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Quiosque da Joana

14.11.18

hoje escrevo sobre...

Joana Marques

Segundo post de um conjunto de posts.

Estes posts são escritos para dar resposta a emails ou mensagens recebidas.

E hoje falo sobre...

....alguém me enviou um email a perguntar porque raio não escrevo sobre assuntos polémicos. 

 

Os tempos são acalorados.

Discussões em praça pública.

Pessoas são condenadas em canais de televisão.

No facebook.

Ou nas caixas de comentários dos jornais.

Em blogs...sim, em blogs. Também!

 

Existem opiniões que se dão. E se devem dar, desde que se saibam dar. 

E depois existe outra coisa...

...que para mim não é coisa nenhuma. 

 

Tenho 37 anos.

Há muitos anos atrás escolhi ser gentil.

Por isso não escrevo sobre tudo.

Não o faço. Se tiver a precepção que posso magoar alguém. Ou que possa ser injusta com alguém.

 

Ser gentil.  Pode ser confundido com falta de convicção. Ou de personalidade.

Não acho. Para mim é uma forma de estar na vida.

Para mim representa o ser auto-suficiente. O estar bem comigo própria. 

 

Mais...

....não sou Dom Quixote.

Não me apetece gastar o meu tempo e as minhas energias com os moinhos de vento desta vida.

 

A cada dia que passa. Todos os dias. Escolhi ser gentil. Recomendo!

 

 

 

Primeiro post desta rubrica!

Hoje escrevo sobre....relações amorosas!

 

Se quiserem colaborar nesta rubrica podem sugerir temas.

Nos comentários.

Email, instagram ou facebook.

 

Há dois anos no Quiosque!

Um roubo monumental do Vasco!

 

Há um ano no Quiosque!

Post 1: Andava a tricotar a minha primeira camisola!

Post 2: A caminho de Amesterdão!

Mal eu sabia que estava quase, quase a partir a perna...

.....que dor!

 

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13.11.18

Joana e Pedro. Continuam a encantar o bairro...

Joana Marques

Para conseguirem perceber este post têm, primeiro de ler, este!

O Pedro fez noite.

Hoje, está de folga. Só volta a trabalhar amanhã às 16h.

Chegou a casa de manhã, por volta das 9.

Esteve a descansar de manhã.

Ele e o Vasco. Vasquinho é incapaz de deixar alguém a dormir sozinho. Solidário que só ele...

 

Nos dias em que está de folga, sempre que possível a Alice fica connosco. É como se fosse fim de semana.

Levantou-se para almoçar. O Pedro e o Vasco. Vasquinho é incapaz de deixar alguém comer sozinho. Solidário que só ele...

 

Depois de almoço fomos dar uma voltinha aqui pelo nosso bairro novo.

A Alice não quis ir no carrinho. Foi a pé...como nós.

O Vasco não quis ir. Vasquinho é incapaz de deixar a casa sozinha à mercê dos ladrões. Solidário que só ele....

 

Saímos.

Parámos junto a uma loja de produtos regionais. Na sua grande maioria, alentejanos.

E os nossos olhos bateram nuns queijinhos de cabra do mesmo tipo que compramos no Alentejo verdadeiro.

Resolvemos entrar.

A loja estava longe de estar cheia mas tinha algumas pessoas.

A Alice fez despertar alguns sorrisos no senhor da loja e em alguns clientes.

E nisto o Pedro diz para a Alice:

- Onde está o teu rim?

As pessoas olharam com pena para a miúda. Quase consegui ler os pensamentos.

Coitadinha. Tão novinha e já não tem um rim. E o pai, esse grande sacana, ainda goza com a situação.

A Alice olhou para o pai com o olhar mais desinteressado do mundo e disse com toda a certeza do mundo.

- NÃO!

É o que ela responde quando não quer mais conversa.

 

Nós à espera de sermos atendidos e o Pedro para mim:

- Viste o rim da Alice?

- Ela trouxe o rim? 

- Não sei. Acho que sim.

O ar surreal das pessoas!

- Não trouxe, não trouxe! O rim da Alice está no saco das compras!

Disse eu, um bocado alto, porque de repente lembrei-me onde estava o rim.

Fomos atendidos.

E o Pedro diz-me assim...

-E se gratinássemos o coração*, no forno ? Ralamos um queijinho destes e pomos por cima??

E saímos. Antes que alguém. Chamasse a polícia. Para prender estes traficantes de órgãos.

 

* Couve coração...só que o Pedro diz só coração...

