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Quiosque da Joana

13.08.18

dias simples. Receitas simples...

Joana Marques

Fã número um desta receita.

Por mim comia isto todos os dias.

É muito versátil. Pode-se variar todos os dias o recheio.

E todos os dias é bom.

Melhor. Não dá trabalho nenhum a fazer....

Os ingredientes que vou colocar são os que usei desta vez.

Mas já tenho usado outros. É abrir o frigorífico, olhar lá para dentro e surpresa!

Por exemplo, hoje usei queijo Feta porque era o que tinha. Já usei queijo de cabra curado e ficou muito bom, também.

 

 

Ingredientes:

- Duas fatias de pão.

Usei o meu pão sem glúten que já tinha uma semana mas ainda estava bom!

- Dois tomates.

- Um cogumelo Portobello. 

- Rúcula.

- Queijo Feta.

- Azeite.

- Um dente de alho.

- Manjericão.

- Orégãos.

 

Numa frigideira colocar azeite e deixar aquecer.

Quando estiver bem quente colocar as fatias do pão.

Virar. Não deixar queimar. Nem tostar demasiado.

Não pretendemos torrar o pão. Apenas tosta-lo por fora.

Passar o dente de alho pelo pão tostado. Se não gostarem não têm de o fazer. Fica bom na mesma.

Na frigideira que tostámos o pão, aproveitamos o azeite (se não tiver suficiente acrescentamos) colocamos um tomate cortado em pequenos pedaços, o cogumelo cortado, manjericão e orégãos. Deixamos cozinhar uns minutos. 

 

À parte juntamos a rúcula, o queijo e o outro tomate.

Quando o cozinhado estiver pronto juntamos tudo e colocamos por cima das fatias do pão.

Aproveitar o molhinho do cozinhado para regar o pão. E também um fio de azeite.

Soberbo!

Temos aqui pano para mangas.

Basta trocar os ingredientes e nova receita! Novos sabores.

É tão bom cozinhar!

É tão bom comer...

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Há dois anos no Quiosque!

A minha forretice e .....

as coisas que gosto de fazer para me entreter.

Ainda os tenho em Carcavelos!

 

 

Há um ano no Quiosque!

O desafio da Carol.

Respondido por mim....

 

08.08.18

o que comemos todos os dias...

Joana Marques

Mudar não é fácil.

Não é fácil mudar rotinas.

Sair da nossa zona de conforto.

O desconhecido assusta sempre.

 

Para ser mais fácil interiorizar um novo estilo de vida não devemos nunca pensar no que vamos deixar de comer.

No que faz muito mal.

Na proibição.

Nada disso. Viver de forma saudável não deve ser castrador

Pelo contrário.

Temos de olhar para tudo aquilo que podemos experimentar. Para a liberdade que temos de poder escolher.

Todos os alimentos que não conhecemos e vamos passar a conhecer.

As novas receitas. O que vamos aprender.

A energia a mais que vamos ter.

A felicidade meia parva que nos aparece não sei bem de onde.

Comer saudável não é deixar de comer o que mais gostamos. É poder comer de tudo com a vantagem de podermos experimentar muito mais.

Se o arco íris tem tantas cores porque é que só vestimos de amarelo?

É mais ou menos o mesmo.

Temos tantos alimentos à disposição porque é que só comemos arroz como acompanhamento?

 

Aqui em casa temos alimentos que comemos todos os dias.

Dê lá por onde der. Estes alimentos entram na nossa alimentação. Sempre!

 

Um.

Os alimentos que têm ómega 3.

Linhaça. Chia. Nozes. Avelãs. Amêndoas. Existem muitos mais. Coloco estes para exemplificar.

Compramos a granel.

Guardamos no frigorífico para se conservarem melhor.

Todas as semanas tiramos a dose semanal.

A chia demolhamos. As nozes comemos às metades normalmente.

 

A linhaça transformamos em farinha.

O corpo assimila melhor. Colocamos em smoothies. Em sumos. Na granola. Na sopa. No pão.

Nem nos apercebemos que estamos a consumir um dos alimentos mais saudáveis.

 

Usamos todo o tipo de sementes. Girassol. Abóbora. Sésamo. Papoila. Etc.

Polvilhamos as saladas com elas.

Colocamos em smoothies, na sopa ou na salada. Muitas vezes acrescentamos também no pão.

 

 

dois.

Probióticos

Muito importantes. 

No ano passado quando fiz a dieta que relatei neste post, fiz um tratamento com probióticos (em cápsulas).

