das vezes quer participar.

Outras nem tanto! Continua a ter uma agenda própria...

 

Tirando esta parte da ciumeira...

.....adora a Mariana. 

Dá-lhe beijinhos. E faz-lhe festinhas.

Abana-lhe a cadeirinha quando a pequenota está em modo: "vou começar a chorar...em 4, 3, 2, 1..."

Fala com ela. Canta para a irmã. E dança.

Põe-lhe a chucha na boca com muito cuidado.

Oferece-lhe bonecas para ela brincar. E fica um bocado sentida porque a irmã não corresponde.

É mesmo uma irmã mais velha. Daquelas mesmo boas.

 

Fica danada, mesmo enfurecida quando alguém na rua se mete com a irmã e não diz o nome da mana.

Atira logo com um ar de escandaleira!

- É a Maiaaaaana! É a Maiaaaaana!

 

Não admite um erro. Daqueles mesmo muito compreensíveis.

Ontem estava a mudar a fralda à Mariana e no fim peguei na miúda ao colo e disse no meio de um beijinho:

- Cheiras tão bem, Alice!

Senti alguém a puxar-me a saia.

E ouvi uma vozinha. 

- Maiaaaaaana, mamã. É a Maiaaaaaaana!

Com mil Slimanis...uma mulher já não pode trocar o nome às filhas!

 

Mariana, Alice.

Alice, Mariana.

Filhas de Pedro e Joana. 

 

aconteça, o que acontecer....

03.04.19, Joana Marques

Aconteça, o que acontecer!

Logo à noite.

Amanhã ou depois.

Nem que levemos um açoite!

Ou dois...

Sporting, Sporting, Sporting!

 

Este amor!

é impossível que desvaneça...

É para sempre...

... e nunca nos sai da cabeça!

alice (1).jpg

Sporting, Sporting, Sporting!

Na cabeça e no coração!

Aqui está um novo leão!

Leão, não é bem assim..

...é mais uma leoa.

Dorminhoca e comilona,

ainda não tem um mês mas..

já veste a rigor! E...

...o verde é a sua cor!

Porque o Sporting é sem dúvida nenhuma...

...o nosso grande amor!

mariana (1).jpg

Queria vos presentear

Com uma Mariana acordada!

Impossível! No momento...

...caneco da miúda!

Que raio de comportamento!

Com mil Slimanis..

...assim é uma sportinguista!

Não está muito preocupada...

...parece-me uma optimista!

cordas

02.04.19, Joana Marques

É um filme de animação com uma mensagem valiosa.

Sobretudo os mais novos. Porque são eles os adultos de amanhã. 

 

Basta de uma sociedade não inclusiva.

Somos todos diferentes. Somos todos iguais.

Fazemos todos parte de um todo. E ninguém deve estar à parte.

É nessa base que a sociedade tem de estar alicerçada.

 

Neste mini-filme.

Encontramos 10 minutos de magia. 

A história de Maria. A história de uma amizade.

 

Cordas