 

Da mesma coleção, Joana e Pedro. Os preferidos do bairro.

 

Há dois anos no Quiosque!

Adoro esta música!

Há um ano no Quiosque!

Ter um cão. Ou não ter um cão.

Os prós e os contras. Diverti-me tanto a escrever este post!

 

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11.11.18

Ironias desta vida. E como a vida é injusta.

Joana Marques

Domingo.

A moça gira e fofa encontra-se descontraída em sua casa.

De repente, ele aparece.

Um moço. Charmoso. Giro. De sorriso fácil.

As pernas tremem. O moço é irresistível.

Pumba. Catrapumba. A moça fica grávida.

 

A moça passa de gira e bem proporcionada. Para a fase: Gina, a mamalhuda.

O peso aumenta.

O corpo incha.

Os enjoos.

Os fanicos.

Os desmaios.

A fome capaz de roubar um campo imenso de legumes, se for vegan. Ou um talho cheio de carne biológica, se for paleo.

O sono.

A inércia.

 

E o moço?!

O moço continua charmoso. Giro. De sorriso fácil.

O moço dorme as suas noites. Todas.

A vida continua fácil. E boa.

 

E o tempo passa. O que é que aconteceu à moça?

Perdeu o controlo da bexiga.

Hemorroidas. E não só...

Passou de Gina, a mamalhuda para Nocas, o cachalote.

A barriga parece que vai explodir.

Hormonalmente, está tudo descontrolado. A moça está um desastre. Ambulante!

O humor é de cão. Pior, não! O humor não é de cão! Porque o cão, hoje até está de bom humor.

Estrias.

Percebe que as suas pernas que eram esguias e de fazer parar o trânsito, estão feitas em dois troncos inchados e sem graça.

Os pés. Não! Barbatanas.

Os tornozelos. Quais tornozelos?

Come por dois? Não! Claro que não! Come por ti, por mim e por todos os habitantes da Ásia!

Nocas, o cachalote é de muito alimento. 

 

E o moço?!

Passeia-se pela praia. Sorriso para aqui. Sorriso para ali!

Dorme. Todas as noites. Ressona. E rebola na cama.

Acorda com uma boa pele. Porque descansou. Dormiu. E a vida é demasiado curta para acordar com mau ar.

 

E Nocas?

Já não é cachalote. É como os furacões... subiu de nível.

Nocas, virou agora baleia.

Mesmo, mesmo com o tempo a rebentar. Nocas, já pouco se mexe.

Só o maxilar para enfardar mais um pouco de bolinho. 

- Porque o bebé está a pedir!

 

 E nisto. Eis que chega. A hora do parto!

O moço. Está descontraído em casa. 

Ora dormita. Ora dá um olho na televisão para ver o seu Sporting a jogar com o Arsenal.

Esperem..deixem-me lá abrir os olhos:

- Cartão vermelho a Mathieu! Vamos lá Sporting!!

E volta a dormir.

 

A moça. Chegou a hora.

Toca de fazer força. E dores? Senhores, as dores!

- Socorro! Chamem alguém! O médico! A polícia! Os bombeiros! A marinha! O Instituto de Socorros a Náufragos! Alguém! Por favor chamem alguém....112??  Mathieu?? Foi expulso! Já está disponível! Não?? E Slimani?? Alguém me ajuda??

E nasce um. E outro. 

A moça dá tudo o que tem e o que não tem.

E o moço come a sua ultima refeição do dia. Aconchega-se, o mais aconchegadinho possível e adormece.

 

Ironias desta vida. E como a vida é injusta.

Os filhos saem TODOS! Ao pai. Sem tirar, nem pôr!

vasquinhos.jpg

 

 Há dois anos no Quiosque!

Alguma vez tiveram em casa um convidado que apareceu sem ser convidado?....por exemplo: uma osga!

Eis a solução encontrada por mim....

Por mim! O Vasco fugiu...

 

Há um ano no Quiosque!

Post 1: Um passo a passo feito pela Ana. Uma gola em crochet!

Post 2: Era sábado, e o Vasco estava feliz!

 

 

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10.11.18

Não chamem já a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens!!

Joana Marques

Conheci o José, nem sei quando. Devia ter uns 15 anos, acho eu...

O irmão dele, chama-se Pedro e é o melhor amigo do meu irmão.

Nem sei onde nos conhecemos.

Somos todos Sportinguistas. Devemos ter-nos cruzado por Alvalade algumas vezes.