Foi aqui que começou a mudança na minha flora intestinal.

Habituada a arroz branco, batata, arroz branco e mais batata...não é nada fácil ter de digerir verdes, linhaça e todas as novidades que comecei de repente a comer. 

Segundo o Pedro os probióticos que tomei foram muito insuficientes e por isso quando ele mudou de alimentação fez ele próprio um tratamento com probióticos e eu aproveitei a boleia e fiz também.

Resultado. Digiro tudo sem problemas. E como bónus....não me apetece nada, absolutamente nada processado ou pouco saudável.

Até aquelas coisas que eu adorava.

Baba de camelo. Passo.

Tiramisú. Passo.

Pastel de Belém. Passo.

Aqueles bifes de meio kg cheios de molhanga. Passo.

Enfim. Estão a ver o filme.

Onde é que podemos encontrar probióticos.

Iogurtes (preferencialmente caseiros, existe por aí muito iogurte que faz mais mal do que bem).

Kefir. Vegetais fermentados: chucrute, kimchi, por exemplo. Kombucha, para quem tem problemas com lactose e produtos de origem animal é uma boa opção.

De todos os alimentos que referi anteriormente a nossa preferência vai para a kombucha. E para os vegetais fermentados.

Antes de ter feito o tratamento com probióticos com cápsulas não conseguia digerir nenhum destes alimentos.

Já são alimentos da pesada.

E a introdução deles na alimentação deve ser feito gradualmente e com cuidado.

Começar com uma colher de sopa de fermentados e ver a reação.

Comer disto como se o mundo fosse acabar pode dar origem a um desarranjo intestinal épico.

 

 

três.

Folhas verdes.

Quanto mais escuro for o verde melhor.

Espinafres. Rúcula. Couve galega. Dente de leão.

Comemos todos os dias. Pelo menos uma vez por dia comemos em salada, ou seja crú.

Ou em smoothies.

Uma manga. Gengibre. Umas folhas de espinafre. O smoothie sabe a manga e não a espinafre. Parece que o espinafre nem está lá.

Mais uma vez. Quem não está habituado deve começar a introdução destes alimentos de forma gradual

Comemos no mínimo 4 porções de vegetais por dia.

Nem só de verde escuro vive o homem e temos a atenção em ter um prato cheio de cor.

Parecendo que não anima logo uma pessoa.

 

 

quatro.

Antioxidantes. Muitos!

Bagas goji. Frutos vermelhos.

Nem todos os dias há cá em casa frutos vermelhos. Fruta no geral há sempre.

Não repetimos fruta por dia.

Comemos de todo o tipo. 2, 3 peças por dia. Às vezes mais. Depende dos apetites.

Misturamos em salada. Já experimentaram colocar bocadinhos de pêssego numa salada? É maravilhoso.

Fazemos smoothies. Gelados. Sumos. Ou simplesmente comemos fruta tal e qual como veio ao mundo.

 

cinco.

Líquidos.

Não fosse o homem especialista em rins e me lembre 10 vezes por dia que devo beber água.

Não só de água vive o homem. Temos chás maravilhosos. Nesta altura do ano, frio ou gelado.

Sumos. Gelados de fruta. Tisanas. Leites vegetais feitos por nós. (Atenção aos rótulos!! Muita atenção!)

Muito por onde escolher. Só desidrata quem quer....

 

seis.

Descobrimos novos alimentos que complementam os pratos como gente grande.

Quinoa. Arroz integral. Millet. Massas integrais. Aveia. Trigo sarraceno. Soba.

Juntamos-lhe. Favas. Grão de bico. Feijão (existem montes e montes de variedades há venda). Lentilhas de todas as cores. Ah! E ervilhas. Adoramos ervilhas!

Usamos cogumelos com frequência. Às vezes são consumidos crus na salada.

Em muitas refeições, cada vez mais abdicamos da carne. Não tanto do peixe.

 

Não comemos tudo todos os dias. Variamos sempre. As nossas refeições nunca são monótonas.

Comemos todos os dias uma refeição de sopa.

E outra de salada. No tempo quente.

Quando está mais frio misturamos os crus com os cozidos para aquecerem.

A terceira refeição é normalmente quente. 

Para as mini refeições. Existem tantas opções.

Uma sanduíche feita com o nosso pão com manteiga de amêndoa, caju, avelãs ou tahini. 

Um smoothie.

Um bolo feito por nós. Todas as semanas há qualquer coisa de diferente aqui em casa.

Pipocas. Ou não fosse o homem viciado.

Fruta.

