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Quiosque da Joana

20.05.18

foi bonita a festa..

Joana Marques

Hoje voltou a ser Sporting.

E foi uma festa. Muitas crianças!

Senti-me novamente em família. Rodeada de amigos.

Um estádio maioritariamente vestido de verde e branco. Foi muito bom de ver...

Infelizmente...

....mais contido do que o normal.

Quem não sente não é filho de boa gente.

E 99% dos sportinguistas são boa gente. No nosso coração está uma ferida aberta....

....ainda sem cicatrização à vista.

 

 

.....parabéns aos jogadores da minha equipa. Sporting Clube de Portugal. Pelo trabalho realizado esta época.

Todos nós temos dias bons. Todos nós temos dias maus. Faz parte de se ser humano.

Não foi fácil. Nós agora sabemos que não foi fácil.

 

Parabéns aos nossos capitães.

Preferia que me insultassem a mim. Do que porem em causa o vosso profissionalismo, entrega e esforço.

Acreditem que os adeptos estão convosco, sempre estiveram e estarão no futuro.

 

Parabéns ao nosso treinador.

Jorge Jesus.

Não gostei da sua contratação.

E olhei sempre de lado para ele. Para mim não era Sporting.

Mudei de ideias. Tem sido Sporting nestes últimos tempos.

Soube escolher o lado certo. O nosso lado.

 

Parabéns ao departamento médico do Sporting.

Excelente trabalho numa época com muitos, muitos jogos.

Lesões. Viagens.

E milagres. Fizeram muitos milagres.

 

 

Parabéns ao Aves que ganhou a taça. Soube ganhar...

O futebol é só isto.

Uma festa.

Às vezes ganhamos. Outras vezes perdemos.

Hoje perdemos.

 

Regressei a casa.

Com o cachecol a esvoaçar na janela do carro. A mostrar ao mundo o meu orgulho e a minha pertença.

Sporting sempre. Sempre Sporting.

Viva o Sporting.

 

 

20.05.18

hoje vou ao Jamor...

Joana Marques

Desde que sou gente, acompanho o Sporting.

Comecei por ir acompanhada pelo meu pai. Mais tarde pelo meu irmão.

Cresci em Alvalade.

 

Quando me tornei gente.

Não precisava de ninguém.

Fui muitas vezes sozinha ver o Sporting.

Sobretudo fora do país.

Uma grande parte da minha vida foi condicionada pelo Sporting.

E pela minha presença em jogos.

Não só de futebol. De tudo e mais alguma coisa. O Sporting é o clube mais eclético do país.

 

Quando fui viver para Barcelona. No final de 2016. Este ciclo quebrou-se.

Estava sozinha em Barcelona. Ou melhor. Não estava sozinha. Estava com o cão.

Não podia ir aqui e ali ver jogos e deixar o cão sozinho em Barcelona.

Segui para a Grécia. Noruega. Inglaterra. Amesterdão.

Voltei a Portugal no final de 2017. Com uma perna partida.

Passados uns dias, varicela.

Estavam reunidas todas as condições para não voltar a Alvalade. Nem a lado nenhum.

Gostava de ir, claro! Mas achava que estava tudo bem. E que a minha presença era só mais uma. No meu lugar iria outra pessoa que faria a festa como só os sportinguistas sabem fazer.

No final de Dezembro. A Alice apareceu na minha vida.

E tornou-se a minha prioridade.

Em Alvalade as coisas estavam a correr mais ou menos bem. Deixei-me estar.

 

Até que. Num jogo de nervos. Muitos nervos. O Sporting eliminou o Porto da taça de Portugal.

Finalistas.

Toda a gente queria bilhetes.

O meu pai perguntou-me se contava comigo.

- Não. Já deve estar bom tempo nessa altura, vou aproveitar o dia para estar com a Alice.

O meu pai comprou 6 bilhetes. Para ele e para a minha mãe. Para a minha irmã, cunhado e para os meus dois sobrinhos.

A festa do futebol. Chama famílias inteiras ao estádio.

Com estes últimos acontecimentos. A minha mãe começou a dizer que era melhor ficarem por casa.

E eu comecei a ter vontade de ir.

É agora que precisam de mim.

A minha mãe deu-me o bilhete.

 

Se perdermos. Sobreviverei. Triste...mas sobreviverei. Como tantas vezes o fiz.

Voltarei para Cascais.

Com o cachecol preso no vidro do carro.

A mostrar ao mundo.

O orgulho que tenho em ser do Sporting.

 

Se ganhar.

- Querida buzina. Prepara-te. Vou-te usar. Até dares o último suspiro.

 

Viva o Sporting!

 

17.05.18

estou a criar uma sportinguista....

Joana Marques

Antes de nascer já era Sportinguista.