Depois. Muitas vezes em casa do meu irmão. Ou em casa do irmão do José.

 

O Pedro, irmão do José seguiu engenharia civil como o meu irmão. 

Na mesma faculdade mas em anos diferentes. O Pedro (irmão do José é mais velho que o meu irmão).

Casaram mais ou menos na mesma altura e foram morar para o mesmo condomínio em Cascais.

São como irmãos.

 

O José seguiu medicina. E no primeiro dia de faculdade encontrou o meu Pedro.

Ficaram amigos. Os melhores amigos.

O Pedro seguiu rins. O José seguiu cérebro. Coisas lindas....

 

O Pedro esteve fora pontualmente mas a sua carreira foi construída em Portugal.

A do José tem passado por estar quase sempre fora. Exceção feita, quando esteve a trabalhar 6 meses na Fundação Champalimaud.

 

Quando teve de escolher um padrinho de casamento, o Pedro não teve dúvidas e escolheu o melhor amigo, o José.

O José está cá em Portugal a passar uns dias. 

Almoçámos todos juntos. Uma oportunidade que tínhamos de aproveitar porque daqui a uns dias vai voltar para Paris.

Conheceu a nossa casa nova. Ainda meio desarrumada. 

Esteve com a Alice.

E o Vasco não o largou durante o almoço. Porque os convidados são sempre presas fáceis e o cão sabe disso!

Trouxe-nos um presente.

Daqueles que faz derreter o coração de uma mãe Sportinguista.

E de um pai fanático por rins.

 

rim12.jpg

 

A Alice já se apoderou do maior.

O mais pequeno vai ficar para a Mariana.

Elas que não se distraiam...

...porque a mãe e o pai, bem têm vontade de lhes surripiar os rins.

 

Não chamem já a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens!!

Estou a falar dos peluches!

Os peluches! Os peluches!! Só dos peluches!

Não os verdadeiros...

 

Há dois anos no Quiosque!

Tinha deixado de fazer esta receita porque deixei de comer arroz branco.

Agora faço-a muitas vezes com arroz integral.

 

Há um ano no Quiosque!

Tão bom este post! Foi quando soube que ia ser devolvida a Portugal!

O que eu não sabia ainda é que seria depois de um esbardalhamento épico em Amesterdão...

...pormenores que não interessam nada!

 

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06.11.18

PMUC - processo de Mudança em Curso

Joana Marques

Já empacotamos tanta coisa! A empresa de mudanças já transportou tanta coisa!

E olho para a minha quase ex casa e acho que ainda falta fazer tudo.

Neste momento já mudámos para a casa nova:

- A despensa. 

Aqui em Carcavelos temos o mínimo indispensável. Praticamente andamos a racionar comida. E não usamos uma série de coisas porque já estão na casa nova.

 

- O escritório.

Neste momento já trabalho na casa nova. E por isso já temos internet. 

Por aqui, o escritório é uma assoalhada vazia. 

Elias já se passeia por terras de Isaltino. 

 

- Os quartos desabitados. Incluindo o da Mariana.

Não vou dizer que a Mariana já pode nascer porque não pode mesmo!! Mas se estivesse já com 40 semanas e não com 21, podia! A Mariana já tem quarto.

Roupa dos primeiros tempos organizada.

Berço.

Aqueles peluches dos primeiros tempos.

Fraldas. E mais fraldas.

Mantinhas quentinhas. 

Falta uma cama daquelas a sério. A Alice ainda dorme na cama de grades mas já tem no quarto uma cama para quando sair da cama de grades. Dá jeito. 

Nem que seja para aquelas noites mais difíceis (têm acontecido muito poucas vezes). Quando um de nós passa lá a noite.

 

- O quarto da Alice. Não está completo ainda.

Tem a cama onde ainda não dorme. Tem uma estante. Já tem a maioria dos brinquedos.

Tem o roupeiro com a roupa arrumada.

Falta a cama de grades. Alguns brinquedos. E alguma roupa.

 

- A arrecadação. 

Mudança feita. Completa. Linda e maravilhosa.

 

- Sala. 

Hoje tirámos tudo de dentro do móvel maior. Arrumámos em caixas.

Enchemos caixas e caixas com livros. As estantes estão vazias. Até dá pena.

Tirámos tudo de um móvel mais pequeno que tem sobretudo loiça. 

Amanhã a empresa de mudanças vai deixar as caixas todas (muitas!), os dois móveis. A mesa. E as cadeiras.

As estantes ficam porque estão agarradas à parede!