Um sumo acabado de fazer. Acompanhado destas bolachas. Ou destas. Ou então destas.

 

Os alimentos que ingerimos estão diretamente ligada à nossa saúde.

Aos nossos níveis de energia.

E à nossa felicidade.

Ter saúde é ser feliz. E ser feliz é ter saúde.

Aqui em casa servimos pratos com comida feliz.

E não nos proibimos de comer qualquer coisa que nos apeteça mas...

....depois de um banquete diário quem tem estômago para mais?

 

 

 

 

Para planearem tarefas vejam este post.

Para planearem refeições vejam este post.

Para as vossas receitas podem usar estes formulários.

E quando forem às compras podem usar estas tabelas.

 

Há dois anos no Quiosque!

Foi neste post que eu apresentei o Vasco ao mundo!

(tem a fotografia mais.......

......nem vou adjetivar, digam de vossa justiça!)

 

Há um ano no Quiosque!

A Feltro Linhas e Cia!

Têm de ver ou rever....vale muito a pena!

 

 

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05.08.18

Viva o verão!

Joana Marques

Está calor! Muito calor!

 

O que fazer?

Dizer mal do São Pedro?? Nunca! 

Não vai mudar nada!

 

Tentar por todos os meios combater o calor! Sempre!

De forma saudável. Melhor!

Beber muita água.

Procurar uma sombra. Aproveitar o que o verão tem de melhor!

Gelados!

Neste blog, saudáveis!

 

 

Ingredientes para 4 gelados:

Fruta (usei uma manga madura)

10 colheres de sopa de leite vegetal (usei de coco)

4 colheres de sopa de leite vegetal (usei de coco)

4 quadradinhos de chocolate (usei chocolate 92% da Vivani)

4 colheres de chá de óleo de coco (uma por cada quadradinho de chocolate)

 

Com um liquidificador ou uma varinha mágica converter a manga em puré e juntar as 10 colheres de leite de coco.

Derreter o chocolate com o óleo de coco.

Já está!

Agora é só encher as forminhas.

Em cada forminha!

Colocar uma camada de manga.

Uma de chocolate.

Outra de manga.

Uma colher de sopa de leite vegetal.

Outra de manga.

Quando as forminhas estiverem cheias colocar os pauzinhos dos gelados.

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Colocar no congelador.

E passadas umas horas!

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Para desenformar tirem-nos do congelador e esperem uns minutos.

Também os podem mergulhar em água morna...

 

Se não tiverem forminhas de gelados, não cortem os pulsos!

Podem usar as forminhas de gelo. Encham-nas e coloquem palitos em vez de pauzinhos de gelados.

No amor, na guerra e no combate ao calor vale tudo!

 

Desfrutem do calor!

Daqui a nada é Inverno. E vai estar frio. Blhec!

Viva o verão!!

 

 

 Há dois anos no Quiosque.

Os meus dramas amorosos continuavam

E alguém trocou o meu nome....

Deprimente!

 

 

Há um ano e um dia no Quiosque!

Como dar cabo de um sistema de segurança só com os dedos!

Eu, claro!

 

 

 

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01.08.18

Uma chávena por dia. Nem sabe o bem que lhe fazia!

Joana Marques

É tão bom ser mimado. E mimar os outros.

E se nos mimássemos mais. De várias maneiras e feitios.

Tanta coisa que podemos fazer por nós. E tanta coisa que podem fazer por nós.

Não sou adepta do mimo consumista. Mas ele existe.

E que bem faz ás vezes....

Uns sapatos que nos lavam a alma. Aquela mala. E/ou aquele telemóvel.

A ida a um restaurante da moda.

As férias num lugar paradisíaco. Ou só as férias...já são um mimo. Daquele mesmo bom.

O bolo cheio de creme. Ou só o bolo...

Um perfume que nos oferecem, só porque sim!

Ou flores! Quem não gosta de ser mimado com flores??

Eu! Adoro...

Uma ida a um SPA. Uma ida a um ginásio.

Uma limpeza de pele.

Uma massagem. 

O braço na nossa cintura.

Andar de mão dada pela rua.

Receber uma mensagem a dizer: gosto muito de ti.

O sorriso da minha filha de manhã. E o focinho do cão no meu pescoço.

Um beijo. E um abraço.

Mima-se o corpo. Mima-se a alma.

O mimo faz bem. Não tem contra indicações.

E não paga imposto. 

A maior parte das vezes é feito cá fora e vai direitinho ao coração.

 

Este é um mimo que faço cá para casa. Muitas vezes.

Chama-se caldo doce.