Quando nasci. Tornou-se oficial.

 

Poucas horas depois, o meu pai foi ao antigo Estádio de Alvalade. Tornar-me sócia.

Entrei para uma família. E nunca mais quis sair.

Foi por isso que no dia em que conheci a minha filha fiz o mesmo por ela. Tornei-a sócia.

E comecei o melhor e o maior projeto da minha vida. Criar uma sportinguista...

Pretendo fazê-lo até poder. Até ela me deixar.

 

Eu sei que não devo ver as coisas desta forma mas....

...se um dia ela me disser que não é do Sporting vou achar que falhei como mãe.

Não a vou deserdar, obviamente. O amor de mãe é superior a tudo.

Mas vou tentar perceber onde errei e tentar fazer melhor com os meus netos.

 

....acho que não vai acontecer. Não vou falhar, nesta importante empreitada.

A Alice é do Sporting! E vai continuar a ser...

 

A incredibilidade. Tem feito parte dos meus últimos dias.

A verdade. É que andamos todos (ou quase) cabisbaixos.

Não pode ser!

Tenho a certeza que este mau momento vai passar.

A verdade vem sempre ao de cima.

Mesmo que seja dura. Venha ela. Nós aguentamos. Sempre aguentámos!

 

Vamos recuar uns bons passos.

Vamos precisar de tempo. Vamos precisar de todos. Os verdadeiros Sportinguistas.

E...

....vamos sair mais fortes. E melhores.

O Sporting precisa de todos os Sportinguistas. Os verdadeiros!

O Sporting precisa de mim.

A curto prazo. Domingo. Lá estarei a apoiar a minha equipa. O meu clube. A minha família.

 

A longo prazo. O resto da minha vida. A criar uma sportinguista.

Ou vários.

Uma equipa de futsal.

Ou futebol, se for preciso.

....porque a família sportinguista é a melhor de todas. Sei eu. Faço parte dela....desde 1981!

 

Viva o Sporting!

 

15.03.18

caderneta de cromos #2

Joana Marques

O Sporting.

 

Antes de ser cidadã portuguesa. Fui sócia do Sporting.

Passadas umas horas de ter nascido o meu pai inscreveu-me como sócia.

Tal como tinha feito com os meus irmãos.

Tal como o pai dele o tinha feito com ele e com os meus tios.

Ser do Sporting na minha família não é uma opção. Porque o Sporting está inscrito nos nossos  genes.

No nosso ADN.

No nosso sangue.

O meu bisavô paterno foi um dos fundadores do clube.

Não vou dizer quem foi, mas os nomes de todos estão neste post. O dele também lá está.

É uma tradição da minha família. Que espero passar à minha filha.

Não sei se me estou a sair bem. Para ela aceitar o Jubas....tive de o vestir de cor de rosa...

 

Para mim o Sporting é um assunto muito sério.

Visceral. Até.

E por ser tão sério. Consigo compreender. O que vai na cabeça de um adepto. Verdadeiro.

Nunca. Em tempo algum brinco com a clubite de ninguém.

Não há uma única pessoa neste mundo que tenha recebido uma mensagem minha porque o seu clube perdeu.

Porque quando alguém me faz isso a mim. Sofro horrores.

Já terminei amizades pelo Sporting.

Pessoas que confiava mas que à primeira derrota do meu clube acharam fixe desatar a dizer piadas.

Não me interpretem mal.

As pessoas podem dizer, escrever o que quiserem. Eu só não tenho de ser confrontada com isso.

Porque me faz sofrer mais do que a conta.

 

Ser do Sporting é ser diferente.

Todos os adeptos. De todos os clubes dizem isto. E é verdade.

Com a diferença, que nós somos mesmo diferentes.

Porque é fácil. Muito fácil. Ser adepto. De um clube que ganha.

Perder e continuar cá. Só para os mais duros. Só para nós.

É um amor que existe sem estimulo. É amor. Mesmo. Verdadeiro. Puro.

 

O Sporting. É um dos assuntos mais sérios da minha vida.

Se um dia destes, me encontrarem na rua. E o Sporting não tiver ganho.

Não falem do assunto.

Nesse dia, estarei destroçada. De coração partido. Fico sempre...

 

Mas se por outro lado...tiver ganho.

....provavelmente estarei sem voz.....e vestida de verde....

 

Este é o meu segundo cromo.

Podem ver o primeiro. Aqui.

18.02.18

723

Joana Marques

Tinha 3 anos.

E em minha casa passou-se o inacreditável.

A minha família acordou de madrugada para ver televisão.

Eu também acordei. Não percebia nada. Mas desde os primórdios da minha existência que gostava de participar em tudo.

