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Quiosque da Joana

Quiosque da Joana

esta miúda vai-me dar tanto trabalho...

16.01.19, Joana Marques

Desde este post até ao dia de hoje não mudou muita coisa.

E para dar este passo foi preciso mentalizar-me bem mentalizada.

O passo que dei não foi bem um passo, foi um passinho.

Pequenino.

Mais pequeno que os passos da Alice.

 

A ideia nunca me seduziu mas era uma questão de tempo.

Pelo menos aos 3 anos tinha de ir.

A nossa casa tem dois infantários muito perto. 

Quando passamos por aquele que está mais próximo da nossa casa chama sempre a atenção da Alice. Vê os baloiços. Vê os meninos a brincar. 

Eu e o Pedro começamos a pensar se não seria bom a miúda começar aos poucos a habituar-se a estar de vez em quando longe dos pais e dos avós. Porque um dia destes pode mesmo ser preciso e quando for mesmo preciso, o choque é maior.

E se esta necessidade surgisse quando a Mariana nascesse? 

Pareceu-nos que seria bastante cruel para a Alice.

Podia interpretar como se estivéssemos a livrar-nos dela para ficar com a irmã.

 

Não é tarde nem é cedo. Fui lá expor o meu caso.

- Não quero dar este passo. Mas preciso dar este passo. 

Sugeriram para a deixar lá uma tarde ou uma manhã.

Escolhi uma manhã porque já não dorme a sesta de manhã.

Adorou.

Vinha tão entusiasmada. Queria falar tão depressa, tão depressa. Que atropelava as palavras todas.

Nessa semana só foi essa manhã. Mas sempre que passava pela rua do infantário fazia sempre uma festa.

Experimentei duas manhãs seguidas. Adorou, outra vez.

Quando me viu veio ter comigo para logo fugir e ir brincar com não sei quem.

Até que experimentei um dia todo. Hoje!

 

Durante o dia quase faleci. Tive de me segurar para não telefonar mas aguentei-me.

Fui lá deixa-la às 8h da manhã e fui busca-la às 16h depois da sesta.

Não fazia sentido ir acordá-la.

Trouxe-a para casa. A miúda sempre numa grande converseta a contar tudo e tudo e tudo.

Não percebi dois terços da conversa. Mas era mais um monólogo do que uma conversa.

Dei-lhe banho.

Preparei-lhe o jantar. A miúda limpinha e lavadinha a matar saudades dos cães. 

Adiante.

À hora de jantar. Sentei-a na cadeira. Tinha o jantar à frente. E ela disse-me...

- Não!

- Não?

- Não!

Olha, esta é nova! Nunca recusou nada comestível na vida.

Insisti. 

- Não!

Desisti. Deixei-a estar na cadeira. E continuei na minha vida. Às vezes lá deitava um olho para ver o desenvolvimento. 

De repente.

Deitou cá para fora um suspiro. Meio que revirou os olhos. E começou a comer..

 

Esta miúda vai-me dar tanto trabalho. 

 

Há dois anos no Quiosque!

Post 1:

Era segunda feira.

E alguém (Vasco) acusava algum cansaço.

 

Post 2:

Na altura já seguia as cores dentro do prato.

Não da forma como hoje sigo...

 

Há um ano no Quiosque!

Post 1:

Não foi bom. Vacinas!

 

Post 2:

Já tentei mas não me consigo enquadrar.

Sou mãe. Mas....

 

Post 3:

Quando eu comecei aquele mal fadado desafio de fotografia.

 

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