Mima o corpo! E mima a alma.

Tem muitas vantagens. Uma delas é tirar-nos o apetite voraz por coisas doces.

É muito simples de fazer.

Usei uma chávena de chá de cada: cabeça de nabo, abóbora, cenoura e cebola.

Também podemos usar couve lombarda. Substituímos por um dos ingredientes ou acrescentamos.

Fervemos 3 a 4 vezes a quantidade de água dos vegetais usados. 

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Deixamos cozinhar cerca de 5 minutos.

Reduzimos a chama e deixamos cozinhar em lume brando por mais ou menos 20 minutos.

Coamos. 

Os vegetais podem ser aproveitados para uma sopa ou para um puré.

O caldo. É o nosso caldo doce. Devemos beber uma chávena, quente ou à temperatura ambiente.

Não se usam temperos na receita. Pode ser guardado no frigorífico durante alguns dias.

Pode ser bebido todos os dias. Ou em dias alternados. Depende de nós. E do mimo que precisamos.

Regenera. Desintoxica. Mima-nos o corpo. E a alma.

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A receita foi criada por Michio Kushi.

Uma chávena por dia. Nem sabe o bem que lhe fazia! 

 

 

 

 

Há dois anos no Quiosque!

Gritava aos 4 ventos o que eu gostava de Agosto!

Continuo a gostar!

 

Há um ano no Quiosque!

Quem nunca leu a história deve ler....foi a partir daqui que o Vasco começou a ter fobia aos pássaros.

 

 

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05.07.18

ó euromilhões faz de mim uma mulher rica!

Joana Marques

No ano passado mais ou menos por esta altura.

Andava eu a vaguear pela dieta Paleo.

Li tudo o que havia para ler. Paleo ou não.

Pertenci a um grupo no facebook. "Paleo Descomplicado". Aprendi muito com eles. 

Um dos livros que li, não tinha propriamente a ver com a dieta Paleo, falava sobretudo da alimentação sem glúten.

Escrevi sobre ele neste post. É o primeiro.

Gostei muito de ler o livro.

É simples de ler. 

É simples de perceber.

Fala-nos um bocadinho do trigo e do milho.

O que diz é que o trigo e o milho não nos faziam mal nenhum nos primórdios destas culturas, mas ao longo do tempo têm sido modificados.

Para sobreviver às pragas.

Para se produzir em grande escala.

E este trigo. E este milho. É que fazem mal.

O trigo não faz parte da dieta Paleo porque tem glúten. O milho penso que também não. 

Alguns alimentos fazem parte da chamada zona cinzenta, não sei se o milho estará nesta zona cinzenta ou se está mesmo proibido.

Eu que fazia o melhor bacalhau com broa do mundo. Nunca mais fiz.

Eliminei o milho da minha vida.

 

Até que...

...a 15 de Março conheci o Pedro.

E passados uns dias, no nosso almoço na praia, rodeados de comida saudável por todos os lados, perguntei-lhe:

- Qual é a tua comida preferida?

- Gosto muito de pipocas...

 

Pipocas! Minha gente! Pipocas!

Tanta comida por esse planeta fora. E o homem respondeu pipocas.

- Pipocas? Tens a certeza?

- Não sou muito esquisito com a comida. Adoro chegar a casa depois de um turno, pôr um saquinho de milho no micro-ondas e sentar-me no sofá a comer calmamente as pipocas.

- Hein?

- Já tenho chegado de madrugada, depois de trabalhar 24 horas e antes de ir dormir é o que faço.

 

Confirmei. Palavra por palavra. No dia em que estive em casa do Pedro a ajuda-lo com as mudanças.

A despensa do Pedro era o paraíso da pipoca perdida.

A despensa do Pedro tinha mais caixas de pipocas de micro-ondas do que os supermercados TODOS da zona de Lisboa. Pronto! De Portugal Continental....que se lixe acrescentem também Açores e Madeira.....

Nunca se sabe quando é que as fábricas das pipocas abrem falência, TODAS ao mesmo tempo.

E um homem prevenido vale por dois. Ou três. 

 

No dia em que me deparei com a pipocagem nas prateleiras da despensa, o Pedro já me tinha pedido em casamento, pelo que tive cuidado em abordar o assunto.

MENTIRA! Claro que não...

- Posso deitar isto tudo fora??

- NÃO!

 

Depois lá conversámos um bocado sobre o assunto.

Lá argumentei que o milho andava modificado e pouco saudável e que considerava as pipocas de micro-ondas ainda pior porque têm um composto qualquer chamado diacetil que é muito perigoso para a saúde.