 

- Os 12456 vasos do terraço já estão na casa nova. Arrumados no alpendre de trás. E na entrada da frente.

O sofá, a mesa e as cadeiras. Já mudaram de casa e neste momento estão guardadas na garagem/arrecadação. 

 

- A cozinha já tem os eletrodomésticos. Porque comprámos novos. 

Os velhos que ainda estão em bom estado vamos deixar em casa. Foi combinado com os ingleses.

Em Carcavelos temos apenas e só 4 pratos. Três copos. Duas chávenas de café. E duas chávenas de chá. E temos de nos aguentar.

A comida está feita. É só aquecer. Se precisar de cozinhar tem de ser na casa nova.

Tudo o que trouxemos de Carcavelos está arrumado.

 

- Casas de banho. Já foi tudo. Excepto da que estamos a usar. Mas como temos pouca coisa é fácil.

 

- Roupas de casa. Já foi tudo e está tudo arrumado.

 

- O nosso quarto.

Ainda aqui temos a cama.

Já foi a cómoda. A sapateira. Já arrumei os dois roupeiros, na casa nova, com as roupas de verão e inverno.

Até ao ultimo dia temos a roupa contada aqui em Carcavelos.

Se acontecer alguma coisa. Temos de ir à casa nova. Como trabalho lá não há crise. Todos os dias gerimos essa parte.

 

Já comecei a minha horta! Brócolos. Couves. Nabos. Alfaces. Tudo a nascer e a crescer!

 

À casa nova já chegou o leão em pedra para pôr no jardim. Sportinguista que é sportinguista tem de ter um leão no jardim.

O Vasco já batizou o leão. Com xixi. Várias vezes...

E cheirou-o. E batizou-o só mais uma vez para ter a certeza que o bicho não lhe aparece pela calada da noite.

 

O que falta?

Falta pouco. Mas....

....ainda falta. No fim de semana queremos ter tudo na nova casa.

Vamos lá ver....

 

Estou muito feliz pela decisão que tomámos.

Somos uma família nova e recente. E começar a vida num espaço novo para todos é mais do que justo.

Mas...

....a verdade é que ainda não interiorizei. Ainda não me caiu a ficha.

A azáfama. Dá nisto! 

Dia 16 é a escritura. E nesse dia vai doer.

 

Vou deixar Carcavelos.

OMG! Vou deixar Carcavelos! 

Entregar as chaves. Entregar uma parte de mim. Sabendo que o que deixo para trás é só passado. E o passado já não interessa nada!

Até porque comigo...

...vai ficar o melhor! Da minha vida!

 

 

Há dois anos no Quiosque!

Borboleta. Em origami....

Mal eu sabia que estes origamis iam ser aproveitados pela Alice. Adora...

 

Há um ano no Quisque!

Socorro! Então não é que nunca publiquei a receita...

Se ainda estiverem interessados digam...não me custa nada!

Mil desculpas...

 

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05.11.18

Vasco, o cão amarelado...com um toque dourado!

Joana Marques

Desde que sou mãe percebi que gosto de brincar. 

Nunca me tinha apercebido de tal coisa.

Até porque em miúda fiz a vida negra aos meus pais e aos meus irmãos. Só me entretinha com o que não devia. Era uma chata!

 

30 anos depois!

Gosto de me sentar no chão e participar das brincadeiras da Alice. E...

...penso e invento novas brincadeiras.

Nos últimos tempos tenho insistido nas cores. Não é por nada. Acho graça!

Cor de rosa. É a cor da Alice. E achei que tinha de diversificar.

Não introduzi as cores todas de uma vez.

Comecei pela cor das cores. O verde!

 

Pintámos as duas, pauzinhos de gelado. Verde. Tonalidades diferentes.

Pintámos um rolo de papel higiénico. De verde. Para servir de copo para os pauzinhos.

 

No dia seguinte introduzi outra cor. O branco.

Verde e branco. Branco e verde. A melhor das conjugações.

Pintámos pauzinhos. E o rolo de papel higiénico.

Juntei todos os pauzinhos e arrumámos os pauzinhos nos rolos de papel higiénico.

Cada macaco no seu galho. Pauzinhos verdes nos copinhos verdes. Pauzinhos brancos nos copinhos brancos.

Usei os legos que ela tem às dezenas de milhar para pedir peças destas duas cores.

Arranjei duas caixas. Mais uma vez cada macaquinho no seu galho.

Eu. Errava propositadamente. E a Alice ficava a olhar para mim e dizia...