Não tenho memórias reais desse dia. Fui ao longo do tempo construindo uma memória do que se passou naquela noite.

Tinha sido uma coisa nunca vista.

Na televisão. Em nossa casa.

Foi tão importante. O meu pai a altas horas da madrugada desceu à cave e foi buscar champanhe para comemorar.

Foi tão grande que os vizinhos estavam acordados também.

Foi mesmo, mesmo grande. Porque o presidente da Junta de Freguesia morava no prédio ao lado e em menos de nada pressentiu o champanhe e apareceu em nossa casa a essa hora surreal. Ele, e mais dois ou três amigos do meu pai. Toda a gente se abraçava.

Devia ser o Apocalipse ou qualquer coisa do género.

Eu andava de colo em colo. Tipo tocha olímpica.

O telefone não parava de tocar. Os meus tios ligaram uns a seguir aos outros.

O meu avô do Alentejo chorava do outro lado da linha. De alegria. E ao longe podíamos ouvir a minha avó eufórica.

 

 

Tinha 8 anos.

Tínhamos passado a noite de Natal no Porto.

De manhã recebemos as prendas.

Recebemos o dinheiro que nunca cheirávamos. E que ia para o Espírito Santo.

A minha avó deu-nos a cada um, uma caixa de veludo com bombons. 

A da minha irmã era cor de rosa. Porque era a menina da casa.

A do meu irmão era verde. Porque era o sportinguista da casa.

E a minha era azul. Porque era o resto da casa.

- Tão bonita Joana, é da cor do céu.

- Vó Dé, tenho 8 anos mas não sou estúpida....

 

Em casa tive o cuidado de a esconder dentro da minha cama. Porque o meu irmão andava a rondar os meus bombons.

Esqueci-me que era quarta feira. E às quartas feiras a dona Aurora mudava a roupa das camas.

E deixou a caixinha em cima da minha secretária.

Foi a morte do artista. Quando cheguei da escola. Não tinha um único bombom dentro da caixa.

- Ó mãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaae o Tiago é um roubador.

Foi a partir desse dia que o meu irmão ficou a ser conhecido como o roubador de Campo de Ourique.

 

A caixa teve uma grande utilidade para mim.

Aproveitava os jornais que o meu pai já não queria e recortava aquilo que me interessava.

Dentro da caixa estavam fotos recortadas de todos os jogadores do Sporting.

Também guardava cromos. E bilhetes. Recordações.

 

Tinha 10 anos.

Estava no quinto ano.

Na disciplina de português tinha de escrever um texto e fazer a apresentação para a turma.

Numa época em que não havia power point.

A escrita. E o poder de comunicação. Em todo o seu esplendor.

Não sei muito bem porquê mas o meu trabalho foi um dos selecionados para ser apresentado na festa de final do ano.

 

Tinha 11 anos.

Junho. Final do ano letivo.

Festa final.

Todos os alunos da escola. Todos os pais.

Os meus pais. A minha irmã. E o roubador de Campo de Ourique.

O ginásio cheio.

Começaram as apresentações.

Eu e o meu trabalho. Encaixados dentro do espetáculo.

Não estava nervosa. Sempre fui a mais inconsciente das pessoas.

142 cm de Joana.

Comecei a falar. Sobre o Sporting.

Gerou-se um burburinho. Isto quanto toca a clubes. É uma desgraceira.

Se me intimidei. Claro, que não!

Joana, com nervos de aço desde 1981.

Continuei a minha apresentação. Com um assobio ou outro à mistura. Faz parte. E eu sabia.

Tinha guardado o melhor para o fim.

A minha caixinha azul. (Sim, azul! Não há histórias perfeitas).

Abri-a.

E tirei de lá uma fotografia.

Mostrei a fotografia.

E toda a gente se calou. E aplaudiu.

Era nem mais nem menos que Carlos Lopes.

 

Contei. Relatei. O que se tinha passado em nossa casa.  Quando tinha 3 anos.

Nunca ninguém tinha conseguido tirar a minha família da cama. Durante a madrugada. Só, Carlos Lopes.

 

Logo a seguir, a diretora da escola também contou como viveu esse momento.

E depois um professor e outro. E alguns pais.

E quando reparámos estávamos ali. Naquele ginásio. Um grande grupo de conhecidos. E desconhecidos.

Unidos pelo feito de um homem. Que por acaso ou não. É do Sporting.

 

Isto é ser grande. Enorme.

Carlos Lopes nasceu no dia 18 de Fevereiro de 1947.

Faz hoje anos.

Parabéns. Campeão.

723. O número do seu dorsal. Quando foi campeão olímpico.

 

cl.jpg

(imagem)

 

15.02.18

14 de Fevereiro. A prova que faltava...