O homem também argumentou, o milho tem antioxidantes importantes para a saúde, ajuda a saciar,  dá-nos energia, protege o nosso sistema imunitário, ajuda a controlar o açúcar no sangue e contém fibra. E rematou com, podemos comer tudo desde que seja com moderação.

 

- Pelo aspeto da tua despensa, parece-me que moderação não é a palavra certa.

O homem riu-se.

 

Chegámos a um acordo. 

Eu ia procurar o milho perfeito. Biológico. Embora sem qualquer garantia de ser modificado ou não.

E ia conseguir fazer as pipocas perfeitas.

O homem ia moderar o consumo de pipocas.

Assim foi.

 

Cheguei a esta receita!

80/85 g de milho.

Parece pouco mas acreditem....dá pipocas que nunca mais acabam (a não ser que convidem o Pedro aí para casa....)

Duas colheres de óleo de coco.

Colocar o milho e o óleo de coco, dentro de um recipiente, com tampa, que possa ir ao lume.

Passados uns minutos o milho começa a explodir. Parece a passagem do ano.

Temos de ir virando o milho sem tirar a tampa.

Não quero ver nenhum quiosquiano com uma pipoca incrustada no nariz ou nos olhos.

Quando nada mais explodir. Tirar do lume. E espalhar as pipocas num tabuleiro. Convém cobrir o tabuleiro com papel vegetal para que o caramelo não suje muito o tabuleiro.

Num recipiente que possa ir ao lume colocar 3 colheres de sopa de geleia de coco e uma colher de óleo de coco.

Ir mexendo. Deixar ferver um a dois minutos. Não mais do que isso.

E colocar este preparado por cima das pipocas.

Para nós aqui em casa chega. Se acharem que precisam de mais é só duplicar a receita do caramelo.

Não experimentei com outro tipo de adoçante mas tenho ideia que com mel, geleia de arroz, agave, etc, também deve dar.

Deixar secar o caramelo. Uns minutos apenas.

E já está. É comer.

 

Aqui em casa estamos fãs.

Sabem aquelas tardes? De folga. De férias. Ou de licença de casamento.

A ver um filme ou uma série. No sofá.

E a comer pipocas.

Ó vida boa!

Ó euromilhões faz de mim uma mulher rica!

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Comemos sempre as pipocas com frutos vermelhos.

 

Um minuto de silêncio pelas pipocas de micro-ondas.

Paz à sua alma!

21.05.18

post feito em parceria...

Joana Marques

Tal como referi aqui.

Aqui por casa andamos em negociações. Sobre isto e sobre aquilo.

Sem stress e sem grandes questões mas....

....em negociações.

O Pedro acha que se estamos juntos as tarefas inerentes a uma casa devem ser divididas pelos dois.

Eu sou feminista. Concordo. Até porque se trabalharmos em equipa a vida é bem mais fácil...

Nada de muito rígido. Do género: Já lavei a casa de banho 4 vezes este mês e tu duas....

Aliás, conversando chega-se a um entendimento.

Por exemplo, a semana passada, andei a semana toda em stress por causa de um relatório que tinha de entregar e o Pedro socorreu-me várias vezes nas minhas tarefas.

Quando ele tiver uma urgência ou uma semana com mais trabalho farei o mesmo. Claro.

 

 

O Pedro não sabe cozinhar.

Diz que quando andava na faculdade, em Lisboa.

Comia na cantina e à noite voltava ao Montijo, a casa dos pais.

Jantava lá.

 

Depois, quando terminou o curso.

E começou a trabalhar.

Fazia mais ou menos a mesma vida.

 

Quando comprou casa e deixou de morar com os pais.

As coisas não se alteraram muito.

Comia no bar do hospital.

Nos dias de folga ia a casa dos pais.

Nos dias em que comia em casa tinha sempre comida congelada.

Feita pela mãe ou comprada por ele.

 

E fazia ovos.

Os ovos mexidos que ele faz, são os melhores ovos mexidos do mundo.

A sério...

Anos e anos de experiência.

 

E assim chegou aos 41 anos de existência.

Ano em que teve um encontro imediato com um ser chamado Joana.

 

Desde que veio aqui para casa que me anda a convencer a contratar uma empregada.

Diz que trabalho muito.

Que ele não consegue acompanhar o ritmo.

Diz que quer colaborar mas muitas vezes nem sabe como.

Que não sabe cozinhar.