- Wuaaaana!

Com ar de escandalizada desta vida!

Quando acabámos ouvimos uma música. E dançámos. Porque todos os dias podem ser uma festa!

 

No dia seguinte introduzi o laranja.

Voltámos aos pauzinhos de gelado.

Pintados de laranja. Ao rolo do papel higiénico. À arrumação dos pauzinhos.

Arrumámos os legos! Na caixa certa!

E! Introduzi uma nova brincadeira. Desenhei numa folha, pequenas figuras das cores que já tínhamos trabalhado. Uma folha deixei em branco.

Pedi-lhe para pegar nos cestinhos de encaixe e colocasse na folha certa.

Passou com distinção!

 

Hoje introduzi o amarelo.

Pintámos pauzinhos. Arrumámos os pauzinhos. É incrível como a miúda não se engana!

Arrumámos os legos por cores.

Brincámos com as folhas de papel. Hoje foi ela que riscou as folhas com a cor respetiva. Tive de lhe ensinar. Por ela as folhas ficavam tipo arco-íris.

Arrumou os cestinhos nas folhas certas.

Fizemos montinhos. Juntámos os pauzinhos de uma determinada cor, ao lado da caixa dos legos, e da folha.

Era o monte verde. O melhor de todos, claro!

O monte branco. Amarelo. E o laranja.

Mostrei-lhe um limão e disse-lhe para o arrumar no sitio certo. Lá foi ela...

Seguiu-se uma laranja. Guardanapos brancos. O cachecol do Sporting (todo verde). Os ténis dela (brancos). Uma girafa que ela adora que é laranja. 

Depois. Bem depois tive de parar porque fui fazer o jantar. 

A casa está à prova de miúda e ela anda à vontade por aqui.

Ficou na sala com o Vasco. O Vasco dormia no sofá.

Apareceu-me na cozinha. E pediu para eu ir à sala.

 

Quase enfartei.

A miúda tinha mudado o monte amarelo para junto do Vasco! 

 

Vasco, o cão amarelado...com um toque dourado! 

 

Há dois anos no Quiosque!

Quando eu achei que podia interessar a alguém um produto que usava na altura.

 

Há um ano no Quiosque!

Adoro ter projetos a longo prazo. Esta manta é um deles.

Vou fazendo quando tenho restinhos de lã.

Devagar se vai ao longe!

 

 

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04.11.18

Vamos juntas. De mãos dadas. Entrar em Alvalade!

Joana Marques

Não é fácil. É bom, mas não é fácil.

Mas é bom, tão bom!

É maravilhoso desde o primeiro dia. Desde que me lembro de ser gente.

Dos gritos. Lá em casa.

Dos festejos. Das alegrias. Das tristezas e das depressõezinhas que começavam ao domingo e continuavam semana dentro.

 

- Onde está o papá?

Perguntava eu à minha mãe, aos domingos à tarde.

- Foi ao Sporting.

 

Não me lembro de ter entrado no estádio pela primeira vez. Mas dizem que tinha pouco mais de 3 anos.

Ia vestida a rigor. Com uma camisola que mais parecia um vestido. Um cachecol oferecido pelo meu avô.

E bicho carpinteiro. Aquelas bancadas eram tão apetecíveis para eu saltar.

Esfolar os joelhos, já esfolados. E o nariz...

...se um nariz não acompanhar um joelho para que serve mesmo?

Foi assim que me estreei. De joelho esfolado. Nariz esfolado. E o meu pai em pranto porque teve de abandonar o jogo mais cedo.

 

Dizia em todo o lado. A explodir de orgulho! Em alto e bom som. 

- Sou do Sporting. 

Digo em todo o lado. A explodir de orgulho! Em alto e bom som. 

- Sou do Sporting. 

 

Ser do Sporting não é para todos. Nem todos têm estofo para ser do Sporting.

Esforço. Dedicação. Devoção. E Glória. O nosso lema.

Este lema tem muito que se lhe diga. É preciso palmilhar muito até chegar à glória. E até lá...com mil Slimanis, tantos obstáculos.

2018, tem sido uma prova. Dura. Só o Sporting e os Sportinguistas para resistirem. 

 

Ser do Sporting é acordar em dia de jogo a pensar:

- Vamos ganhar, hoje!

Mesmo contra todas as probabilidades, ser do Sporting é pensar todas as semanas:

- Isto não está nada bem encarreirado mas acho que vamos ganhar o campeonato este ano...