Joana Marques

Ontem. Dia de São Valentim. Foi especial.

 

Depois do jantar da Alice. Pelas 20h.

No chão da sala.

Levantou-se pela primeira vez. Apoiada numa mesinha.

Já tinha tentado muitas vezes. Muitas, muitas vezes.

Ontem foi o dia.

 

-Alice, Alice. Estás de pé. Estás de pé.

Fiz uma festa tão grande.

Ela retribuiu. Com riso. E não só...

.....quando fica feliz. Muito feliz. Bate palmas.

Para bater palmas, teve de tirar as mãos que a seguravam. E caiu.

Tentou outra vez. E outra.

E hoje tem passado o dia nisto.

Nem dormiu a sesta da manhã como deve ser. Abriram-se as portas de um mundo novo.

Para ela e para o Vasco. Que serve de encosto. E de colchão.

Por muitas vezes que caia nunca chora. A Alice. O Vasco é um chorão....

 

Tenho comigo uma miúda que não desiste à primeira, nem à segunda.

Aqui está a prova que faltava.

A confirmação.

Esta Alice é do Sporting!

 

vou uns dias para Angola.

 

 

15.09.17

já fiz o tpc!

Joana Marques

Esta semana.

Na minha aula de norueguês.

O professor deu-nos um trabalho de casa.

Cada um de nós tem por missão dar a conhecer um episódio da história do seu país e apresenta-lo à turma na próxima semana.

Em norueguês. Vai ser lindo!

 

Imediatamente, escolhi a minha.

 

26 de Agosto de 1902.

Sintra. Belas.

Locais privilegiados para passar férias. O primeiro era morada de verão da família real.

Disputou-se nesse dia o jogo de futebol entre o Sport Club de Belas e uma equipa de Sintra.

A equipa de Sintra era constituída sobretudo por veraneantes que se encontravam de férias, por estas paragens.

O jogo foi disputado em Seteais. Chique!

Ganhou a equipa de Belas.

3-0

Destacaram-se neste jogo alguns jogadores: os irmãos Gavazzo, Francisco Maria e José Maria.

 

Dois anos depois. 1904.

Alguns dos que tinham participado no jogo e que moravam em Lisboa. E na zona do Campo grande.

Encontraram-se. Entre eles.

Os irmãos Gavazzo que tinham brilhado no jogo de 1902, José Holtreman Roquette (José de Alvalade), José Stromp e mais alguns...

Decidiram fundar o Campo Grande Football Club.

O avô de José de Alvalade, o visconde de Alvalade foi designado presidente deste clube.

Pagavam por mês. Uma quota. 300 réis.

De vento em popa. Lá ia o novo clube.

Organizavam jogos de futebol. Ténis. Algumas provas de atletismo. E competições de esgrima. O novo clube tinha também uma vertente de divertimento e organizava também alguns eventos mais recreativos

 

Em 1906. Zangaram-se.

Uma parte queria que o clube tivesse uma vertente desportiva e social. A outra, nem por isso, apenas o desporto. E só desporto.

 

12 de Abril de 1906.

José de Alvalade. Organiza um piquenique.

Não convidou os sócios que estavam em desacordo com o rumo do clube.

E separa-se definitivamente.

Juntou os irmãos Gavazzo para o acompanharem na nova aventura. E mais alguns amigos.

Pediu dinheiro ao avô, o Visconde, para fundar o novo clube.

O Visconde também disponibilizou o terreno!

 

8 de Maio de 1906.

José de Alvalade. Disse na Assembleia de Fundadores.

"Queremos que o Sporting seja um grande clube, tão grande como os maiores da Europa"

E foi aqui que o nome do clube foi ouvido pela primeira vez.

E que o verde. Ficou a nossa cor.

 

19.

O Sporting teve 19 fundadores.

- José Alfredo Holtreman Roquette.

- José Maria Gavazzo

- Frederico Ferreira

- Alfredo Augusto Holtreman

- Fernando Barbosa

- José Stromp

- Henrique Junior

- John Scarlett

- Eduardo Mendonça

- Afonso Botelho

- António Stromp

- Augusto de Freitas

- Augusto Seguro

- Francisco Gavazzo

- Francisco Stromp

- Sérgio Rolin

- José de Castro

- José Correia Ferreira Roquette

- João Serrão de Moura

 

1 de Julho de 1906.

Acordou-se, entre todos o nome.

Sporting Clube de Portugal.

Embora, José de Alvalade preferisse, Grande Sporting Clube de Portugal.

 

Ontem, hoje e sempre. O Sporting é um clube eclético.

Com muitos títulos conquistados. Dentro e fora de portas.

E assim. Um dia. Se fez história. 💚

E eu, fiz o meu tpc!

 

 

Joana Marques

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