- É só aprenderes. Conseguiste tirar medicina....e achas que não sabes cozer brócolos? Operas rins todas as semanas e achas que não sabes assar um frango??

 

Combinámos. Umas lições básicas de culinária.

- Além de aprenderes, vais ver que ainda te divertes. É muito bom cozinhar....

Assim foi.

Ensinei-lhe a fazer uns muffins de vegetais que ele gosta muito.

Mostrei-lhe que não tinha qualquer segredo.

- É tão fácil...que parece mentira!

Costumo usa-los para fazer pequenas refeições. Lanches.

Ou refeições maiores se acompanhar com grão. Quinoa. Ou trigo sarraceno.

 

Na semana passada.

O Pedro chegou e eu não estava em casa.

Tinha ido a Campo de Ourique provar o meu vestido de noiva.

O homem apanhou-se sozinho em casa. E toca de fazer os muffins que eu lhe tinha ensinado.

Quando cheguei.

Cheirava a muffins.

As forminhas eram testemunhas que os muffins tinham sido feitos.

 

Mas nada de muffins...

...Pedro, esse grande querido.

Fez os muffins.

E quis provar para ver se tinham ficado bons.

 

Comeu um.

-Será que ficaram mesmo bons, ou foi impressão minha?

Comeu o segundo.

- Isto está mesmo bom. Vou comer o terceiro e ficam os outros para a Joana.

- A Joana não come tanto. Vou comer outro.

Quarto.

- É pá. Nem acredito! Fui eu que fiz sozinho! Quem diria...eu que só sei fazer ovos mexidos.

Quinto.

- Vou comer o último. Limpo todos os vestígios...e nunca ninguém saberá que eu comi os muffins todos.

 

Quando percebi que ele tinha comido os muffins. Pus as mãos à cabeça.

Não por não ter tido a oportunidade de provar a obra.

Mas porque achei que lhe podiam fazer mal.

Não fizeram. Pelo menos que eu desse conta.

 

Ontem. Aproveitou que eu fui ao Jamor.

E tratou de repor os muffins.

Quando eu cheguei. Estava todo sorridente.

- Consigo mesmo, fazer isto bem!

 

Ingredientes

Numas forminhas de queques colocar tudo aquilo que quiserem.

O Pedro usou em cada muffin:

Tomate.

Pimento laranja.

Espargos.

Cogumelos.

Camarão.

Cortou tudo aos bocadinhos.

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Para seis muffins, 4 a 5 ovos batidos com um garfo.

Por cada ovo acrescentar uma colher de farinha de aveia.

(se preferirem podem colocar só os ovos batidos)

Temperar a gosto.

Estes foram temperados com oregãos e sal.

Dividir pelas 6 forminhas.

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 Vai ao forno.

E 20 minutos depois. É provar. E comer...

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Estão muito bons!

Costumo fazer 3 tipos de muffins. Por semana. Num total de 18.

É só trocar os ingredientes.

Os temperos.

E a refeição é logo diferente.

 

Este post foi feito em parceria com o Pedro.

Uma parceria que se espera duradoura. Para a vida toda...

Para além de ter feito os muffins.

Ainda tirou as fotos.

 

 

17.05.18

tarte de pêra...

Joana Marques

Esta é uma das receitas que mudou a minha vida.

É fácil de fazer.

Rápido.

E é bom que se farta.

Não me canso de fazer isto. Não me canso de comer isto.

 

 

Ingredientes:

Uma pêra.

Um ovo.

Uma colher de farinha de aveia

geleia de coco (mel, ou outro adoçante)

 

Pincelar uma frigideira pequena com geleia de coco (ou outro adoçante...peganhento!)

Colocar por cima uma pêra cortada aos bocados.

Bater o ovo (de preferência com a batedeira) e com uma colher misturar a farinha de aveia.

Tapar a pêra com a mistura formada pelo ovo e pela aveia.

Deixar cozinha em lume brando.

Retirar. Comer.

Se quiserem fazer para a familia toda é só aumentar os ingredientes e o tamanho da frigideira.

 

 

Aqui está um exemplo de algo muito simples.

Muito. Muito bom!

Bastante mais saudável. Que o comum bolinho. Vendido a cada esquina.

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13.05.18

mousse de chocolate. Quem gosta?

Joana Marques

A minha avó Adélia fazia a melhor mousse de chocolate do mundo.

Sempre que lá íamos a casa, era certo que no frigorífico havia mousse à nossa espera.

Eu. Herdei o livro de receitas da minha avó.

E a receita que mais me entusiasmou e que procurei logo foi a da mousse de chocolate.