 

Ás vezes, demasiadas vezes apanho com cada balde de água fria. A maioria das vezes nem sequer me constipo. Sou rija...sou do Sporting!

Mas há dias em que as coisas correm bem! Mesmo, mesmo bem! E nem sequer estou a falar do jogo de hoje...

 

Hoje aqui em casa. Estava eu nervosa com o jogo.

Balde de água fria! Estávamos a perder.

Empate. Bas Dost!

- Goooooooooooolo do Sporting! Ficámos a ganhar!

A minha filha entretida com as suas bonecas. O cão. E com a sua Minnie.

Ao grito de golo do Sporting. Saiu despercebidamente da sala onde nós estávamos. 

Voltou. A correr!

Com um cachecol do Sporting na mão.

Ainda não tem dois anos!

Querida Alice. Isto é o Sporting. Isto é ser do Sporting.

 

Um dia destes.

Vamos juntas.

De mãos dadas.

Entrar em Alvalade! E ver o nosso Sporting!

 

 

Há dois anos no Quiosque!

Era sexta feira! E o Vasco passou por cá para vos desejar um bom fim de semana!

 

Há um ano no Quiosque!

A Ana escreveu sobre redes sociais!

Podes voltar, Ana???

 

03.11.18

faltam 135 dias...

Joana Marques

Se a miúda for pontual faltam 135 dias.

Estou quase com 21 semanas!

Ando impossível! Até tenho medo de mim própria. Ando com uma energia do caneco.

Se for preciso pego ao colo a Alice, o Pedro e o Vasco tudo ao mesmo tempo.

Esta semana tive uma consulta de rotina. Aquelas que o meu marido vai com 101 preocupações e eu só vou para ver a Mariana.

O resto está bem. Eu sinto que está tudo bem.

O que é que eu sei dela?

Está mais ou menos com 350 g de peso.

Já dorme...

...espero que saia ao pai que adora dormir. Não tenho pedalada para uma criança igual a mim....

Atualmente parece-me que gosta mais de dormir de dia. Sinto-a mais sossegada durante o dia.

À noite! Aposto que dá raves na minha barriga. Tal é a animação que sinto um bocado mais abaixo do estômago...

Dizem-me que já ouve e por isso tenho insistido mais do que nunca na boa música. Para que não estranhe.

Um bocadinho distoDisto e disto!

Eu e a Mariana estamos sempre em amena cavaqueira.

Não é bem um diálogo. É uma converseta em que eu digo tudo o que penso e depois dou a minha opinião assertiva sobre o tema em discussão.

Também nos rimos. Eu pelo menos...

...não sei muito bem se ela terá condições para rir. Não me lembro dos meus tempos de vida intrauterina mas desconfio que deve ter sido fixe!

 

A minha barriga está enorme.  

Digo eu...

....a minha mãe e a minha sogra riem-se quando digo isto. Daqui a uns meses nem quero pensar.

Acho que vou ter de entrar pela janela!

O meu centro de gravidade mudou. Parece que sou sugada quando ando. É difícil de explicar esta sensação...

...também é nova para mim...ainda estou a tentar perceber...tenho cuidado quando ando, como nunca tive.

Faço caminhadas todos os dias. E yoga. Ainda estou muito flexível.

Mais do que nunca tenho cuidado com o que como. Agora é a sério. Não é a minha vida que está em jogo é da Mariana.

Engordei 5 kg. Estou a caminho de me transformar na Nocas Cachalote mas por enquanto ainda me sinto a Joana.

Olho-me ao espelho e gosto do que vejo. Acho graça à barriga e à minha nova forma. Acho bonito, até.

 

Tem sido uma fase muito bonita da minha vida.

Espero morrer muito velhinha e rodeada de netos mas arrisco-me a dizer que esta fase tem sido a melhor da minha vida.

Não só pela Mariana. A Alice, o Pedro e o Vasco.

É tão bom ser apaparicada. E mimada. Os quatro são peritos em me fazerem feliz...

Faltam 135 dias...

 

 

Há dois anos no Quiosque!

Post 1: uma história sobre velharias...

Post 2: O meu tio Nuno faz hoje anos!!

Parabéns!

 

Há um ano no Quiosque!

Post 1:Um post muito bem escrito pelo Ana sobre blogs!

Identifico-me com tudo o que escreveu..

Ainda outro dia percebi que a maioria dos filhos das bloggers tiveram piolhos todos ao mesmo tempo e foram tratados com paranix!

Temi pela cabeça da minha filha Alice. E também pela da Mariana.

