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Quiosque da Joana

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28.01.18, Joana Marques

No tempo em que tinha férias. Férias, mesmo férias. Mais de uma semana. Dias e dias a vegetar.

Ao fim de algum tempo começava a perguntar-me se conseguiria voltar a trabalhar.

Com o cérebro em serviços mínimos.

O tico de férias e o teco em greve de zelo.

Tinha  a sensação que não conseguia pensar e que ficaria assim para sempre.

Por acaso, espero, este ano, voltar a ter férias de jeito. E sem muito esforço vou voltar a sentir um vazio cerebral...vou fazer por isso.

É claro, que voltava ao trabalho. E meia hora depois de ter chegado tudo tinha voltado ao normal. Com a vantagem de me sentir novinha em folha e pronta para conquistar o mundo.

 

O livro que li e terminei na sexta feira lembrou-me esses tempos.

Dos tempos de férias em que parece que nada se apreende.

O livro é tão ligeiro que é bom para ler quando estamos com o cérebro parado. Paradinho.

Ninguém me recomendou o livro. Comprei-o porque gostei da capa. Eu sei que é uma razão parva mas não preciso de estar de férias para ter ideias parvas...

Se não fosse Sportinguista provavelmente tinha desistido do livro. Só lhe comecei a achar piada lá para a página 200.

Como se Sportinguista habituei-me a esperar pelo fim.

Fiz bem. Porque acabei por gostar do livro.

Não gostei tanto como o primeiro de 2018.

Até porque depois de uma história destas não é fácil passar para outra. Ainda por cima sem grande enredo. E leve.

É uma história dos nossos dias. Onde entra o facebook, instagram e o mundo dos blogs.

O amor. A disputa. O bad boy. E a mulher que também se apaixona mas olha para os seus interesses primeiro.

Numa ou outra passagem fez-me ri até a barriga doer.

amorcomtravo.jpg

O próximo.

É este.

Alguém me falou nele. Fiquei com curiosidade.

gaivota.jpg

 E vocês o que andam a ler?

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