Encontrei.

Na altura o cuidado que tinha com a alimentação era zero. E por isso....

....ainda a fiz algumas vezes.

 

Com o passar do tempo. Quem lê este blog sabe....

...mudou-se o chip. E a mousse de chocolate da minha avó pode ser feita. Mas não deve ser comida.

 

Durante um tempo experimentei.

E experimentei.

Receitas de mousse de chocolate mais saudável.

Até andava satisfeita com esta. Que partilhei quando fiz 6 meses de blog.

Mas...

...ainda não estava como eu queria. Lá no fundo. Ainda me fazia lembrar o abacate.

Experimenta daqui.

Experimenta dali.

E....

...cheguei a esta mousse.

Sabor. Bom.

Consistência. Boa.

Sabe a chocolate. E não a abacate.

 

Ingredientes.

1 abacate pequeno.

Duas colheres de sopa de cacau em pó.

Uma colher de café de canela.

Duas colheres de sopa de geleia de coco. (podem usar mel...ou outro adoçante)

Duas colheres de sopa de leite de coco.

Derreter dois quadradinhos de chocolate (usei da vivani 85% cacau) e uma colher de chá de óleo de coco.

Juntar tudo no liquidificador. (ou usar a varinha mágica).

Acompanhei com frutos vermelhos.

Coloquem no frigorífico. Durante 30 minutos a uma hora.

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Aqui em casa ficou aprovada!

 

Vou usar como mousse.

Como recheio de tartes.

Para barrar bolachas. Ou pão.

neste bolinho. Do dia dos namorados.

 E que tal partilharem as vossas receitas, aqui!

07.05.18

pequeno almoço. Fácil. Rápido. E bom...

Joana Marques

O pequeno almoço não deve ser uma refeição complicada.

Por pensar assim, passei uma grande parte da minha vida.

Mais de 20 anos a comer muito mal.

Não só ao pequeno almoço mas sobretudo ao pequeno almoço.

 

Neste momento já sou mais criteriosa. E cereais de compra, por exemplo estão completamente fora de questão.

Até a granola que eu adorava. E que só comprava quando o rei fazia anos porque achava cara, deixei de comprar porque...lendo bem o rótulo. Está cheia de açúcar. Fiquei em choque quando percebi.

 

Um dos pequenos almoços que faço muita vez é este pão.

Podem preparar na hora, fica mais saboroso. Mas se for feito no dia antes, ninguém morre.

 

Pão. Fácil. Rápido. E bom.

- Um ovo.

- 4 colheres de farinha (o da foto foi feito com uma colher de cada: Amêndoa, Sarraceno, Polvilho Doce, Aveia)

Podem trocar as farinhas!

- Um fio de azeite.

- Uma colher de café de fermento.

Sal. (Não usei.)

Misturam tudo.

Untam uma frigideira.

Quando estiver bem quente colocam a massa.

Tapam a frigideira e colocam em lume brando. Para não queimar.

Quando estiver cozido. Voltam o pãozinho. E deixam cozinhar.

Em menos de nada têm um pão muito, muito bom.

 

O da foto está barrado com manteiga de caju.

Comecei a fazer há pouco tempo. E tenho adorado o resultado.

É tão bom! Tão bom! Dá vontade de comer à colher.

E também é fácil de fazer.

 

Manteiga de caju

Num tabuleiro de forno ponham a quantidade que quiserem de caju.

Tostar, cerca de 6 minutos.

Entre esses 6 minutos, convém virar os cajús.

Deixar arrefecer.

Colocar no liquidificador.

Parem para mexer o preparado.

Triturar.

Mexer.

Triturar.

Mexer.

Já está.

É surrealmente bom!

Podem dividir em dois.

E numa das partes acrescentarem uma ou duas colheres de cacau. Maravilhoso!

 

Barrei o pãozinho com a manteiga de caju. Já o tenho barrado com manteiga de amêndoa. Ou comido com queijo.

Podem usar este pão (fazem dois) para servir com um hambúrguer...por exemplo.

Ou fazer uma sandes de atum. E dá para um almoço fora ou dentro de casa.

Coloquei por cima sementes de papoila. Sésamo. E girassol. É à escolha...

Normalmente sirvo com frutos vermelhos.

7 (3).jpg

Sim.

Ando a fazer pequenos almoços em forma de coração.

É a vida!

 

Mais receitas fáceis para os pequenos almoços:

Granola caseira

Bolo da caneca de chocolate

Creme Budwig

Overnight

Chocolate Quente

Pão no microondas

Pão sem Glúten

Smoothie

Manteiga de Amêndoa

Panquecas de banana

Leite de coco

 

Tanta alternativa!