Mas depois descansei....

....é provável que tenham piolhos um dia mas não desta maneira!

Post 2: Outro aniversário...tão especial, este!

Uma história do Alentejo e não só!

 

 

 

31.10.18

hoje escrevo sobre....

Joana Marques

Esta é uma rubrica nova no blog.

Às vezes recebo email's, mensagem de Facebook ou Instagram a pedir para falar sobre isto ou aquilo.

Até agora tenho respondido a cada uma. 

A partir de agora vou responder usando o blog.

Não quer dizer que não responda também a quem me envia a mensagem. Por norma respondo a todas as mensagens.

A não ser que me esqueça..porque a idade começa a ser para cima de muitos dígitos.

E grávida, ainda por cima...

Sabem lá a minha vida...

 

Alguém. Não vou dizer o nome. Pediu-me para falar sobre relações amorosas.

Não é um assunto que me sinta muito à vontade. Porque é um assunto que não domino.

Aliás, só casei aos 37 anos. Olhando para os meus irmãos que casaram muito mais cedo que eu e acertaram á primeira.

Esses sim deviam estar a escrever este post.

 

Não sou uma pessoa fácil. E isso deve ser o ponto de partida para este post.

Quem me atura tem de ter uma paciência do tamanho do sistema solar.

Juntando ao facto de não ser uma pessoa fácil. Sou uma pessoa exigente. E em certas situações sou muito pouco flexível.

Para relações amorosas como para relações de amizade existe uma linha vermelha.

Não gosto de passar a linha vermelha. Se a passar está o caldo entornado. E eu tenho muita dificuldade em voltar à normalidade e olhar para o outro da mesma forma.

 

Fazendo uma retrospetiva das relações amorosas que tive. Cheguei à conclusão que falharam mais por causa de mim do que por causa deles.

Eu quero acreditar que falharam porque eu um dia ia conhecer o homem da minha vida, o Pedro. E se estivesse com outro, o Pedro seria apenas uma miragem...

 

 

Era pouco mais do que uma miúda quando tive o meu primeiro namorado. Tinha 16, quase 17.

Chamava-se Marc. Era meio francês. E andava no Pedro Nunes como eu. Era o melhor amigo do meu melhor amigo.

Era giro que se fartava. Falava português com sotaque francês. Mas, senhores, sentem-se!

Era do benfica. Com a mesma intensidade que eu era do Sporting.

E isso não era bom. 

As discussões eram mais do que muitas e só nunca andámos à tareia. Não sei muito bem porquê.

Às segundas feiras normalmente não nos falávamos. Miúdos....

Às terças vinha ter comigo. E lá fazíamos as pazes. 

Era assim para o ciumento. Mas...

....ia gerindo.

Começou a falar em casamento quando eu tinha uns 20 anos. Andava eu fresca e fofa a servir leite com café em aviões.

Quando terminou o curso e se empregou, insistiu mais e mais. E em filhos. Falava muito em filhos. E eu armada em Joana a dizer:

- Claro que sim, um dia destes...

Um dia cansou-se de esperar. E fez-me um ultimato. Queria ir para Inglaterra tirar o mestrado e queria que eu fosse com ele. Casados!

Olhei para ele com pânico no olhar. E pedi-lhe para esperar...

...não esperou. E eu compreendi. Toda a gente tem o seu limite e ele tinha atingido o dele.

Gabo-lhe a paciência. Esperou por mim tanto tempo...estivemos juntos quase 7 anos.

Não lhe gabo a preferência clubística. Cruzes! Canhoto! Credo! 

 

A culpa foi minha, mas...

....fiquei de rastos. Claro!

Fiquei sozinha quase 4 anos. 

 

O senhor que se seguiu era sportinguista. E eu achei que era o homem da minha vida.

Pelo menos às segundas nunca estava chateada com ele. Quando corria mal, corria mal para os dois.

No primeiro ano de namoro esteve 6 meses fora. 

Disse-me que tinha de ir. Deu-me a entender que era obrigado a ir.

Quase cortei os pulsos com as saudades. Mas...

...o que tem de ser tem muita força. Desejei-lhe sorte. O destino não era propriamente paradisíaco.

E rezei para que voltasse inteiro e de boa saúde. E já agora apaixonado por mim. 

Voltou. E parecia que nunca nos tínhamos separado.

Estivemos juntos quase 7 anos. Durante esse tempo começou-se a falar em casamento.

Já não fugi ao assunto como anteriormente. Ok! Pronto. Fugi um bocadinho mal de nada....