Não há desculpas para não comer saudável e bom....

 

 

24.04.18

o pão de ló da avó Adélia

Joana Marques

Das melhores recordações que tenho de infância. Tirando, as férias passadas no Alentejo.

São, as festas de aniversário.

As minhas.

As dos meus irmãos.

E as dos meus primos.

Entram diretamente para o meu top de momentos preferidos.

 

Na altura não havia aqueles pavilhões com insufláveis, onde depositam as crianças.

E empresas que organizam tudo desde o bolo até aos palhaços.

As mães preparavam tudo. Nós faziamos o resto. E animação não faltava.

Dez meses antes de fazer anos, já andava a perguntar à minha mãe como é que iriam ser.

Respondia-me sempre que antes de mim, faziam anos, a minha irmã e o meu irmão.

E uma carrada de primos. E só depois eu.

Lá me ficava até ao mês seguinte.

 

A festa de anos era mais ou menos igual para todos nós.

O bolo de anos. De uma pastelaria próxima. Salame. Gelatina. Sandes. Bolo de iogurte. Mousse de chocolate. Miniaturas de bolos feitos pela minha mãe. Queques. Ah! E o pão de ló da avó Adélia.

 

Não havia tema da festa. Não se davam recordações aos convidados. Só aquelas que ficavam na nossa cabeça...

Era tudo mais simples.

Convidávamos os nossos amigos e familiares.

Recebíamos presentes.

Brincávamos. Muito. Normalmente com as prendas que tínhamos acabado de receber.

Se recebíamos um disco. Era essa a música oficial da festa.

E quando a aniversariante era eu. Estava mais histérica que nunca...e insuportável.

A vida era boa. Porque era simples.

 

Os anos foram passando.

As modas também.

Começaram a entrar novas receitas. Mas o pão de ló da avó Adélia nunca passou de moda.

Na mesa lá de casa. Qualquer que fosse a festa.

O pão de ló da avó Adélia nunca podia faltar.

O bolo mais despretensioso que já vi.

Com a receita mais fácil de decorar.

Com 3 ingredientes. 4 se contarmos o fermento.

 

A receita original é assim:

Ovos (os que quisermos) pesados inteirinhos com a casca.

Açúcar. (o mesmo peso dos ovos)

(A minha avó usava açúcar normal....branco...)

(Ao longo dos tempos fui reduzindo a quantidade de açúcar e neste momento uso para cada 300g de ovos, 80g de açúcar de coco)

Farinha de trigo. (metade do peso dos ovos)

Uma colher de chá de fermento.

Juntar o açúcar e os ovos.

E com a batedeira.

Bater como se a vitória do Sporting na taça de Portugal dependesse disto....(este é o primeiro segredo do bolo)

Arrumar a batedeira. (este é o segundo segredo do bolo)

Misturar a farinha aos poucos e com uma colher mexer suavemente.

Pôr no forno a uma temperatura média.

Fica sempre muito fofinho. E bonito.

Nunca falha este bolo.

 

Amanhã a Alice faz um ano.

Este é o bolo eleito para ser o bolo de anos.

Vais ser feito por mim.

Vai ser decorado. Por mim.

Quando tive de optar e escolher um bolo para os anos.

Achei que só podia ser este.

Pelas recordações boas.

Mas também porque é bom. E versátil.

Combina bem com vários tipos de coberturas e recheios.

Vou fazer outro para servir simples, às fatias.

 

É um bolo com glúten.

Ando a tentar chegar a uma versão sem glúten mas ainda não consegui.

E para amanhã. Não quis arriscar.

 

Tantas vezes vi a minha avó Adélia a fazer este bolo.

E tantas vezes o comemos.

Faz parte das minhas melhores memórias.

E por isso quando fiz o bolo de teste, para tudo correr bem amanhã, provei e gostei. Mais uma vez.

É claro que gostei. Pelas memória todas escritas neste bolo.

Não confiei. E pedi ao Pedro para provar.

Gostou. Confirmou muitas vezes. Para ter a certeza da resposta final....

Fiquei mais segura. Da escolha que fiz.

Se fizerem com açúcar branco. Ficará amarelinho da cor dos ovos.

Com açúcar de coco fica assim com uma cor diferente. Mas o sabor está lá todo. E a textura fofinha também.

Experimentem com um café. Uma delicia...o pão de ló da avó adélia!

 

5 (15).JPG

 

Joana Marques

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