Começámos a falar de filhos, também. Eu era hospedeira e ele também tinha horários um bocado diferentes.

Comecei a tratar de mudar de vida. Porque a ideia não me parecia completamente descabida.

Fiz uma pós graduação em Inglaterra para juntar à minha licenciatura em Gestão.

E consegui um estágio numa empresa em Milão. 3 meses.

Informei-o. Não concordou. Disse-me para ficar, por favor. Deu-me mil e uma razões para eu não ir.

Fiquei a pensar.

Um dia em Junho. Fomos a um jantar com ex colegas dele. E no meio do jantar percebi que afinal, no início da nossa relação, ele tinha ido para fora porque se tinha oferecido. E não porque tinha sido obrigado.

Lembro-me de estar numa mesa, ele à minha frente, e a cara dele disse tudo.

- Ela percebeu. E não há nada a fazer...

Lembro-me do caminho que fizemos de carro. Quase em silêncio. Porque ele sabia o que ia acontecer e eu também.

Foi ao som de "Just like heaven" dos "The Cure" que acabou. Terminámos. Porque seria muito difícil para mim voltar a confiar nele.

Ele tinha ultrapassado uma linha vermelha. E eu sou do Sporting.

Fui para Milão. Troquei de trabalho. E sofri como uma condenada à cadeira elétrica.

 

O senhor que se segue. Não foi meu namorado.

Mas eu gostei dele como se tivesse sido.

É o #rumoaoesquecimento.

O Quiosque já existia nesta fase e por isso as minhas lamurias estão espalhadas pelo blog.

Foi uma pessoa importante. Muito importante. Acho que só não tivemos nada porque eu estava fora.

E quando voltei as coisas já tinham descambado. Tal como o Marc, também este achou que já tinha esperado tempo de mais. E foi à vida dele.

Não o censuro. 

A verdade é que o tempo que nos falamos foi agridoce para mim. Muito bom. E às vezes muito mau.

Não por ele. Mas sobretudo porque me pus em causa várias vezes. E isso não costuma acontecer.

O rapazinho tinha o hábito de comentar a fazer-se interessante no instagram de miúdas, mulheres, enfim....pessoas do sexo feminino.

Falei com ele. Custou-me porque achei parvo. Mas falei...ao fim de algum tempo.

Desvalorizou. E continuou a fazer o mesmo.

Comecei a duvidar da minha sanidade mental e desativei o instagram. 

Coração que não vê. Coração que não sente.

 

Só que...

...parti a perna no ano passado. E não tinha grande coisa para fazer. E voltei ao instagram.

E lá estava. Os comentários na Rita, na Inês, na Cláudia...nos iogurtes, na bainha das calças, no chazinho...enfim.

Podia não ter mal nenhum. Mas incomodava-me e ele sabia. Aliás, atualmente está com uma destas pessoas, por isso...

...onde há fumo, há fogo. Afinal era mesmo alguma coisa. E eu não estava neurótica de todo....só um bocadinho.

Foi por causa dele que escrevi o post: "eu queria ser suficiente". Porque ao longo desta relação que não chegou a acontecer nunca senti que fosse suficiente. Em certas alturas achava que ele olhava para mim como se eu fosse o ultimo copo de água do deserto. Noutras achava que afinal a Rita, a Inês e a Cláudia é que eram o último copo de água do deserto. E eu estava aquém. Ser suficiente é a conta certa. E eu nunca fui.

E pronto! Estava terminado antes de começar. 
Depois apareceu a Alice e deixámos mesmo de ter lugar na vida dele.

Continuo a achar que é uma pessoa de bem. Não deu certo, em certa medida pela distância. E pelo resto....ah! e porque em Março ia aparecer o Pedro...

 

Ao longo do tempo aprendi a não desvalorizar a intuição.

Aprendi também que antes de ser só coração convém dar algum espaço à razão.

Nunca gostei de casos de uma noite, ou de um mês.

Não tenho nada contra mas para mim não dá nem faz sentido. Para estar com alguém tem de ser a sério. E de corpo e alma. 

Sempre me custou muito entregar-me nas mãos de alguém. Confiar. Escancarar o coração.

Excepto com o Pedro. 

 

Todos nós temos as nossas histórias.

O Pedro, o meu Pedro também tem as dele. Mal seria se não tivesse.

O meu passado está completamente resolvido. 

É esse o ponto de partida para começar....

....o resto da nossa vida. Está nas nossas mãos. E no nosso coração.

 

 

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